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Poliana Corrêa

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Programa Oeste em Desenvolvimento e Emater movimentam piscicultura paranaense

O Programa Oeste em Desenvolvimento, através da Câmara Técnica do Peixe, está realizando uma série de ações para impulsionar a piscicultura no oeste do Paraná. Após levantar as potencialidades e diagnosticar os entraves existentes no setor, estão sendo desenvolvidas diversas capacitações visando atender com qualidade a crescente demanda.

Para se ter uma ideia, o oeste é o maior polo de criação de peixes no Estado, representando 69% de toda a produção. Segundo dados do Departamento de Economia Rural (Deral), a localidade é responsável pela produção de 55,5 mil toneladas de peixe por ano, sendo que 96% são de tilápia.



Uma das iniciativas mais recentes foi o apoio na realização de uma capacitação, promovida pelo Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), com objetivo de ampliar a assistência técnica aos piscicultores. Participaram da formação técnicos de 15 municípios da região.

De acordo com o médico veterinário do Emater, Gelson Hein, os treinamentos já vêm acontecendo há algum tempo e terão continuidade de forma cada vez mais ampla.

“Basicamente, nós já trabalhamos a parte de manejo, de qualidade de água, ambiência para esses peixes em viveiro de terra. Agora estávamos trabalhando a parte de estrutura dos viveiros, o preparo desses viveiros para receber os peixes e pra fazer a condução da criação ao longo do tempo. Nas próximas etapas vamos trabalhar a parte do manejo dos peixes, especificamente; o planejamento da atividade ao longo do ano – com todas as etapas que ela requer –; e também um pouco a comercialização, a despesca. Então essas serão as próximas etapas - que faremos um por mês”.

Além das formações, os técnicos e produtores contam ainda com o Manual Básico de Piscicultura, resultado de uma parceria entre Itaipu Binacional, POD, Emater e a Fundação Parque Tecnológico Itaipu.



O coordenador da Câmara do Peixe, Maurício Kosinski, destaca que estão em fase de implementação unidades de demonstração que poderão ser visitadas por produtores. O objetivo é permitir a visualização das boas práticas de produção e tecnologias disponíveis no setor.

“É muito gostoso produzir o peixe, é legal tratá-lo, mas acima de tudo está a necessidade de ser uma atividade viável. Economicamente viável, até pelo ciclo produtivo. Hoje a gente leva de 6 a 8 meses pra criar um mote de tilápias. Então, qualquer coisa que não ocorra adequadamente nesse período, pode colocar esses 6 a 8 meses de trabalho e de custo a perder. Então, é fundamental as pessoas que atuam no meio estarem qualificadas, estarem treinadas para que obtenham o melhor resultado econômico ao final desse cultivo, aliado a uma boa qualidade do produto que hoje o Oeste do Paraná é reconhecido pela qualidade do produto e pelo volume de produção, principalmente segmento de tilápias."

O Programa Oeste em Desenvolvimento é uma ação de Governança Regional que busca promover o desenvolvimento econômico da região por meio de um processo participativo. A iniciativa é composta por mais de 40 instituições da região, entre elas a Fundação Parque Tecnológico Itaipu e a Itaipu Binacional.
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Alunos do projeto Trilha Jovem participam de atividades sobre Educação Ambiental

Alunos do projeto Trilha Jovem, de Foz do Iguaçu (PR), participaram de uma série de atividades relacionadas à Educação Ambiental. O módulo foi desenvolvido pela equipe do Ecomuseu de ITAIPU, vinculado à Divisão de Educação Ambiental da ITAIPU Binacional, e as ações aconteceram no Refúgio Biológico Bela Vista.

O pedagogo do Ecomuseu de Itaipu, Enzo Maschio Figueiredo, comenta as temáticas abordadas com os jovens:

“De uma maneira geral, a gente tenta apresentar alguns conceitos básicos, alguns conceitos fundamentais da Educação Ambiental com esses jovens. Mas fundamentalmente sensibilizá-los dentro de uma perspectiva da sustentabilidade. Fazê-los compreender o impacto da ação humana sobre o meio ambiente. Como esse ambiente é um ambiente complexo, multi determinado, multifatorial e como o comportamento, o estilo de vida, as opções de cada um causam impacto no ambiente. Neste ano, nós tivemos dois encontros com cada turma. São 120 jovens, divididos em 4 turmas. No primeiro encontro nós fizemos uma oficina de Educação ambiental, na qual a gente discutiu esses conceitos, apresentamos alguns vídeos, fizemos debates. No segundo encontro, levamos eles para conhecer a trilha do Refúgio Biológico, passamos por cada ponto da Trilha e estabelecemos relações entre o que a gente conversou – os elementos que a gente discutiu em sala de aula - tentando relacioná-las com as ações da Itaipu – do Programa Cultivando Água Boa -, e com as ações especificas do Refúgio Biológico Bela Vista.”

