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Feira Internacional de Irrigação Brasil 2017 reunirá empresários e especialistas para discutir problemáticas e avanços do setor no país

O Podcast Unesp em parceria com a área de Hidráulica e Irrigação do campus de Ilha Solteira da Unesp, publica semanalmente noticiários sobre a agricultura irrigada e agroclimatologia. O objetivo é orientar as formas de manejo racional da água e energia. Denizart Vidigal, engenheiro agrônomo e coordenador da Feira Internacional de Irrigação Brasil - FIIB 2017, esclarece detalhes do evento gratuito que acontecerá de 1 a 3 de agosto em Campinas.

“A FIIB é o primeiro evento que se realiza no Brasil procurando reunir especificamente empresas de irrigação. A intenção desse evento é promover o uso da irrigação, o uso da técnica de irrigação, de fundir as necessidades do setor, e apresentar novidades das empresas e fabricantes de equipamentos de irrigação. A feira vai ter três dias de evento. No primeiro dia nós teremos uma solenidade de abertura com algumas autoridades presentes, como o secretários de agricultura e abastecimento de São Paulo, Arnaldo Jardim. Vai estar também o Secretário de Estado do Meio Ambiente de São Paulo, Ricardo Sales, teremos também a presença do presidente da Brasmilho, ex-ministro Alysson Paulinelli, além dos representantes no setor, como o presidente da câmara setorial de irrigação da ABMAQ, e o presidente da BID também estarão presentes no evento. Após isso nós teremos palestras importantes, com diversos técnicos de universidades do Brasil, Embrapa, enfim, bem diversificado – políticos e temas técnicos envolvidos no setor.”

O coordenador destaca o público-alvo e aos procedimentos de inscrição.

“A feira é direcionada para um público bem específico e que trabalha com irrigação. É um evento gratuito e a única restrição é que seja maior de 18 anos, e a inscrição é feita através do site ou no próprio local, de 1 a 3 de agosto, das 9h00 às 18h00 no Centro de Convenções Expo Don Pedro.”

Vidigal comenta sobre a importância do evento, para o setor da irrigação.

“É importante essa reunião de todos os setores., porque a irrigação precisa de um destaque perante a sociedade. Precisa que a sociedade reconheça a importância desse setor, e para a economia como um todo. Em um evento como esse, nós vamos estar discutindo essas necessidades tanto do setor, como os benefícios que ela pode proporcionar para a sociedade em geral. Então eu acho poderíamos destacar o evento como a maior feira de irrigação do Brasil. Nós nunca tivemos um evento que reunisse tantas empresas do setor no mesmo evento.”

Outras informações sobre o evento, podem ser obtidas na página: www.feiradeirrigacao.com.br.
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Projeto de irrigação Mandacaru aumenta produtividade de culturas com menor consumo de água no Nordeste do Brasil

O Podcast Unesp em parceria com a área de Hidráulica e Irrigação do campus de Ilha Solteira da Unesp, publica semanalmente noticiários sobre a agricultura irrigada e agroclimatologia. O objetivo é orientar as formas de manejo racional da água e energia. Rodrigo Franco Vieira, especialista em irrigação e engenheiro agrônomo da CODEVASF – Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Paranaíba e um dos idealizadores do Projeto Mandacaru, apresenta o trabalho.

“A metodologia Mandacaru, foi criada há dez anos atrás com o objetivo de ver o que é que aconteceria se você trocasse o sistema de irrigação por suco, que aqui no nosso caso é extremamente perdulário, que é você ter uma eficiência de 17-20% apenas, por sistemas localizados. Aí a gente fez esse trabalho, eu e mais dois colegas fizemos, e a coisa deu resultados muito interessantes. O negócio ficou na prateleira por três anos, até que veio o prêmio da Câmara Americana de Comércio de São Paulo, que foi conferido pela primeira vez o nordeste. Aí os nossos supervisores da época se interessaram e plantaram, e virou uma metodologia. Por que uma metodologia? Porque não é simplesmente trocar o sistema de irrigação. Isso num balcão de loja, um bom vendedor, um bom projetista você faz. Mas é porque a gente analisa todas as circunstancias que envolvem a troca de sistemas: economia de energia, economia de água, investimento e análise financeira que é o principal, a capacidade de pagamento desse empreendimento. Como foi plantado no período de mandacaru pela primeira vez, aí batizamos assim. E a gente não tinha os resultados, o que aconteceu? E os índices de produtividade, o que aconteceu? Hoje nós já temos. Você tem cultura que quadruplicou a produtividade a produtividade com um consumo de água muito menor. “

O engenheiro destaca a participação no projeto em prêmios nacionais e internacionais.

