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Paraná desenvolve estratégias para consolidação do biogás no campo

CH4PA: inovação sustentável para o agronegócio nacional
Com economia baseada na agronegócio, o Paraná vem atuando no desenvolvimento de tecnologias e apoio à iniciativas que promovem a sustentabilidade no setor. Responsável por 30% do Produto Interno Bruto do Estado (PIB) do Estado, a agroindústria tem apresentado bons resultados para economia brasileira, mesmo em períodos de recessão.

Visando manter a competitividade, impulsionar novos negócios e melhorar a gestão dos recursos naturais, estão sendo discutidas as possibilidades de ampliação do uso do biogás e seus derivados na cadeia produtiva da agropecuária paranaense, conforme destacou o secretário da Agricultura e Abastecimento do Estado, Norberto Ortigara, durante o 2ª Seminário Brasil-Áustria de Cooperação para Uso de Biogás e Biometano:

“Não se concebe mais nos tempos presentes, produzir uma agricultura que não respeite absolutamente o solo e a água. Portanto, a gente quer vida no solo. Queremos um solo resolvido do ponto de vista químico, físico e biológico. Acho que devolver matéria orgânica, fixar carbono... faz bem para o nosso modelo de grande produtor de alimentos para o mundo”.

Bons índices da agricultura do Estado devem movimentar PIB nacional. Foto: Divulgação/Coamo

Para consolidar a bioenergia no campo, o Sistema FAEP/SENAR-PR (Federação da Agricultura do Estado do Paraná) organizou ao longo de 2017 quatro viagens técnicas à Europa. O intuito foi conhecer modelos e exemplos de produção de energias renováveis. A comitiva contou com a participação de técnicos; produtores rurais; líderes sindicais; secretários de Estado; e representantes de órgãos governamentais, de instituições privadas e de empresas de energia.

De acordo com o consultor da FAEP, Ronei Volpi, a partir dos conhecimentos adquiridos em países como Áustria, Alemanha e Itália, está sendo formada uma base técnica interinstitucional para ampliação do uso das fontes sustentáveis nas propriedades rurais, especialmente nas localidades de produção de proteína animal:

“Nós estamos trabalhando agora, junto com o governo do Estado, em uma iniciativa público-privada que engloba instituições como Itaipu Binacional e Copel, que são fundamentais na formação de um marco regulatório para o Estado, em que se define a questão de governança para o desenvolvimento das diversas alternativas de energias renováveis, em especial o biometano”.

O Paraná é líder em produção de proteína animal. Foto: AEN

A cooperação Brasil-Europa já colheu bons resultados. Entre eles, está o desenvolvimento do CH4PA, um veículo utilitário desenvolvido pelo Centro Internacional de Energias Renováveis–Biogás (CIBiogás), em parceria com a empresa austríaca Spirit Design, para atender especialmente às necessidades do agronegócio brasileiro. Movido a biometano, o equipamento pode ser usado para transportar insumos e materiais, com redução de até 50% dos custos e até 70% menos de emissão de gás carbônico na atmosfera, em comparação com outros combustíveis.

O superintendente de Energias Renováveis de Itaipu, Paulo Afonso Schmidt, relembrou o histórico de implementação do biogás no oeste paranaense:

“Itaipu foi a grande incentivadora de todo o projeto de biogás na região, olhando principalmente a questão do interesse do produtor rural a partir de uma demanda, por um lado, de uma melhor condição de oferta de energia, e, por outro lado, a redução de um passivo ambiental que é característica do próprio volume de produção de proteína animal na região. Então, para a Itaipu, essa decisão foi importante e agora temos importantes resultados desse processo que envolve, por exemplo, uma parceria com a Copel na viabilização de um novo modelo de produção e de distribuição de energia da região.”

Os índices positivos do agronegócio paranaense devem continuar expandindo. Segundo dados do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (IPARDES), só nos quatro trimestres de 2017, o setor cresceu 11,4% em relação a igual período do ano anterior. Levando em consideração o cenário nacional, as informações correspondem a 12,2% de participação na agropecuária brasileira.
Última modificação em Segunda, 25 Dezembro 2017 16:32
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