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Podcast Unesp

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Doutorando da Unesp desenvolve método de mapeamento da população de anfíbios no Estado de São Paulo

O aluno de doutorado do Instituto de BioCiências da Unesp em Rio Claro, João Gabriel Giovanelli, desenvolveu um método para mapear a distribuição regional das espécies de anfíbios, encontradas em São Paulo. O estudo intitulado “Modelagem da distribuição geográfica dos anfíbios do estado de São Paulo”, tem como objetivo fornecer um levantamento com informações detalhadas sobre a espécie, para auxiliar no planejamento de projetos de conservação e desenvolvimento urbano sustentável. João Gabriel Giovanelli, doutorando em zoologia da Unesp em Rio Claro e autor da tese, destaca os objetivos e relevância do trabalho.

“O objetivo principal é desenvolver métodos de modelagem nicho ecológico dos anfíbios do estado de São Paulo. Os modelos, são baseados nos pontos de ocorrência onde essas espécies ocorrem. Então, existem modelos matemáticos que estimam a ocorrência dessas espécies, através de regras matemáticas. Então com poucos pontos de ocorrência , a gente consegue através dos cruzamentos desses pontos de ocorrência, com variáveis ambientais, estimar onde essas espécies podem ocorrer. Mesmo com o estado de São Paulo sendo um lugar onde a gente conhece muito os anfíbios, a gente ainda tem pouco conhecimento de onde essas espécies estão. Então, é muito caro irmos a campo, e muito demorado até para acharmos todas essas espécies. Então a maneira mais fácil, era desenvolver um método que estimasse as regiões de ocorrência dessas espécies. E com isso, teríamos um resultado final, mapas de diversos tipos, e depois selecionaríamos as áreas mais ricas que seriam úteis para o planejamento ambiental do estado de São Paulo. Principalmente em projetos de licenciamento ambiental, e plano de manejo de unidades de conservação. Que são os parques e as reservas que tem no estado de São Paulo.”

Giovanelli destaca os resultados já observados.

“O estado de São Paulo, é o estado que tem o maior conhecimento de anfíbios, muito por conta do projeto “Bioma” da Fapesp. Então a gente já sabia que no estado, tínhamos aproximadamente 240 espécies de anfíbios, mas nessa compilação de dados, já estamos com uma lista de mais de 250 espécies que ocorrem no estado de São Paulo, a gente já fez alguns testes com algumas espécies, e foi possível mapear com uma solução bem detalhada, principalmente para uma escala de tomadas de decisão de um município, então a gente já consegue, já testamos alguns métodos, e selecionamos variáveis ambientais importantes para fazer esses modelos de nicho ecológico, e os resultados foram bem satisfatórios, mostrando que é possível modelar algumas espécies, para uma escala de tomadas de decisão, a nível de município. A gente já aplicou alguns desses modelos, para verificar o potencial de invasão de um sapinho que invadiu o Brasil, principalmente em na cidade de São Paulo, no bairro do Brooklin. E uma espécie das Antilhas, e não se sabe como chegou aqui no Brasil, mas pelo fato de ele ter um canto bem estridente durante a noite, muitas pessoas reclamaram dele, e como é uma espécie exótica, a gente não sabe o comportamento dessa espécie aqui no Brasil. Então a gente já usou esse modelo para estimar até onde a espécie pode se dispersar no estado de São Paulo.”
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Podcast Unesp: Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento

A Assembleia Geral das Nações Unidas selecionou o ano de 2017 como o Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento. A data foi escolhida com o objetivo de reconhecer a importância do turismo para o desenvolvimento econômico, social e ambiental das cidades por todo o mundo, além de promover apreciação e respeito às diferentes culturas, contribuindo assim para o fortalecimento da paz em todo o planeta. Com base na decisão, o professor Fábio Luciano Violin, doutor em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional, e coordenador do curso de Turismo da Unesp em Rosana (SP), desenvolveu um artigo intitulado "Turismo Sustentável – Uma equação difícil de ser fechada" analisando a relevância do ano. O professor comenta a importância do turismo e da sustentabilidade para a sociedade.

“A importância fica muito expressa por algumas questões. Primeiro: Se você observar, senão todos, mas uma grande parte dos países considerados de primeiro mundo, tem no turismo uma base muito forte, uma multidão trabalhando e com bases muito interessantes. Quando a gente começa a observar que em determinados locais, você passa a ter escassez e efeitos danosos, você compreende que o turismo é um dos setores que passa pela maioria das crises ao longo das décadas às vezes sem sentir essa crise. É um contrassenso você discutir um retrocesso a ideia da sustentabilidade, de empresas sustentáveis, de ações sustentáveis. É um contrassenso você imaginar que as famílias, (aí sai até do próprio turismo) não pensem em ações de redução de consumo, de um consumo mais inteligente. Então qualquer coisa que vier contrária a essa vertente, seguramente é um retrocesso que não só danifica o próprio local, o próprio país e a própria empresa, mas o entorno. Se você observar o turismo, ele leva um impacto econômico imenso para todas as organizações e o sustentável também surge no turismo. Mas se você observar a parte industrial, as industrias em si, já falam em sustentabilidade, porque ela além de ser boa pro entorno, ela é economicamente mais interessante, porque você consegue otimizar recursos, então tudo aquilo que vem contra essa vertente de pensar processos, produtos e pessoas, possivelmente vai gerar resultados bastante danosos, porque algum tipo de grupo, algum dos elementos desse tripé, será prejudicado.”