“É a terceira vez que nós participamos. A primeira vez ficamos em quarto lugar, antes de termos os resultados, depois fomos finalistas no último premio ANA, e agora nós de novo estamos concorrendo porque nós queremos ganhar, e a gente está mostrando como é que se faz. A gente está mostrando que tem condição de fazer a economia de água com a irrigação, produzindo mais ou menos. Todos os anos a gente está em uma final de um grande prêmio e também muitas vezes disputando prêmios internacionais nessa área de meio ambiente e economia de recursos hídricos.”

Vieira ressalta a relevância da gestão da água na agricultura.

“O nordeste não só não se recuperou, como está se agravando. Mas isso já foi avisado há muito tempo, e infelizmente as providências não foram tomadas. A conscientização no fundo, tem que ser através do custo, do bolso. Porque enquanto a água for barata, as pessoas vão continuar a desperdiçar. Ninguém desperdiça gasolina. Ninguém liga seu carro e deixa gastando gasolina à toa. Ninguém pega fertilizante e joga fora. Mas por que fazem com a água? Porque a água ainda é um insumo barato dentro da agricultura. A água ainda tem que ter um custo de produção, ela tem que ter um valor, porque ai sim vai começar a ser reduzido. Pra você ter uma ideia, a metodologia mandacaru foi empregada para mais quatro perímetros. Não foi implantada mais por falta de recursos. Mas esses quatro perímetros já se tem uma economia de no mínimo, 70% do volume anual bombeado. 30% de água, é muita água. E o custo disso? A água tem que ser cobrada e tem que ser cara! Mas essa cobrança tem que ser revertida para a própria irrigação, porque é assim que você vai conscientizar. Esse negocio de que é braço do rio, isso não funciona. O que funciona é por preço no insumo água.”
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Professor da Unesp comenta impacto do déficit hídrico para citricultura no Noroeste Paulista

O Podcast Unesp em parceria com a área de Hidráulica e Irrigação do campus de Ilha Solteira da Unesp, publica semanalmente noticiários sobre a agricultura irrigada e agroclimatologia. O objetivo é orientar as formas de manejo racional da água e energia. Fernando Braz Tangerino, professor da Unesp de Ilha Solteira, comenta o impacto do déficit hídrico na citricultura do Noroeste Paulista.

“Aqui no noroeste paulista, já estamos há 53 dias sem chuvas. Enquanto que no ano passado, também não registramos chuvas na primeira quinzena de julho, e a evapotranspiração que é o processo de evaporação da água do solo e transpiração das plantas, acumuladas somente nesse julho, está em 38 milímetros, e assim, estamos com período de déficit hídrico estabelecido. Em culturas perenes, como o citros, a resposta a irrigação em determinado estágio de desenvolvimento, é muito dependente da disponibilidade hídrica anterior a esse estágio. Ou seja, o crescimento vegetativo de um ano, é influenciado pela estação anterior. O mês de junho marcou o início do inverno no hemisfério sul, e normalmente nessa época, esperamos períodos de baixa temperatura e déficit hídrico, e no citros, ocorre a transição da indução floral, que é a transformação das gemas vegetativas em gemas reprodutivas. Iniciadas em abril e maio, quando as plantas entram em repouso vegetativo. Período essencial para o florescimento. E a sua duração, determina a quantidade de flores produzidas. A transição do período de repouso, pode durar de 60 a 120 dias, para que o florescimento cresça em meados da primavera, quando o adequado fornecimento de água é necessário porque o prolongado déficit hídrico, irá retardar não somente o florescimento, mas também conduzir a uma super produção de flores, e assim resultarem em altas produções no ano. A irrigação entre citros, tem aumentado na região noroeste paulista diante dos frequentes períodos de veranicos. Situação em que os produtores definem como irrigação de salvação. Seguindo na linha da citricultura, em março deste ano entrou em vigor a legislação sobre o sistema de mitigação de risco. Que deixa de ser necessária a radicação das árvores doentes por campos cítricos, e fica proibida apenas a comercialização dos frutos com os sintomas da doença. Colaborou com esta edição do podIrrigar, Emanuele Amendola.”
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