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Estudantes de Cambé desenvolvem protótipo de lixeira anti-fauna e buscam apoio para financiá-lo

Cidades grandes e pequenas dividem um problema muito frequente: os animais de rua, que destroem os sacos de lixo e deixam os resíduos espalhados pelas ruas. Além de deixar o ambiente bagunçado, muitos dos materiais digeridos por esses bichos são prejudiciais à saúde. Afinal de contas, os restos de alimento podem se misturar com pedaços de embalagens, plásticos e outros materiais.

Em Londrina (PR), esse problema era ainda mais frequente com os macacos. Observando esse problema, dois estudantes de Cambé, uma cidade próxima, tiveram uma ideia. Camila Quasne e Guilherme Saldanha, ambos de 15 anos, elaboraram um projeto para a fabricação de uma lixeira anti-fauna. O funcionamento é simples, ao acionar a trava de segurança e despejar o lixo, um sensor de movimento é ativado e o lixo cai na lixeira.



Camila conta um pouco mais sobre a ideia do trabalho.

“Estávamos procurando um problema, e a gente tinha o conhecimento de que na Universidade Estadual de Londrina (UEL) existia esse problema dos macacos revirarem o lixo e correrem atrás dos estudantes, então víamos que era uma bagunça. Um dia nós fomos na UEL e conhecemos o projeto da Mariana Lourenço, que é o “Cada Macaco no Seu Galho”, que ela explica para as pessoas não alimentarem os macacos porque isso pode trazer problemas de saúde para eles. Então começamos a desenvolver um jeito dos macacos não conseguirem ter acesso ao lixo. A gente começou a pesquisar, fomos para o primeiro protótipo, e fomos desenvolvendo cada vez mais.”

Guilherme comenta sobre as evoluções no projeto e as adaptações que ele precisou fazer para que as ideias fossem aprovadas.

“De começo nós fomos fazendo pesquisas para ver tudo certinho. Conversamos com o nosso professor de física e matemática para poder ver o ângulo das tampas, para não deixar o macaco entrar e todas as hipóteses possíveis para proteger ele. Até que conseguimos chegar no protótipo final depois de uns dois meses de pesquisas e reuniões com a equipe.”

Os estudantes já possuem as plantas e especificações do trabalho, agora eles buscam alguém que financie o projeto para que ele saia do papel. A iniciativa foi uma das 144 apresentadas durante a 6ª edição da Ficiencias, realizada em Foz do Iguaçu entre 7 e 10 de novembro.

Com a supervisão do jornalista Vacy Álvaro*
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