Violin acredita que a sociedade tem apresentado consciência sobre a temática e sinaliza o caso dos Estados Unidos.

“A população tem começado a prestar mais atenção, e tem começado a se posicionar, então eu acho muito difícil que a sociedade de um modo geral volte a aceitar modos antigos das coisas serem feitas se não forem melhores do que a proposta atual. Essa é uma lógica, é uma tendencia que deve se consolidar. O Brasil tem mostrado algumas coisas nesse sentido, mas em alguns outros países já existe inclusive uma tradição de posicionamento da população quando ela não está contente com algumas questões. Acho que até os próprios Estados Unidos já demonstram isso. O próprio Trump tem se posicionado com algumas linhas de pensamento e a crítica que ele tem recebido em alguns grupos, tem se posicionado e se mostrado, e possivelmente dentro de um certo período, deve mostrar a sua força.”
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29º Encontro Técnico do GIFC destaca a irrigação em cana como uma das ações necessárias para elevação da produtividade

O Podcast Unesp em parceria com a área de Hidráulica e Irrigação do campus de Ilha Solteira da Unesp, publica semanalmente noticiários sobre a agricultura irrigada e agroclimatologia. O objetivo é orientar as formas de manejo racional da água e energia. Fernando Braz Tangerino, professor da Unesp de Ilha Solteira, conta detalhes do 29° Encontro Técnico de Irrigação e Fertirrigação em Cana.

“O grupo de irrigação e fertirrigação em cana, realizou o seu 29° Encontro em Ribeirão Preto, com o tema Agrometeorologia Aplicada a Irrigação. Os palestrantes discutiram a fisiologia, agrometeorologia e o sensoreamento remoto aplicados no planejamento da safra, na determinação de lâminas e na escolha dos sistemas de irrigação e no dia a dia do manejo. E ainda, agrometeorologia como ferramenta de monitoramento de prevenção. O encontro teve a participação de professores da Unesp, como Alexandre Barcelos Daurín e Luís Fabiano Palaretti, que vieram de Jabuticabal, enquanto que Paulo Alexandre de Figueiredo, veio de Dracena para fazer a palestra sobre a fisiologia da planta e como o solo é afetado pelos elementos climáticos. Com explicações detalhadas, e intenso debate visando desde a formação das raízes, crescimento das plantas, aspectos da bio-química e definição da colheita para alta produtividade. Já Guilherme Dumit, mostrou exemplos práticos do uso da agrometeorologia e sensoreamento remoto como ferramenta de monitoramento e prevenção do desempenho produtivo desenvolvidos pela sua empresa – a SIGMA Geotecnologias. A deficiência hídrica da cana-de-açúcar na região centro-sul, analisando as últimas safras, foi tema da apresentação de Bernardo Rudolf e Danilo Aguiar, diretores da Agro-Satélite Geotecnologia.”

Tangerino destaca a participação da Unesp no evento.

“Iniciamos a nossa palestra Manejo da Irrigação, Solo ou Atmosfera e como fazer, revisando a produtividade média da cana no centro-sul, que mostra comportamento semelhante das diferentes regiões, somente quando a chuva é farta e bem distribuída – o que não tem sido frequente. E assim, na maioria dos anos, regiões com predomínio de solo arenoso, e de histórico déficit hídrico sofrem mais. E para depois desenvolver uma visão bastante prática de como usar a água de forma eficiente na agricultura, partindo sempre da primícia de que o setor não pode se manter com produtividade média de 81 toneladas por hectare, e deve investir mais em irrigação. Abordamos cada passo do manejo da irrigação, desde a busca pelos dados de entrada para estimativa de consumo de água pelas plantas, até a escolha da lâmina a ser aplicada em função da fisiologia da cultura, cobertura de solo e a armazenamento de água no momento da irrigação. Na parte final da nossa palestra, mostramos que a Unesp associada ao Embrapa e Universidade do Nebraska, trabalha pesquisas para disponibilizar informações de coeficiente técnico que podem dar suporte a irrigação eficiente do uso da água. Mostramos os resultados preliminares da identificação de coeficientes de cultura em função da evapotranspiração atual, e combinados com o uso da água na cultura, resultam num indicador chamado de produtividade da água, uma poderosa ferramenta de trabalho para identificar problemas de ordem agronômica e de gestão, e que tem sido parte das nossas pesquisas no noroeste paulista. Para encerrar o dia de intensas discussões, aconteceu o tradicional debate coordenado por Marco Antônio Viana, quando houve oportunidade de maior interação com os participantes e agregação dos conhecimentos compartilhados. Resumindo, foi uma ótima oportunidade de aprendizado.”
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