Portuguese English Spanish
Entrar

Entrar

Faça seu login
ou use sua conta
Lembrar-me

Create an account

Campos marcados com * são obrigatórios
Nome (*)
Nome de usuário (*)
Senha (*)
Confirmação de senha (*)
Email (*)
Confirmação de email (*)
BUSCA
Podcast Unesp

Podcast Unesp

Evolução do sistema de irrigação por gotejamento possibilitou acessibilidade ao método

O Podcast Unesp em parceria com a área de Hidráulica e Irrigação do campus de Ilha Solteira da Unesp, publica semanalmente noticiários sobre a agricultura irrigada e agroclimatologia. O objetivo é orientar as formas de manejo racional da água e energia. Luiz Carlos Fernandes, diretor geral da IRRITEC Brasil, faz um balanço dos sistemas de irrigação por gotejamento do país.

“Falando especificamente em relação ao sistema de irrigação por gotejamento. Hoje o Brasil tem disponível no mercado, as mais variadas opções de produtos e soluções para gotejamento. Os principais fabricantes mundiais estão instalados aqui no Brasil. Nos últimos dez anos, nós temos experimentado um grande crescimento no seguimento de irrigação localizada por gotejamento, principalmente impulsionado pela busca da melhoria da produtividade agrícola e também pela restrição da disponibilidade de recursos hídricos. Um outro fator que também contribuiu para o crescimento do gotejamento, foi a introdução de tubos gotejadores de paredes delgadas, também conhecidos no mercado como esfincters e fitas de gotejamento.”

O diretor destaca os tipos de sistemas e os seus benefícios.

“Hoje a gente dispõe de uma variedade muito grande, tanto de gotejadores quanto do tubo gotejador. Tubo gotejador é um produto oriundo da inserção de uma peça chamada gotejador, dentro de um tubo de polietileno. Graças a essa tecnologia, hoje o gotejamento se tornou mais acessível para o produtor. Graças a inovação tecnológica, nós conseguimos hoje tubos gotejadores com espessuras de parede muito finas, por exemplo: 0,15 milímetros. São tubos gotejadores de durabilidade curta, compatível com algumas culturas de ciclo curto. Ou seja, o agricultor faz um investimento compatível com o ciclo da cultura, ou seja, inclui o valor desse gotejador no custo de produção. Nós temos também espessuras como 0,9, que são mais tradicionais, com a expectativa de durabilidade, superior a dez anos. Além da espessura do tubo, tem a questão da característica e da vazão do gotejador. Hoje nós dispomos de uma variedade muito grande nesse sentido. Também dispõe-se hoje de tecnologias muito importantes em relação ao gotejamento, com relação a filtragem. Hoje, cada dia mais a água disponível para irrigação, se torna um pouco mais complicada em termos de qualidade e a filtragem se torna fundamental para o funcionamento do gotejamento.”

Fernandes relembra a trajetória da IRRITEC.

“A IRRITEC foi fundada há mais de 40 anos na Itália e hoje é um dos cinco maiores fabricantes de irrigação por gotejamento no mundo. No Brasil, as suas atividades começaram antes da instalação direta, que através de importadores, traziam alguns produtos da IRRITEC. A IRRITEC inicialmente foi conhecida no Brasil, como uma fabricante de filtros e conexões, depois de algum tempo, começaram a chegar outros produtos, como os tubos gotejadores de parede delgada, e desde 2012, ela se instalou aqui como uma subsidiária e a partir de 2013 com produção local de tubos gotejadores. E hoje nós alcançamos uma importante posição no mercado, como um dos grandes fornecedores de produtos para o gotejamento.”
Leia mais ...

Sistema por pivô central a distância é grande avanço no gerenciamento da irrigação

O Podcast Unesp em parceria com a área de Hidráulica e Irrigação do campus de Ilha Solteira da Unesp, publica semanalmente noticiários sobre a agricultura irrigada e agroclimatologia. O objetivo é orientar as formas de manejo racional da água e energia. Ivan Wegener, engenheiro mecânico e diretor comercial da empresa Lindsay, informa detalhes sobre o sistema de irrigação por pivô central oferecido pela firma.

“O sistema de pivô central é um sistema de irrigação por aspersão, basicamente indicado para culturas não perenes. Para culturas como arroz, soja, batata, milho. Nós trabalhamos com esse sistema de irrigação no mundo, há mais de 50 anos, nós somos líderes em tecnologia a nível mundial com esse sistema de irrigação. Temos um sistema muito robusto, muito maduro, e que tem uma tecnologia embargada muito forte.”

O diretor ressalta o sistema de irrigação e o diferencial do sistema de Lindsay.

