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Ecobarreira já evitou que mais de 190 toneladas de lixo chegassem ao Rio Guaíba

Barreira ecológica está instalada entre as avenidas Edvaldo Pereira Paiva e Beira Rio. Foto: Brayan Martins/PMPA
Em um ano, uma estrutura flutuante construída com garrafas PET já evitou que mais de 190 toneladas de lixo – entre sacolas plásticas, pneus, pedaços de madeira e outros resíduos - ultrapassassem o Arroio Dilúvio e chegassem até o Rio Guaíba, em Porto Alegre (RS).

Idealizada pela empresa Safeweb e implantada em caráter experimental sem ônus para o município, a barreira ecológica – instalada entre as avenidas Edvaldo Pereira Paiva e Beira Rio – é composta também por uma gaiola, que ao ser içada traz os resíduos para a superfície. O investimento foi de R$ 250 mil na obra civil.

Foto: Lucinoa Lanes/PMPA

Além de reduzir a quantidade de resíduos, o projeto também tem como objetivo melhorar a qualidade da água e diminuir a proliferação de vetores. O diretor-geral do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU), Álvaro de Azevedo, ressalta a importância da ação e conta que a parceria que foi firmada para um ano deve ser estendida:

“Aqui no Arroio Dilúvio devemos ter uns oito quilômetros, e desse arroio desce lixo (chega a ter televisores, geladores, muito isopor e galhos de árvores) e tudo isso ia direto para o Rio Guaíba e hoje isso está sendo barrado há mais ou menos 100 ou 200 metros antes de chegar no rio. Então fica mais fácil o recolhimento. A parceria vai durar os cinco anos do convênio e se a empresa não quiser continuar mais continuar depois disso, há o interesse da Prefeitura (através do DMLU) de manter esse sistema funcionando e inclusive, há mais de um mês começamos um estudo para outros arroios da cidade.”

Foto: Lucinoa_Lanes_PMPA.

Cerca de 350 quilos de lixo são recolhidos da Ecobarreira semanalmente. Após a coleta, o lixo é descartado pelo DMLU no aterro sanitário. Como todos esses resíduos recolhidos estão poluídos pela água do Dilúvio, não podem ser reciclados. A estrutura flutuante foi construída com garrafas PET e nela foram plantadas mudas de capim-vetiver, cujas raízes submersas devem dar mais resistência à barreira e também ajudar a filtrar a água.

Última modificação em Sexta, 05 Maio 2017 12:23
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Vacy Alvaro

Jornalista/Fundação Parque Tecnológico Itaipu
 
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