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Saneamento, educação e campanhas de vacinação diminuíram mortes por doenças infecciosas e parasitárias no Paraná

Até a década de 1960, as doenças infecciosas e parasitárias correspondiam à terceira maior causa de mortes no Paraná. Muito disso em decorrência da má qualidade da água utilizada para o consumo humano. Nos últimos levantamentos a situação melhorou. Em 2010, por exemplo, o Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, já apontava a causa na nona colocação do ranking.

Segundo Celso Rubio, chefe da Divisão de Vigilância sobre Meio Ambiente da Secretaria Estadual de Saúde do Paraná, a melhora ocorreu devido a investimentos em três áreas principais: saneamento, educação (com práticas de higienização) e campanhas de vacinação. A afirmação foi dada durante o 3º Seminário de Qualidade da Água, realizado no Parque Tecnológico Itaipu (PTI). Ele também destacou como fator importante a migração da população do campo para a cidade, mas lembrou da importância do controle quanto ao uso racional de agrotóxicos:

“A gente tinha anteriormente à década de 1960 uma inversão de dados populacionais. A população rural era 60%, 80% da população dos municípios. Hoje inverteu. A população urbana é muito maior, onde tem acesso mais fácil à educação e aos sistemas públicos de abastecimento de água, até mesmo coleta de lixo e coleta de esgoto, caracterizando a redução de doenças que são provocadas pela falta de saneamento. Então essa evolução de ampliação de cobertura de abastecimento de água e sendo a água tratada evoluiu muito desde a década de 1960 até os dias atuais garantindo a saúde da população. O que está nos preocupando hoje é com relação às questões de substâncias químicas que temos consumido cada vez mais num estado cada vez mais agrícola, que é o estado do Paraná. Como a água é um diluente universal, de alguma maneira está chegando na água e que acaba tendo alguma preocupação nossa. Não que a água esteja contaminada, mas estamos tendo alguns indícios da água in natura com a presença de algumas substâncias que são prejudiciais à saúde. Somente da água in natura, quando ela é tratada ela atende os padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação do Ministério da Saúde.”


"A população urbana é muito maior, onde tem acesso mais fácil à educação e aos sistemas públicos de abastecimento de água", afirmou Celso Rubio. 

Outro dado importante que demonstra essa evolução foi a diminuição do número de surtos relacionados à problemas com a qualidade da água.

“Os últimos surtos que tivemos relacionados à água no aspecto micro-biológico foi no início dos anos 2000. Recentemente, não está tendo tantos surtos relacionados à sistemas públicos de abastecimento de água. Mas mesmo assim é extremamente preocupante e estamos sempre atentos e alertas em parceria com quem produz água e nós, da vigilância, estamos sempre exigindo o seu controle com qualidade. A gente tem avançado muito e esperamos continuar garantindo a saúde do povo paranaense.”

O 3º Seminário de Qualidade da Água é realizado pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Itaipu Binacional e Parque Tecnológico Itaipu (PTI).
Última modificação em Quinta, 17 Agosto 2017 18:54
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Vacy Alvaro

Jornalista/Fundação Parque Tecnológico Itaipu

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