“A irrigação é muito importante para qualquer cultura, que basicamente consiste na reposição da necessidade hídrica da planta durante o ciclo dessa cultura. Nós temos um sistema de irrigação chamado pivô central, e nós temos um gerenciamento de irrigação remoto. É um controle remoto que fornece gerenciamento e monitoramento para esses sistemas centrais no mundo todo. Esse sistema de gerenciamento é uma solução pioneira na indústria de irrigação a nível de web – se chama FIELDNET. É um grande avanço no gerenciamento de irrigação e está no mercado há mais de 10 anos. Nós recebemos prêmios na sociedade americana de engenheiros e biólogos, como um dos melhores e mais inovadores produtos desenvolvidos para o mercado de irrigação a nível mundial. Foi nomeado o produto do ano em 2007, na Feira Internacional de Irrigação em San Diego. Normalmente, para você ter uma ideia, o pivô central tem um painel de comando, onde o produtor vai até o centro dessa máquina no seu painel, e vai fazer a programação de irrigação nesse painel. Quantos milímetros ele quer aplicar, quando ele que irrigar, qual é o volume de água, em que momento – ele pode fazer tudo isso no pé do pivô. Nós da Lindsay, fornecemos o sistema FIELDNET, que pode fazer o gerenciamento baseado na web, a distancia e em qualquer lugar do mundo. E não trabalhamos só com equipamentos da nossa marca, trabalhamos também com equipamentos de outras marcas. Nós trabalhamos com plataformas de aplicativos móveis – IOS ou Android. Assim o cliente pode trabalhar com o tablet ou com o smartphone, tendo o controle total e rápido do seus sistema.”

Wegener aponta as vantagens por irrigação de FIELDNET.

“Basicamente o foco é redução de tempo no campo, redução de gastos de recursos, redução de mão de obra, existe muito maior controle na operação. O que a gente busca oferecer para o produtor, é o aumento da produtividade, e evitar perdas com a irrigação, perdas com a energia, e perdas com água, por exemplo. É um processo bastante estudado, bastante minucioso, com muito cuidado, com muita preocupação com sustentabilidade ambiental, e principalmente com redução de custos, e uma boa aplicação de água. A preocupação com o solo é importante e a preocupação com a cultura a ser irrigada, também é muito importante.”
Leia mais ...

Mapa sobre regiões homogêneas de evapotranspiração é mais uma ferramenta para o manejo racional da água

O Podcast Unesp em parceria com a área de Hidráulica e Irrigação do campus de Ilha Solteira da Unesp, publica semanalmente noticiários sobre a agricultura irrigada e agroclimatologia. O objetivo é orientar as formas de manejo racional da água e energia. Fernando Braz Tangerino, professor da Unesp de Ilha Solteira, apresenta o trabalho que levou a criação do mapa sobre regiões homogêneas de evapotranspiração.

“Em 2010, o projeto Modelagem da Produtividade da água em bacias hidrográficas, financiado pela Fapesp, implantou a rede agrometeorológica do noroeste paulista, passando a registrar em condições padronizadas as variáveis climáticas. Neste projeto, em 2011 é lançado o Canal Clima da Unesp Ilha Solteira, a parte visível da rede, se tornando mais um canal de comunicação, oferecido pela área de hidráulica e irrigação. Onde as variáveis agroclimatológicas são disponibilizadas a todos os internautas. Ela foi estabelecida para alicerçar as pesquisas em consumos de água pelas plantas, assume também um forte componente de extensão, com os dados disponibilizados de forma livre e gratuita, tanto em tempo real, como na base histórica, permitindo uma infinidade de aplicações, cada dia mais relevantes, face as mudanças climáticas e eventos extremos cada vez mais frequentes. E assim, irrigantes ao acessar o canal clima diariamente, sabem exatamente qual deve ser o tempo de irrigação para aplicar a água de acordo com as reais necessidades das culturas. Uma vez que é divulgada a iniciativa da evapotranspiração. Avançamos mais um pouco no apoio aos irrigantes, aproveitamos ainda mais os investimentos feitos com recursos públicos, e facilitamos o dia a dia na determinação das necessidades de água nas suas lavouras. O engenheiro agrônomo, Josué Ferreira da Silva Junior, defendendo seu doutorado junto ao programa de pós-irrigação e drenagem da Unesp, com a tese intitulada evapotranspiração de referência, como base para o manejo da irrigação no noroeste paulista. Utilizando dados provenientes da rede agrometeorológica do noroeste paulista, foi elaborado um mapa caracterizando as zonas homogêneas de evapotranspiração de toda a região, disponibilizando mais uma ferramenta para o adequado manejo da irrigação.”

Tangerino destaca a importância da ferramenta.

“Além de quantificar os meses de déficit hídrico de todo o noroeste paulista, foram determinadas e validadas, quatro zonas homogêneas de evapotranspiração. Que permite que irrigantes usem a base histórica da evapotranspiração para a transformação das suas irrigações. Diminuindo os custos de produção, aumentando suas receitas, e ainda preservando os recursos hídricos. Parabéns Josué por mais essa conquista. E aos avaliadores, Alberto Colombo, Daniel Carvalho, João Saad, Max Foleghatti, os nossos muito obrigado pelas sugestões e contribuição no refinamento de mais esse trabalho.”
Leia mais ...
Assinar este feed RSS
 
Centro Internacional de Hidroinformática | Parque Tecnológico Itaipu   Mantenedores   Desenvolvido por:
Av. Presidente Neves, 6731 | CEP 85.867-900
Foz do Iguaçu | Paraná | Brasil
+55 45 3576-7038
   
  • Todos os Direitos Reservados