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Vice-diretor da Esalq-USP narra relevância do novo levantamento do potencial de áreas irrigadas no Brasil

O Podcast Unesp em parceria com a área de Hidráulica e Irrigação do campus de Ilha Solteira da Unesp, publica semanalmente noticiários sobre a agricultura irrigada e agroclimatologia. O objetivo é orientar as formas de manejo racional da água e energia. Durval Dourado Neto, engenheiro agrônomo e vice-diretor da Esalq - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" da USP, narra a relevância do novo levantamento do potencial das áreas irrigadas no Brasil apresentado durante evento conjunto e inédito entre XXVI Congresso Nacional de Irrigação e Drenagem, IV Inovagri International Meeting e III Simpósio Brasileiro de Salinidade. que ocorre em Fortaleza.

“A importância é principalmente direcionar políticas públicas. Mas a rigor, a maior importância é a organização dos dados, para que você os utilize para fins diversos. Mas na minha apresentação eu abordei mais com o enfoque nas políticas públicas. Nós levantamos algo em torno de 75 milhões de hectares, sendo que desses 75 milhões – algo em torno de 14 milhões poderiam ser deixados em stand by em função do momento, em função dessas áreas estarem próximas dos grandes centros, estarem próximas as áreas de preservação, então nós teríamos aí 61 milhões. Desses, cerca de 27 milhões em função da caracterização que nós fizemos da renda, nós chegamos a conclusão de que se fosse implementar nesses 27 milhões, seria pensando em um modelo de característica pública. E os 34 milhões restantes, mais de iniciativa privada, que inclusive a gente considera como prioridade. Então basicamente, nós fizemos uma caracterização de solo, de clima, utilizamos duas culturas como indicadoras, definimos a evapotranspiração de picos, então só para ter uma ordem de grandeza, quando é seis milímetros por dia, esse valor vai nos dar uma demanda de 0,83 litros p/s por hectare. Nos dados da ANA nós vimos a vasão disponível, dividido por esse valor vai nos dar a área irrigável. E foi assim que nós chegamos nos 75 milhões de hectares. Então basicamente para definir o que nós temos em termos de área, o que deve ser feito com iniciativa pública, o que deve ser feito com iniciativa privada, e ao mesmo tempo toda infraestrutura que pode nortear a privatização dessas áreas. A área irrigada onde se tem eletricidade, capacidade de armazenamento, capacidade técnica, onde se tem maior renda etc, são áreas com probabilidade de maior sucesso da agricultura irrigada. Então foi isso que foi abordado. Nós fizemos uma caracterização geral, desde o meio fisio até o aspecto de renda, para fazer essas estimativas de área irrigada de iniciativa pública e privada.”
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