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Projeto Sanear promove acesso à água potável para moradores da Amazônia

Morador de comunidade amazônica beneficiado pelo Projeto apresenta resultados durante o 8º Fórum Mundial da Água
Projeto Sanear promove acesso à água potável para moradores da Amazônia

O Fórum Mundial da Água, que acontece em Brasília entre os dias 18 e 23 de março, reúne diversas boas práticas e iniciativas que promovem a gestão dos recursos hídricos. Entre elas, está o Projeto Sanear Amazônia, que promove o acesso à água potável para moradores de comunidades amazônicas.

Apesar estarem localizados em uma área de abundante em quantidade de água, em alguns períodos, as comunidades da Amazônia não tem acesso à água de qualidade para consumo humano e nem reservatório para períodos de intenso verão.

A coordenadora pedagógica do Projeto, Antônia Suzi Barros de Lima, explicou como funcionam os sistemas promovidos pelo projeto:

“O Projeto Sanear Amazônia é uma tecnologia criada e desenvolvida pela Asproc (Associação de Produtores Rurais de Carauari), com apoio da Universidade de Brasília inicialmente – que apoiou no desenvolvimento dessa tecnologia para captar, tratar e distribuir água nas comunidades ribeirinhas do médio Juruá. Então primeira experiência foi desenvolvida na reserva extrativista do médio Juruá, na comunidade de São Raimundo, em 2008. Depois, essa experiência de sucesso foi apoiada financeiramente pela Petrobras e foi ampliada para mais 6 comunidades, inclusive fazendo um teste em uma comunidade de várzea. Esse sistema de captação de água requer implementação de infraestrutura, por exemplo, 3 reservatórios de caixas de 5 mil litros, cada família recebe uma caixa de mil litros, um banheiro construído com placas pré-moldadas de cimento e uma fossa séptica construída de cimento também”.

Suzi comentou ainda o que mudou desde a implantação do projeto nas comunidades que são atendidas:

“O lago que eles tinham na frente da casa deles secava, concentrava um alto teor de ferrugem, totalmente inapropriada pra consumo e a comunidade estava se sentindo ameaçada. Foi feito um acompanhamento de controle parasitológico das crianças na época antes da implantação do projeto e foi detectado que 98% das crianças de 0 a 12 anos apresentaram algum tipo de verminose, ameba… relacionado ao uso da água imprópria pra consumo”.

O projeto é realizado pelo Memorial Chico Mendes, com apoio de diversas instituições incluindo universidades e órgãos governamentais.


*Matéria produzida por Gabriela Curcino Nascimento, adolescente da Legião da Boa Vontade (LBV) – Brasília (DF) capacitada durante formação realizada pelo Parque Tecnológico Itaipu (PTI) nos dias 15 e 16 de março, na sede da Agência Nacional de Águas (ANA).
Última modificação em Quarta, 21 Março 2018 20:29
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