Portuguese English Spanish
Entrar

Entrar

Faça seu login
ou use sua conta
Lembrar-me

Create an account

Campos marcados com * são obrigatórios
Nome (*)
Nome de usuário (*)
Senha (*)
Confirmação de senha (*)
Email (*)
Confirmação de email (*)
BUSCA

Empresa mineira desenvolve sistema simples e eficiente para o reaproveitamento da água da chuva

Com os longos períodos de estiagem, cada vez mais recorrentes em diversas partes do Brasil, o reaproveitamento da água da chuva tem sido uma alternativa interessante e até essencial em alguns casos. Pensando nisso, uma empresa mineira desenvolveu o “Chove Chuva”, um sistema de captação e tratamento de água fácil de ser instalado.

A inovação é fabricada em polietileno e garante recolher, filtrar e clorar a água de chuva tornando-a própria para diversos usos. Para isso, ela passa pelas fases de captação, separação dos resíduos maiores, regulação do PH, adição recomendada de cloro e filtragem completa dos resíduos. Estima-se que de um telhado de 100 metros quadrados seja possível coletar e tratar em dias de chuva intensa até 15 mil litros de água, conforme explica Vinicius Ramirez, gerente comercial da Hidrologia Ideias Sustentáveis:

“Pode-se acoplar esse sistema a um telhado entre 100 e 150 metros quadrados (falando da região de Minas Gerais, pois depende muito do estado e seu índice pluviométrico). O sistema é acoplado a uma entrada única de vazão (ou seja, você deve unificar todas as descidas da calha do seu telhado). Folhas, detritos, cocô de passarinho e toda aquela sujeira que tiver no telhado vai descer pela tubulação, que vai passar dentro de um filtro galvanizado, onde essa sujeira vai passar pela pressão e sair pelo lado esquerdo do filtro. Você tem uma perda de aproximadamente 5% de água, que é o que vai jogar essa sujeira embora. Feito isso, essa água vai passar por uma pedra de calcário, para controlar o PH e cortar a acidez da chuva, pois nossa chuva e ácida. Depois, passa pelo clorador de pastilha para acabar com micróbios, microorganismos e todo tipo de bactéria que existe na água. (o clorador faz a dosagem necessária para acabar com tudo isso aí). E por último, se passa por uma bolsa de filtro bag. Após isso, a água desce para o reservatório, onde pode ser distribuída para diversas finalidades (como o preparo de alimentos, a lavagem de banheiros ou até mesmo beber).”




Junto com o aparelho, o consumidor recebe um kit de análise de cloro e de pH, tudo para que a tenha certeza de que está consumindo uma água própria. A empresa tem capacidade produtiva para até mil unidades mensais e o sistema custa em média R$ 780. O gerente comercial também ressalta a economia proporcionada com a utilização do sistema:

“Hoje, a economia média, num período chuvoso, é de 20 a 30%. Ás vezes o pessoal acha que é caro o investimento, mas vale a ressalva de que o investimento é a longo prazo. Isso falando de nosso estado (Minas Gerais), não chove o ano inteiro, só em alguns períodos. Em estados em que se chove muito (como Pará, Amazonas e Maranhão) o produto praticamente se paga em menos de um ano devido ao índice pluviométrico. No nosso caso, é um processo a longo prazo, mas que não agride a natureza e fornece uma água num padrão de qualidade de 90 a 95%, além da economia na fatura de água.”



A fabricante garante que a manutenção do sistema é simples e que basta os usuários se atentarem ao filtro, que custa em média R$ 40. Mais informações podem ser obtidas no site www.chovechuva.com.br.
Última modificação em Sexta, 17 Março 2017 15:09
Avalie este item
(4 votos)
Vacy Alvaro

Jornalista/Fundação Parque Tecnológico Itaipu

Deixe um comentário

Certifique-se de preencher os campos indicados com (*). Não é permitido código HTML.

Voltar ao Topo
 
Centro Internacional de Hidroinformática | Parque Tecnológico Itaipu   Mantenedores   Desenvolvido por:
Av. Presidente Neves, 6731 | CEP 85.867-900
Foz do Iguaçu | Paraná | Brasil
+55 45 3576-7038
   
Termos de Compromisso  |  Política Privacidade  |  Creative Commons 2014 • Todos os Direitos Reservados