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Peixes marcados em Yacyretá vencem 480 km e passam pelo Canal da Piracema

Os profissionais da Divisão de Reservatório da Itaipu tiveram, no final de fevereiro, dois registros inéditos de peixes marcados na usina hidrelétrica binacional de Yacyretá, localizada na fronteira da Argentina com o Paraguai. Os animais percorreram cerca de 480 km entre a saída dos elevadores de Yacyretá até a tomada d’água do Canal da Piracema de Itaipu, onde foram registrados.

Os peixes, um pintado (Pseudoplatystoma corruscans) de 73 cm e um dourado (Salminus brasiliensis) de 42 cm, foram marcados no final de 2017 na altura dos elevadores para peixes, da usina de Yacyretá. Embora menos comum que as escadas, como as do Canal da Piracema, os elevadores também são usados para permitir a passagem dos peixes pelas barragens.

A dupla usou o elevador de Yacyretá, subiu o Canal da Piracema e foi registrada nadando em direção ao reservatório de Itaipu por meio do sistema de monitoramento eletrônico (pit-telemetria), usado desde 2009. Entre a marcação e o registro, o pintado nadou por 83 dias e o dourado por 75.



A marcação eletrônica dos peixes começou a ser feita em Yacyretá em 2013. Foram 80 peixes, mas nenhum chegou ao Canal da Piracema. Em 2017, outra campanha foi feita, sendo marcados 668 peixes de 18 espécies migratórias de longa distância. Dois deles foram registrados em fevereiro.

“Estes registros demonstram a ampla capacidade natatória destas espécies”, explica Maurício Adames, da Divisão de Reservatório. Para ele, o Canal da Piracema funciona como um “corredor de biodiversidade” capaz de promover a conservação destas espécies por meio do fluxo gênico entre as populações situadas a jusante e a montante da barragem de Itaipu.

Marcação de peixes

Além da marcação eletrônica, a Itaipu Binacional realiza, desde 1997, em sua área de influência a marcação de peixes com marcas plásticas externas inseridas na base da nadadeira dorsal dos peixes. O objetivo do programa é conhecer as rotas de migração e as tendências comportamentais das espécies migratórias.

Ao longo do programa já foram marcados mais de 50.000 peixes. Para contribuir com a pesquisa basta o pescador que capturar um peixe marcado entrar em contato pelo telefone 0800-645-2002, repassando informações como o número da marca, espécie, comprimento, data e local de captura. Pela colaboração o pescador recebe um brinde.

(JIE/Itaipu)
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