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Integração entre empresas e universidades favorece produção de tecnologias na área da irrigação

A Web Rádio Água e o Podcast Unesp - projeto desenvolvido pela Assessoria de Comunicação e Imprensa da Universidade Estadual Paulista (Unesp) - mantém uma parceria para intercâmbio de conteúdos.

Nesta semana, Bruno Leite Teixeira Perroni, supervisor regional de vendas da Lindsay América do Sul, faz um panorama da visita de pós-graduandos da Unesp de Ilha Solteira na empresa:


“Nós tivemos a visita dos alunos de pós-graduação da UNESP aqui na Lindsay. Foi um momento especial, nós gostamos de receber a academia dentro da empresa, de conversar, de trocar experiências sobre o que se faz nas empresas, como podemos aproximar a academia da empresa e a empresa da academia. Para nós foi uma visita muito importante. Conseguimos mostrar o que há de mais moderno na questão da irrigação, o que a empresa esta fazendo em questão de tecnologia. Compartilhar um pouco dessa experiência com os pós-graduandos foi muito importante para a gente”.

Perroni comenta a importância da integração entre empresas e universidades:


“Todo nosso trabalho é pautado pelo o que está acontecendo na acadêmia. Muito dos estudos, do que as empresas aplicam hoje vem da questão das universidades, dos trabalhos feitos dentro das universidades. O que as empresas fazem é converter esses trabalhos de forma que seja aceita pelo mercado e pelos consumidores - irrigantes e produtores rurais - então esporadicamente, sempre acaba fazendo umas parcerias, alguns projetos específicos desenvolvidos junto com as universidades. Isso acontece tanto aqui no Brasil quanto na matriz, no Estados Unidos, existe essa integração entre a universidade e a empresa”.


Outras informações sobre irrigação e agroclimatologia podem ser obtidas na página clima.feis.unesp.br.

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Quais os procedimentos para garantir a disponibilidade de água na agricultura?

A Web Rádio Água e o Podcast Unesp - projeto desenvolvido pela Assessoria de Comunicação e Imprensa da Universidade Estadual Paulista (Unesp) - mantém uma parceria para intercâmbio de conteúdos. Nesta semana, Fernando Braz Tangerino, professor da Unesp de Ilha Solteira, indica procedimentos para garantir a disponibilidade de água na agricultura irrigada.

“Quando desejamos fazer investimentos em sistemas de irrigação para garantir a sustentabilidade do negócio da produção de alimentos, o primeiro passo é aferir a disponibilidade de água nas proximidades de onde pretendemos estabelecer a agropecuária irrigada. Precisamos verificar a vazão disponível. Para fins de irrigação, o deficit hídrico e a maior exigência de água acontecerá na menor vazão anual. Assim, o campo é a vazão mínima que nos interessa e são duas as vazões a se preocupar e avaliar: a vazão real, que erá medida na estação seca e a outra é a vazão regionalizada, que será obtida por cálculos que envolvem a probabilidade de ocorrência a partir de uma série histórica de chuva. A outorga do uso da água se baseará em uma probabilidade de ocorrência de uma determinada vazão. Algumas agências adotam o Q7,10 como referência, como o caso do Estado de São Paulo, e outras podem utilizar o Q 95. E a área máxima possível de ser irrigada é determina em função desse indicador estatístico. E a representação espacial da regionalização hidrológica é fundamental para o planejamento do uso e preservação dos recursos hídricos de uma região, necessários para expansão da agropecuária irrigada que, com seus efeitos multiplicadores, levam ao desenvolvimento socioeconômico de regiões inteiras. E a oferta de água nas microbacias, depende da área da microbacia, do total da chuva histórica anual e do uso e ocupação do solo, que leva a separação da água das chuvas em fluxos de base ou superficial.”

Tangerino aponta outras medidas para assegurar o funcionamento das microbacias.

“Muitos nos perguntam quais as ações, além das construções de barragens de terra, devem ser empreendidas no sentido de promover a maior permanência da água nas microbacias. De forma efetiva deve se realizar ações que promovam infiltração da água no solo em detrimento do escoamento de superfície, por exemplo, o plantio direto, o cultivo mínimo, a implantação de curso de nível e terraços, a recomposição da mata ciliar, a proteção de áreas de elevadas declividades e o uso eficiente da água realizando o manejo da irrigação, via solo ou atmosfera, mas controlando a água aplicada. Para garantir a segurança hídrica, precisamos de forma simultânea, usar bem a água disponível, protegendo-a, a partir do momento em que, através das chuvas, ela toca o solo.”

Outras informações sobre o tema podem ser obtidas no artigo “Avaliação da disponibilidade hídrica na Bacia Hidrográfica do Rio São José dos Dourados, no Noroeste Paulista”, de Hernandes e Franco, disponível no site clima.feis.unesp.br.
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Especialista da Unesp relata a relevância da produtividade da água

A Web Rádio Água e o Podcast Unesp - projeto desenvolvido pela Assessoria de Comunicação e Imprensa da Universidade Estadual Paulista (Unesp) - mantém uma parceria para intercâmbio de conteúdos.

Nesta semana, Fernando Braz Tangerino, professor da UNESP em Ilha Solteira, relata as dificuldades hídricas do período e aspectos sobre o poderoso conceito da produtividade de água:

“Estamos em período de deficit hídrico em boa parte da região Sudeste, o que inclui o estado de São Paulo e o Noroeste paulista, onde atuamos, através da UNESP, com foco na modernização da agropecuária alicerçada nos sistemas de irrigação. Mas o trabalho da área de hidráulica e irrigação da Unesp em Ilha Solteira vai muito além do monitoramento climático da região e proporciona a construção de balanços hídricos que levam a conclusão técnica da grande vulnerabilidade econômica no campo, quando não se conta com investimentos em sistemas de irrigação. Entre as pesquisas realizadas com foco na agricultura irrigada estão o uso combinado de informações climáticas colhidas em solos, através da rede agrometeorológica do Noroeste paulista, com técnicas de sensoreamento remoto e geoprocessamento que geram indicadores de desempenho dos sistemas de irrigação e coeficientes técnicos que subsidiam o uso racional da água que podem ser utilizados em várias regiões.” 

Tangerino sinaliza detalhes desse importante conceito conhecido como “produtividade de água”:

“A produtividade da água em sistemas agrícolas, nada mais é do que a relação do quanto se produziu a partir de cada unidade de volume de água utilizada na produção de um dado alimento ou produto. Por exemplo: estudos da nossa equipe concluíram que na safra de milho irrigado se produziu entre 1.7 à 2,16 quilos de grão de milho para cada metro cubico ou mil litros de água recebida pela cultura, enquanto que se produziu entre 7 e 13 quilos de silagem de milho para cada metro cubico de água. Mas qual o sentido prático de avaliar a produtividade da água em uma região? O objetivo maior é identificar pontos de estrangulamento e oportunidades para melhorar o lucro liquido da atividade econômica ao mesmo tempo em que melhoramos a eficiência do uso da água. Ou seja, com o mesmo volume de água podemos e devemos produzir mais. Podemos então distinguir qual a melhor estratégia a ser adotada, se devemos buscar o aumento da produtividade, nesse caso temos problemas agronômicos a serem resolvidos. Ou diminuir o total de água aplicada, quando então identificamos problemas de gestão da água. E mais, analisando a produtividade da água em uma mesma cultura em escala regional, podemos identificar e até premiar os melhores produtores de alimentos e usuários de água em uma região.”

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