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Turismo e conservação podem caminhar juntos, garante chefe do Parque Nacional do Iguaçu

Somente este ano, o Parque Nacional do Iguaçu – onde estão localizadas as Cataratas do Iguaçu - já recebeu mais de um milhão de visitantes do mundo todo. Mas como conciliar harmonicamente esse intenso movimento com a conservação ambiental da unidade, considerada Patrimônio Natural da Humanidade? 

Este é um dos objetivos do Fórum de Uso Público e Conservação, que está sendo realizado sob a coordenação técnica do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). A ideia é discutir e encontrar caminhos para demandas importantes da sociedade e das áreas naturais do Brasil, em especial do Parque Nacional do Iguaçu.

Durante a abertura da atividades, Ivan Baptiston, chefe da unidade, destacou a importância da relação entre o turismo e a conservação, e também citou a boa convivência entre o Parque e a comunidade de Foz do Iguaçu (PR) e região:



“Não dá para pensar em Parque Nacional do Iguaçu sem atividades do turismo. O Parque abriga, protege e salvaguarda uma das maiores feições da natureza do mundo que são as Cataratas. As Cataratas são para ser vistas, visitadas e proporcionar experiências fantásticas. Na realidade, o turismo e a atividade de visitação podem ser tornar grandes aliados. O turismo pode ser um grande aliado à conservação, desde que a gente planeje corretamente. Foz do Iguaçu e região, e Parque Nacional do Iguaçu, tem uma relação com o uso público muito profunda. O PNI já nasce com visitação e essa visitação se processa com a sociedade, principalmente de Foz do Iguaçu. Aqui estão empresários de agências, empresários de transportes, guias, estudantes, profissionais e planejadores que interagem com a visitação do Parque Nacional do Iguaçu. Nada melhor do que reunir essas pessoas que têm interesses salutares, positivos, para construir a melhor proposta do que queremos neste Parque pensando em visitação, uso público e conservação.”

O Fórum faz parte de uma etapa do processo de elaboração do novo Plano de Uso Público do Parque Nacional, regulamentação que irá integrar o Plano de Manejo do Parque, conforme explica Cibele Munhoz Amato, analista ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade no PNI:



“Esse evento faz parte do processo de planejamento do Parque Nacional do Iguaçu. Ele está dentro do escopo do plano de manejo e é para discutir o plano de uso público. Mas, subjacente a isso, ele tem a vontade de fazer um debate amplo sobre o que é o Parque Nacional do Iguaçu que a gente quer, e discutir essas questões de maneira maior com a sociedade. Vários especialistas, tanto da área de conservação quanto da área de visitação e uso público, e a intenção é que a gente possa fazer a interface e mergulhar de uma maneira qualificada nestes próximos dois dias de discussão.”

Desde 2007, quando foi adotado na usina de Itaipu o modelo de turismo sustentável, o Complexo Turístico Itaipu (CTI) já recebeu quase 4,5 milhões de pessoas. Nestes 10 anos, a atuação do CTI foi reconhecida pela Organização Mundial de Turismo (OMT) em duas oportunidades: com o Prêmio de Excelência e Inovação do Turismo e como exemplo de modelo de turismo sustentável na página da entidade.

De acordo com o gerente do CTI, Yuri Benites, a boa relação entre os parques (PTI e PNI) pode gerar importantes ações que reforcem ainda mais o caráter de turismo sustentável na região:



“Quanto atividade turística nós temos uma série de intenções, apoio e estímulo à construção conjunta. Quando ampliamos para o âmbito do Parque, temos diversas outras ações de mobilidade elétrica, sustentabilidade, energias renováveis… então essa proximidade geográfica entre Parque Tecnológico Itaipu (PTI) e o Parque Nacional do Iguaçu precisamos utilizar. Temos recebido da diretoria algumas indicações de ações que já desenvolvemos no PTI e que podem ser aplicadas no Parque Nacional do Iguaçu. O tema da mobilidade, por exemplo, hoje no PTI já trabalhamos com veículos elétricos, mas temos outras alternativas, em temas como biocombustíveis, hidrogênio… pensar essas alternativas e integrá-las para que a gente tenha, obviamente, um parque extremamente sustentável, que seja aberto à comunidade.”

Nesta quinta-feira (5) e sexta-feira (6), as atividades prosseguem com duas oficinas de trabalho restritas aos conselheiros do parque, entidades, representantes de órgãos de classe e especialistas. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail ou pelo telefone (45) 3521-8383.
Última modificação em Quarta, 04 Outubro 2017 18:25
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Vacy Alvaro

Jornalista/Fundação Parque Tecnológico Itaipu

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