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Poliana Corrêa

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Viva às Energias Renováveis

O Brasil segue dando exemplo para o mundo na área das energias renováveis. De acordo com dados do Balanço Energético Nacional 2017, essas fontes correspondem a nada menos que 43,5% da nossa matriz energética nacional. Isso é muito acima da média global que, em 2014, era de apenas 13,5%.

O uso desse tipo de fonte é importante por diversos fatores, o mais nobre talvez seja a preservação ambiental, já que diminui, consideravelmente, as emissões de gases poluentes na atmosfera e, consequentemente, as alterações climáticas, promovendo o desenvolvimento de maneira sadia e sustentável.

Com a energia hidrelétrica já consolidada, chegou o momento de democratizar e informar sobre outras fontes não poluentes. Seja por meio da energia dos ventos, do sol ou da decomposição de resíduos orgânicos, elas ajudam – e muito – nesse processo de construção de um ambiente mais humano.
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Os benefícios do biogás e a redução das emissões de gases de efeito estufa

O biogás é considerado um grande aliado na busca pela sustentabilidade nos processos produtivos. Nas áreas urbanas, apresenta-se como solução para o tratamento adequado de efluentes domésticos e industriais. Enquanto no campo pode ser utilizado como opção de tratamento ambientalmente adequado para resíduos da cadeia produtiva reduzindo o risco de contaminação do solo, do ar e dos recursos hídricos, transformando passivos ambientais em ativos econômicos.

As atividades humanas ao longo dos séculos têm resultado em altos níveis de emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE). O cenário preocupante levou a criação do Acordo de Paris, durante a 21ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP21), em 2015. O documento foi aprovado pelos 195 países que fazem parte da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC) e determina que cada país deva apresentar, de cinco em cinco anos, planos nacionais com ações que minimizem as emissões de gases de efeito estufa (GEE) no contexto do desenvolvimento sustentável.

O Brasil assumiu a responsabilidade de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 37%, em 2025, e 43%, em 2030, tendo por referência o ano de 2005. Para isso, uma série de iniciativas terão de ser cumpridas, entre elas está o aumento da participação da bioenergia na matriz energética brasileira para 18%; bem como alcançar a participação de 45% de energias renováveis na matriz energética, além de obter 10% de ganhos de eficiência no setor elétrico.

Nesse sentido, as aplicações do biogás tornam-se uma fonte estratégica para que sejam alcançados os resultados planejados dentros dos prazos estipulados, garantindo a diminuição da emissão de gases de efeito estufa em diferentes setores econômicos, promovendo o desenvolvimento sustentável e segurança energética.
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Como o biogás é produzido?

Para a produção de biogás por meio da digestão anaeróbia, o primeiro passo é conhecer as características dos substratos que podem ser utilizados e analisar as possibilidades de misturas e melhoria do potencial de produção de biogás. O segundo passo é preparar esse substrato para que o processo ocorra com mais eficiência dentro do biodigestor, o que chamamos de pré-tratamento do substrato. Com isso, o substrato é destinado ao biodigestor para que ocorra o processo de digestão anaeróbia em si, para o qual podem ser utilizadas diversas tecnologias com diferentes características.

Pré-tratamento do substrato: Nesta etapa o substrato que será destinado ao biodigestor precisa passar por processos de pré-tratamento na grande maioria dos casos. São processos que permitem retirar partículas grandes ou inertes, triturar, aquecer, misturar, etc.

Digestão anaeróbia no biodigestor: O biodigestor é um sistema ou tecnologia que proporciona condições favoráveis para que a degradação da matéria orgânica seja realizada, por micro-organismos em ambiente anaeróbio, tratando os resíduos, e, produzindo biogás e digestato.

Tratamento, armazenamento e transporte de biogás: O biogás é produzido de forma constante em condições normais de operação dos biodigestores, já o consumo de biogás é variável, pois os períodos de operação dos equipamentos geralmente não são constantes, como grupos moto geradores, sistemas de filtragem para biometano, ou até mesmo a queima para geração de energia térmica em fogões ou secadores rurais. Sendo assim, é preciso armazenar o biogás a fim de evitar seu desperdício em intervalos de não operação do sistema de consumo, pois seu objetivo é suprir a demanda dos equipamentos, visando a eficiência máxima do sistema para geração seja ela elétrica, térmica ou veicular.
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