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Certificação deve tirar lâmpadas LED irregulares do mercado

Cláudia Deslandes de Figueiredo, engenheira eletricista da Fundação Parque Tecnológico Itaipu. Foto: Kiko Sierich
Desde junho, está proibida no Brasil a venda de lâmpadas incandescentes. A restrição, que vem ocorrendo de maneira gradativa desde 2012, tem como objetivo minimizar o desperdício no consumo de energia elétrica. Para se ter uma ideia, uma lâmpada LED proporciona uma economia de cerca de 85% em comparação a uma lâmpada incandescente de luminosidade equivalente.

Para garantir ao consumidor o acesso a produtos de qualidade no mercado, desde 17 de outubro os fabricantes e importadores só podem comercializar lâmpadas LED que respondam aos requisitos mínimos de eficiência por meio do selo da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE), expedido pelo PROCEL.

O consumidor deve ser afetado pela migração somente em 2017, uma vez que grandes varejistas e atacadistas devem comercializar produtos dentro da norma a partir de 17 de julho de 2017 e os pequenos comércios, cadastrados como Pequena e Média Empresa (PME), devem atender à norma a partir de janeiro de 2018.

Entre as principais exigências está a obrigatoriedade de se apresentar um comparativo de equivalência com incandescente e fluorescente na embalagem, além de selo em destaque para atestar que o produto é certificado, como forma de facilitar a identificação na gôndola quando exposto próximo de um produto sem certificação.

A engenheira eletricista da Fundação Parque Tecnológico Itaipu, Cláudia Deslandes de Figueiredo, dá algumas dicas para garantir a compra de um produto de qualidade:

“Esse selo está começando a ser difundido agora e a partir de 2018 será proibido comercializar lâmpadas sem esse selo. Hoje há lojas que já vendem lâmpadas com selo do Inmetro. São um pouco mais caras, mas valem a pena, porque você está levando um produto de qualidade, que foi certificado por empresas de renome internacional e que estão conforme as normas técnicas. Por ser uma lâmpada que vai durar muito tempo, é bom guardar a nota fiscal. Não se esquecer que a garantia é somente com a nota fiscal. Quando tiver uma troca em um ambiente maior, uma casa ou uma loja, é bom procurar ajuda de um engenheiro eletricista ou um técnico em eletrotécnica, porque como especialistas orientam o dimensionamento dos cabos, dos disjuntores e do restante dos materiais da instalação elétrica. Tudo bem que a potência é menor, mas a segurança e confiabilidade são as mesmas. Então conte com um responsável e exija dele a ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), que deve recolhida no CREA. Isso quer dizer que ele será responsável por essa instalação e se você tiver algum problema e ele não resolvê-lo, você pode ir ao PROCON ou ao próprio CREA, de acordo com o Código do Consumidor”.

No novo padrão, também é obrigatório o selo do Inmetro na embalagem com o número do registro seguido do ano de fabricação e informação sobre potência (W), fluxo (lm) e eficiência luminosa (lm/W). Números do próprio Inmetro mostram que, em 2010, 70% dos lares brasileiros eram iluminados pelas incandescentes. Agora, somente 30% das residências usam esse tipo de lâmpada.
Última modificação em Quinta, 24 Novembro 2016 11:00
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Vacy Alvaro

Jornalista/Fundação Parque Tecnológico Itaipu

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