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Rumo a Brasília 2018: juventude do Oeste do Paraná mostra sua força

Grupos formados por jovens que buscam discutir e encontrar soluções para melhorar a qualidade do meio ambiente. Em um dos painéis do Rumo a Brasília 2018, evento realizado em Foz do Iguaçu como preparação ao Fórum Mundial da Água, quatro jovens líderes de seus respectivos projetos, mostraram que é possível criar uma realidade melhor para o futuro.

Alguns desses trabalhos são promovidos no Oeste do Paraná, como o Coletivo Jovem da BP3. Karini Scarpari, membro do coletivo, conta que o grupo surgiu como um dos programas de conscientização ambiental da Itaipu, que abriu espaço para os jovens debaterem sobre o meio ambiente.

Fotos: Alexandre Marchetti / Itaipu Binacional

“As questões são construídas conjuntamente. A gente faz um encontro unicamente para ver essa demanda, e os jovens através das necessidades que eles sentem de abordar determinados temas. Nós construímos o nosso cardápio de atividades, que segue uma construção horizontal. Buscamos dar voz aos jovens, dar empoderamento aos jovens e ouvir o que eles tem a dizer.”

Em 2015, como forma de preparação para o Fórum Mundial da Água, surgiu o  Parlamento Nacional da Juventude pela Água. Representante do órgão em Foz do Iguaçu, João Paulo Angeli dá mais detalhes sobre as atividades.



“Houve um processo seletivo com vídeos e currículos na tentativa de ver aquilo que os jovens estavam fazendo. Depois do Parlamento, nós temos ações pontuais, cada uma no seu estado, região, na sua realidade, faz algumas ações como Movimento Nacional da Juventude pela Água, como Prêmio Jovem da Água de Estocolmo, Floresta pelas Águas, participação em eventos nacionais e internacionais, a revisão do Plano Nacional dos Recursos Hídricos. Isso para citar uma parte do que temos feito no decorrer desse tempo.”

Um dos grandes lemas dos trabalhos é dar autonomia para os jovens e ampliar o engajamento nas questões sociais e ambientais. Rubens Jahadly, também membro do  Coletivo Jovem da BP3, diz que o grupo é formado por pessoas diferentes que compartilham o mesmo ideal.

Fotos: Alexandre Marchetti / Itaipu Binacional

“Eu entendo que fazemos parte de algo muito maior. Enquanto ser humano, quando reconhecemos que vivemos no mundo, e o mundo só pode melhorar a partir das nossas ações, e você está em um grupo, em um coletivo que tem uma ideia de mudar o mundo a partir daquilo que você tem a oferecer, você se sente significando alguma coisa, deixando sua marca. O adulto daqui a dez ou vinte anos, vai ser eu, e o que eu vou querer ver para o mundo? Vou querer vê-lo da mesma forma que está hoje ou eu vou querer deixar a minha marca, a minha digital social nesse mundo?”

Por estarem repletos de vitalidade e força, esses grupos buscam alcançar resultados ainda maiores. Autonomia e disposição eles possuem, e não parece ter data de validade. A próxima edição do Rumo a Brasília será realizada em fevereiro, em Salvador (BA).

Com a supervisão do jornalista Vacy Álvaro*
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