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Projeto AquaRiparia é apresentado durante 8º Fórum Mundial da Água

Foto: Zenilda Moreira

No 8° Fórum Mundial da Água, entrevistamos a estudante de Doutorado de Ecologia da Universidade de Brasília (UnB), Regina Célia Gonçalves, que participa do projeto AquaRiparia. A ação visa integrar a sociedade com a ciência, abordando temas ecológicos.

No estande, estão expostos alguns insetos que indicam se a água está poluída ou não. Ela nos lembrou que não é apenas nós humanos que precisamos de água potável, e que outros seres vivos também precisam. A estudante nos explicou a importância de estudar esses animais:

“Na verdade o projeto AquaRiparia é muito grande, que envolve a qualidade da água de maneira geral, a restauração da vegetação ripária (que é essa vegetação do entorno do ecossistema aquático: rios, córregos e lagos), e também a parte de trazer a ciência que desenvolvemos na Universidade para a comunidade. Fazer uma ciência mais próxima da comunidade. Então são essas as três vertentes do Programa AquaRiparia”.

Perguntamos também como podemos identificar esses animais que mostram se a água está limpa. Veja o que ela nos disse:

“A maioria das pessoas ás vezes esquece que temos alguns organismos que vivem na água e precisam de uma água de qualidade assim como nós. Quando analisamos esses animais, não apenas parâmetros físicos, conseguimos entender o que acontece. Se entrar um poluente ou um contaminante na água o que vai acontecer com essa comunidade de organismos vivos que vivem ali? O nosso objetivo é mostrar que existem alguns organismos que são muito sensíveis a essas mudanças ambientais. Então se eles são sensíveis, eles podem indicar se essa água está boa ou ruim. Não potável (não trabalhamos com potabilidade), mas para indicar se ela está boa ou ruim, se tem poluição ou se não existe poluição naquele lugar”.



O grupo também fez pelúcias desses animais. Ela nos explicou o motivo:

“O objetivo da pelúcia é exatamente trazer a ciência mais próxima da sociedade. Para mostrar como é o organismo, quais são as características e também ficar mais fácil para trabalhar as ações de educação ambiental e sensibilizar as pessoas da importância da conservação, da importância desses organismos como identificadores. Então conseguimos fazer trabalhos maiores utilizando essas pelúcias. E também diminui aquilo de que muitas pessoas acham que são organismos feios quando vê a larva do inseto na lupa do microscópio. Na pelúcia, ela acaba achando bonitinho e fica mais atrativo para as ações que a gente executa”.

Aproveitamos para lembrar vocês que até seres pequenos precisam de água potável! Então comece a cuidar da água não só para você, mas para esses animais também!

*Matéria produzida por Adhara Beatriz C.Moreira, adolescente da Legião da Boa Vontade (LBV) – Brasília (DF) capacitada durante formação realizada pelo Parque Tecnológico Itaipu (PTI) nos dias 15 e 16 de março na sede da Agência Nacional de Águas (ANA).

Última modificação em Quarta, 21 Março 2018 14:36
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