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Welyton Manoel

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Sustentabilidade é tema de feira de ciências em Medianeira

O ambiente escolar pode ser um cenário ideal para a iniciação científica e render grandes frutos. Um exemplo disso é o Colégio Estadual Arthur da Costa e Silva, de Medianeira (PR), que organizou em setembro uma feira de ciências focada em projetos de cunho ambiental. A ideia é que essas iniciativas pudessem ser replicadas para a comunidade.

Ao todo, 13 trabalhos foram apresentadas ao público, conforme explica a diretora do colégio, Lúcia Wickert:

“Os professores trabalham com cada turma e ficam responsáveis por elas auxiliando no conteúdo trabalhado em sala, e ajudando a fazer maquetes para a apresentação desses trabalhos para o pessoal de fora, a comunidade escolar, enfim, tem toda uma organização. Então nós estivemos trabalhando com os alunos desde maio em sala. Eles fazendo trabalhos e indo atrás de maquetes. O processo é feito pelos alunos e os professores auxiliam. Cada professor pega uma turma para ser responsável e então os alunos fazem as pesquisas e depois eles colocam na prática.”




A diretora diz ainda que os alunos rapidamente se animaram com a ideia da feira e começaram a desenvolver os primeiros estudos das ideias sustentáveis. Os resultados foram maquetes, dramatizações e experiências químicas. Projetos sustentáveis que o colégio já realiza com os alunos.



“A nossa escola trabalha bastante a questão sustentável com projetos. Já fizemos projetos sobre a separação do lixo, temos projetos de cisternas, e assim, a escola tem vários projetos relacionados a esse assunto. E o objetivo disso foi que eles tentassem levar um pouquinho disso para a comunidade. Essa conscientização do meio ambiente.”

Com a feira, a intenção dos organizadores é que ajude a formar cidadãos mais conscientes e responsáveis sobre a importância da preservação do ambiente onde vivem.

*Com a supervisão do jornalista Vacy Álvaro
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Estudante de Londrina (PR) desenvolve projeto sobre biomonitoramento a partir de macrófitas

Você sabia que plantas aquáticas podem ajudar no biomonitoramento da qualidade da água? Este é o tema do projeto desenvolvido pela estudante Sophia de Aquino Ilário, de 15 anos. Na pesquisa, que já rendeu várias premiações, a aluna do Colégio Londrinense usa uma alga flutuante para monitorar a qualidade da água, ajudando a melhorar o ambiente.

Quem se impressiona com a idade da estudante, fica ainda mais surpreso ao saber que Sophia começou a desenvolver a pesquisa aos 11 anos, analisando a situação ambiental vivenciada pela população de Londrina (PR).



“Eu comecei a fazer esse projeto por causa de um lago que tem em Londrina, que fica no centro da cidade, e sofre muito com a poluição. Então a gente pensou em um aspecto para melhorar a qualidade e biomonitorar o ambiente. Então começamos a pesquisar sobre o que eram esses biomonitores, se tinham em nossa cidade, e o que faziam. E depois a gente começou a montar outros aspectos para ver o que podíamos fazer com isso e como a gente poderia utilizar esses biomonitores. Aí começamos a ver que além de monitorar a qualidade da água, conseguiríamos fazer outros testes para aprofundar mais nos estudos.”



De um simples trabalho desenvolvido para uma feira de ciências do colégio, o projeto foi ganhando dimensão e já coleciona resultados expressivos. Inclusive, foi uma das boas práticas apresentadas durante o Fórum Cidadão da Região Sul em Foz do Iguaçu. O evento é preparatório para o Fórum Mundial da Água, maior evento do setor, que será realizado em Brasília no próximo ano.

Todas as viagens e etapas do trabalho são acompanhadas de perto pela professora e orientadora do projeto, Alana Séleri.



“Para nós foi uma surpresa. Primeiro porque com 11 anos a Sophia já quis fazer um trabalho de uma preocupação ambiental bem grande. Foi uma surpresa. E a gente descobrir essa macrófita, já estava na literatura e não foi tanta surpresa. A gente começou com análises pequenas, verificando com um microscópio o que tinha na planta. Aí a gente começou a ver que tinha realmente potencial. A planta nas raízes dela, agrega micro-organismos que são bons para o meio ambiente, então eu e o professor coorientador começamos ali a ver que tinha realmente sucesso, e dependia da aluna para dar continuidade a isso. Em três anos de projeto, quando a gente fez realmente a primeira análise, que a gente pegou a água, trouxe ao laboratório e fez análises semanais durante o período de um mês, e vimos os valores sendo modificados e melhorados, percebemos que ali o projeto já tinha um destaque.”

A estudante também foi finalista de duas edições da FIciencias, a Feira de Inovação das Ciências e Engenharias que é realizada anualmente em Foz do Iguaçu (PR), e ainda este ano garantiu lugar na 9ª ExpoCiencias Latino Americana ESI-AMLAT, que será promovida em Antofagasta, no Chile.

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Rodovia PR-090 ganhará acostamento feito com asfalto sustentável

Você já ouviu falar em asfalto sustentável? Parece difícil imaginar que as vias que trafegamos diariamente também podem ser transformadas para impactar menos o meio ambiente. Na Holanda, por exemplo, um projeto ecológico tem como objetivo construir a primeira estrada do mundo feita com garrafas plásticas. Porém antes, uma ciclovia vai ser construída com o material para ser testada. Se aprovada, ganhará as ruas de Roterdã. Segundos os inventores, a inovação pode suportar variações de temperaturas entre -40°C e 80°C e sobrevive até três vezes mais do que o asfalto comum.

Mas aqui no Brasil também temos bons exemplos de iniciativas de transformação. Em Londrina, a Triunfo Econorte, concessionária que administra 341 quilômetros de estradas da região Norte do Paraná, está implantando um trecho de acostamento utilizando raspas de asfalto que sobraram da restauração das rodovias.

O engenheiro Guilherme Mamprim, gerente de obras da Econorte, explica melhor sobre o trabalho.

“Nós estávamos estudando já essa possibilidade porque é um material inerte que não era reutilizado. Então nós olhamos algumas biografias, alguns estudos que já tinha sido realizados com a utilização desse material, e desenvolvemos o nosso estudo com a nossa particularidade, que é a utilização desse material fresado com argila. Nós tivemos a primeira ideia e depois nós buscamos um laboratório de solos, que é uma empresa terceirizada, para chegar no traço ideal da mistura. Quanto eu iria utilizar do material fresado, verificação da granometria dos fresados que nós estávamos reutilizando, para chegar a mistura ideal desse material com a argila.”

O gerente ressalta a importância dessa atitude para o meio ambiente, pois dá uma nova utilidade para todo aquele material que não tinha uma destinação correta. Além disso, a ação evita o desperdício da fabricação de um novo produto. Grande alívio para a natureza, visto que a produção de asfalto é responsável pela emissão de 1,6 milhão de toneladas de CO2 por ano no mundo. Outro aspecto importante, é a facilidade de ser replicado em outras cidades.

“Isso daí pode ser replicado em todas as rodovias. Você só tem que tirar o traço ideal da mistura. Cada local, cada pavimento vai ter uma granometria. Então você tem que achar o traço ideal para chegar na mistura ideal.”

Nesta etapa serão asfaltados inicialmente 2 quilômetros de acostamento. Depois da fase de testes, a ideia é dar continuidade ao restante do acostamento da rodovia PR-090, que liga Alvorada do Sul á capital Curitiba. Se a qualidade for aprovada, podemos ter no futuro rodovias mais sustentáveis.

*Com a supervisão do jornalista Vacy Álvaro
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