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Energia Solar: paranaenses poderão consultar potencial gratuitamente

A Alemanha tem batido sucessivos recordes de produção na área da energia solar, mas você sabia que o potencial encontrado por lá é 58% menor que o mapeado no Paraná? A constatação faz parte de um estudo que serve como embasamento para a elaboração do primeiro Atlas Solarimétrico do estado, que tem o lançamento previsto para o início de 2017.

Um sistema online – que está sendo desenvolvido pela Fundação Parque Tecnológico Itaipu por meio do Centro Internacional de Hidroinformática (CIH) – irá permitir que qualquer pessoa consulte gratuitamente o potencial solar encontrado em determinado ponto do estado. Também participam do projeto a Itaipu Binacional, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).

Após finalizar a etapa de mapeamento, os técnicos estão realizando a validação e interpretação dos dados, conforme explica o engenheiro ambiental do CIH, Alisson Rodrigues:

“O CIH, além de ser responsável pela gestão integral do projeto devido a sua expertise em Geoprocessamento, também tem a incumbência de desenvolver um Sistema de Informação Geográfica. Qualquer cidadão comum poderá entrar no sistema e simular, por exemplo, qual o potencial de energia fotovoltaica no seu domicílio. Além da disseminação dos dados energéticos no território, é importante que o cidadão saiba que durante um período de tempo ele pode recorrer, por exemplo, à instalação de painéis fotovoltaicos em sua casa para o aproveitamento de energia elétrica. Existem alguns locais que a qualidade da energia é baixa e a instalação desses módulos pode fazer com que esse cidadão tenha acesso a uma energia de qualidade”.

Líder mundial em geração de energia limpa e renovável, e dona da maior produção mundial de 2015, a Itaipu Binacional também tem dentre os seus objetivos promover a eficiência energética por meio do emprego de fontes geradoras alternativas, como é o caso da energia solar.

O superintendente da Plataforma Itaipu de Energias Renováveis, Herlon Goelzer de Almeida, ressalta a importância do Atlas para estimular o desenvolvimento da energia solar fotovoltaica no Paraná:

“Nós temos uma larga experiência nesses últimos 10, 12 anos, na área do biogás e biometano, e estamos nesse momento estimulando informações, conhecimento, unidades de observação no campo da energia solar. Esse levantamento dos dados solarimétricos do estado do Paraná é importante como atualização e instrumento de avaliação para cada cidadão, morador, industrial, comerciante ou prestador de serviço, poder, através de um aplicativo, simular inclusive esse processo e tomar decisão de implantar ou não no seu negócio ou residência. Mais que isso, vai ajudar o Paraná a ampliar a sua participação na geração de energia renovável e estimulando esse instrumento absolutamente importante da geração distribuída no nosso estado e no Brasil”.

Em junho, a Itaipu Binacional iniciou um projeto para a geração de energia solar no estacionamento de uma de suas sedes. Foto: Kiko Sierich.


Após a realização do mapeamento foi constatado que os maiores potenciais solares do Estado estão localizados na região Norte, e os menores no Litoral, conforme cita o Prof. Dr. Gerson Máximo Tiepolo, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR):

“O menor valor é encontrado na cidade de Matinhos e o maior valor é encontrado no município de Prado Ferreira. Na realidade, eu poderia dizer que 80% do estado do Paraná tem um valor de irradiação solar extremamente alto. O potencial fotovoltaico do estado do Paraná, na média, é superior a 12 estados brasileiros e inferior a 14. Então o Paraná estaria bem no meio na média entre os estados”.


Mapa indica o potencial irradiação encontrado no Paraná. Maior valor está na região Norte do Estado.


Durante o projeto, coube ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) o fornecimento de dados de irradiação do Atlas Brasileiro de Energia Solar (2006) e o auxilio na elaboração dos mapas fotovoltaicos do estado do Paraná. A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) apoiou na parte de infraestrutura e a Itaipu Binacional, por meio da Fundação PTI, foi responsável pelo financiamento dos recursos para a realização das pesquisas.

Última modificação em Segunda, 26 Setembro 2016 14:08
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Vacy Alvaro

Jornalista/Fundação Parque Tecnológico Itaipu

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