Enzo explicou ainda a importância de trabalhar a temática com o público mais jovem:

“Trabalhar a Educação Ambiental com a juventude de uma maneira geral é importante por que, apesar de hoje em dia a ideia da sustentabilidade já está mais difundida na sociedade, a cada encontro a gente percebe como esse debate ainda falta, ainda está ausente na juventude. Para a maioria deles ainda é novidade. Trabalhos desse tipo faze eles pensarem um pouco fora do quadrado, um pouco fora da casinha e às vezes pode não ser agora, mas talvez daqui alguns anos eles se lembrem, talvez esse seja um primeiro passo para o desenvolvimento de uma nova consciência.”

O projeto Trilha jovem atua na preparação de jovens para ingressar no mercado, especificamente no setor do turismo. Figueiredo ressalta que os conceitos de sustentabilidade são primordiais para os futuros profissionais:

“Algumas decisões de sustentabilidade muitas vezes não estarão ao alcance deles. São decisões que cabem aos gestores, aos empresários. Mas na medida que nós temos os trabalhadores sensibilizados nesse sentido, a gente crê que serão mais alguns atores nessa batalha de conservação ambiental e de construção de sociedades mais sustentáveis.”

A estudante do 3º ano do Ensino Médio e participante do Projeto, Isabela Antunes da Silva, destaca os pontos que mais chamaram sua atenção durante as oficinas:

“Esta semana a gente está aprendendo sobre movimentos sustentáveis. Estamos fazendo um projeto sobre isso. Nós vimos coisas e adquirimos conhecimentos para refletir, não só sobre o meio ambiente, mas tudo que está a nossa volta. Vimos que o ambiente não está relacionado só à natureza – todos os lugares que estamos é um ambiente que temos que preservar para as gerações futuras e também para nossa qualidade de vida. Como a ideia das lixeiras; separar, fazer o processo seletivo, eu acho muito bacana por que ajuda bastante os coletores, etc. Eu gosto das reflexões que ficam pra gente, cada vez que temos uma aula diferente. As reflexões que ficam para repensarmos nossas atitudes e ser uma pessoa melhor.”

Já o estudante Jeferson de Moraes, surpreendeu-se com a amplitude da temática e como a mudança nos hábitos pessoais podem acarretar em ótimos resultados para o meio ambiente:

“Na escola a gente ouve falar sobre sustentabilidade, meio ambiente, mas eu não tinha noção da grandeza que é realmente. Aqui no Trilha Jovem eles estão abrindo nossa mente, estão colocando coisas novas que a gente realmente vai usar. Está sendo uma nova descoberta. Isso é mais que importante, por que trabalhar sobre a sustentabilidade é algo que está fazendo nós criarmos uma ideia nova, uma nova perspectiva sobre ajudar o meio ambiente, ajudar a nós mesmos, a economizar tudo que formos fazer. Então está sendo muito importante.”

O Projeto Trilha Jovem Iguassu capacita anualmente jovens de 16 a 24 anos para o mercado de trabalho do turismo. Atualmente, 120 alunos participam da fase presencial, executada pelo POLOIGUASSU, no Parque Tecnológico Itaipu – PTI.
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Dia Mundial da Água: Francisco Salinas comenta a água na sociedade do conhecimento

A Organização das Nações Unidas (ONU) definiu o tema "Água e Desenvolvimento Sustentável" para ser o centro das discussões e reflexões em todo o planeta no Dia Mundial da Água em 2015, celebrado no dia 22 de março.

Em razão disto, a Web Rádio Água, juntamente com o Programa Hidrológico Internacional da UNESCO (PHI-UNESCO), produziu uma série de conteúdos que trazem a visão deste conceito por pesquisadores e especialistas em temas como a crise hídrica na América Latina, o acesso democrático à água, a ciência e a tecnologia a favor dos recursos hídricos, educação ambiental, nexo água e energia entre outros.

Ao todo serão 12 entrevistas com representantes de vários países que trarão sua perspectiva sobre o tema, além do diálogo sobre ações e projetos que estão sendo executados em prol preservação e de um uso sustentável dos recursos hídricos.

Francisco Salinas, secretário técnico da Cátedra UNESCO-Instituto Mexicano de Tecnologia da Água, comenta a importância da discussão da temática água e desenvolvimento sustentável no 7º Fórum Mundial da Água. O secretário também ressalta a importância da participação da comunidade nas decisões referentes aos recursos hídricos.

“Tengo entendido que el 7º Foro Mundial del Agua es uno foro que va a tener múltiplos foros. Ahí es donde destacan la importancia de la ciencia y la tecnología para solucionar frente a los problemas del esto vital liquido, quiera el objetivo es fomentar el intercambio de tecnologías de vanguardia que tiene que ver con precisamente el agua y la información y de alguna forma cerrar la brecha tecnologica entre los países desarrollados y los que están en proceso de desarrollo. Seguramente, el excitó destos iniciativas tendran que ver con la capacidad de participación de las diferentes delegaciones que van a participar neste importante foro, no?! Bueno, yo creo que el aspecto mas importante tiene que ver con la difusión de ese conocimiento con la sociedad y con verdaderamente lograr la apropiación de los diferentes avanzos de la ciencia y la tecnología por parte de la población, de los diferentes grupos indígenas, de los grupos urbanos, de los grupos rurales, enfin, es que la tecnología, digamos en diferentes niveles sea conocida y se apropiada de la forma de la, digamos, mas exitosamente posible”.

A Cátedra UNESCO-Instituto Mexicano de Tecnologia da Água – A água na sociedade do conhecimento, surgiu em 2008 com objetivo de se tornar um instrumento de colaboração entre pesquisadores do IMTA e outras instituições mexicanas. Entre suas principais atividades estão o organização de um seminário anual sobre a temática água e a utilização da internet como uma ferramenta de comunicação multimídia para disseminação de informações sobre os recursos Hídricos, conforme explica Francisco Salinas.

“En Mexico hay 22 Cátedras, curiosamente es la única que tiene que ver con el agua. Hablando de lo que tiene que ver con las tecnologías de informaciones y comunicación, uno de los principales medios de difusión de nuestra Cátedra es su sitio web en internet que es: www.atl.org.mx, para que podan visitar. Con esto lo que pretendemos es acercar nos a los jóvenes, investigadores y demás grupos sociales que tengan interés en la problemática del agua en la sociedad del conocimiento. También contamos con presencia en las redes sociales como Facebook, por ejemplo, no través de Cátedra mas cómo IMTA y en Twitter - @catedraIMTA. Bueno, nosotros tenemos vídeos, publicaciones digitalizadas, electrónicas y contamos com servicios de boletines electrónicos mensuales. Bueno, queremos seguir avanzando en lo desarrollo, quizá metemos en aplicaciones que yo creo que es lo que esta ahorita mas demandante por el publico principalmente mas joven”.

Francisco Salinas comenta os desafios da gestão sustentável da água, ressaltando a importância de criar um modelo de desenvolvimento sustentável de acordo com cada cultura e região.

“Yo pienso que el manejo del agua plantea grandes retos, toda nación enfrenta diferentes problemas dependiendo de su nivel de desarrollo. Transferir conocimientos nos puede ser mucha de las veces muy complejo. Cada solución depende de la particularidad de las culturas y ambientes diversos que tiene nuestro planeta. Lograr un concepto único del manejo sustentable del agua es un desafío muy grande. Mexico enfrenta o estos retos, obviamente. Estamos trabajando a nivel de País en un instrumento de política hídrica que es el programa nacional hídrico de 2014-2018 que tiene una visión de largo plazo y que impulsa en dos aspectos: la modernización del sector y actualizar las políticas publicas. En la actualidad yo creo que los paradigmas y los modelos han cambiado. Si recuerdarnos en años hace veinte, treinta o cuarenta años el modelo tenía que ver con los esforços para llevar agua, ofertar el vital liquido a diferentes poblaciones, lugares retirados etc. Hoy en día el modelo ya no es el de la oferta, si no tenemos que enfocar todas aciones de la demanda y cada vez es mas difícil lograr esto tipo de mecanismo. Creemos que nesto sentido, las Cátedras del agua están siendo un instrumento fundamental para diseminar el conocimiento en los diferentes temas que tiene que ver”.

Francisco José Salinas Estrada é formado em Ciências da Comunicação e atua no desenvolvimento de estratégias de divulgação a partir de tecnologias de informação e comunicação no Instituto Mexicano de Tecnologia da Água – IMTA.

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