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Poliana Corrêa

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Cooperativas paranaenses assumem compromisso com Sistema Plantio Direto

O Sistema Plantio Direto (SPD) ganhou um super reforço no Paraná. Recentemente, foi assinado um protocolo de intenções entre a Itaipu Binacional, o Parque Tecnológico Itaipu, a Federação Brasileira do Plantio Direto e cooperativas regionais. O objetivo é ampliar a participação dos produtores rurais no Índice de Qualidade Participativo do Sistema Plantio Direto (IQP), uma metodologia que avalia o grau de sustentabilidade da agricultura do oeste paranaense.

De acordo com o representante da Federação do Plantio Direto, Rafael Fuentes, a assinatura permite que os parceiros tenham acesso aos 42 mil produtores que são associados às cinco cooperativas que aderiram ao protocolo.

“Com a utilização do Índice eles podem melhorar a qualidade dos seus Sistema de Plantio direto, chancelados como agricultores sustentáveis”

A assinatura do documento contou com a presença do ministro de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, que reconheceu a importância das iniciativas.

“Confesso à vocês que gosto muito desse tipo de assinatura, desse tipo de convênio que são feitos, pois isso impulsiona o futuro daquilo que queremos fazer. E temos orgulho - profundo orgulho - em dizer que somos paranaenses, somos do Oeste do Paraná e que aqui nessas terras, nessa região, são as melhores terras que o Brasil tem. Aqui a a agricultura é pujante. Aqui o sistema de cooperativismo se implantou. Aqui que se faz a grande revolução do cooperativismo, da agricultura, da pecuária, da integração de tudo aquilo que queremos fazer na agricultura brasileira”.


Ministro de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, assina do protocolo de intenções. Foto: JIE

O Índice de Qualidade Participativa ou IQP, trata-se de uma metodologia participativa capaz de avaliar a qualidade do Sistema Plantio Direto (SPD), fundamentada em um conjunto de indicadores relacionados à eficiência do manejo do sistema produtivo adequada à rentabilidade, com conservação ambiental.

Sistema Plantio Direto

O Paraná foi precursor no Sistema de Plantio Direto no Brasil (SPD), que é um conjunto de técnicas agrícolas, baseado em três princípios: o não revolvimento do solo, a rotação ou associação de culturas na lavoura e a cobertura permanente do solo com coberturas vivas ou mortas (palhada), em que o solo não é revolvido. Esse sistema foi adotado para reduzir o impacto da agricultura e melhorar o rendimento das culturas. A metodologia IQP faz parte das ações do Projeto “Estímulo à Qualidade do Sistema Plantio Direto na BP3”, desenvolvido em conjunto entre a Itaipu, o PTI e a Federação Brasileira de Plantio Direto e Irrigação.

Vantagens

Após o SPD estar consolidado, ocorre redução da quantidade de adubos, corretivos e horas de máquina (economizando combustível), além da produtividade também ser maior. Como consequência, o custo médio ou custo por unidade produzida torna-se menor nesse sistema, quando comparado com o cultivo convencional.

Além disso, o sistema viabiliza a sustentabilidade da capacidade produtiva do solo, pela redução de perdas por erosão, mantendo a cobertura vegetal (palhada), reduzindo o assoreamento e a eutrofização de represas e cursos d'água, com melhoria das condições físicas, químicas e biológicas do solo, elevando sua capacidade de infiltração e retenção de água. Isso influência, também, no seu teor de matéria orgânica, promovendo, portanto, a preservação do meio ambiente.
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Mobilidade Sustentável deve se consolidar de vez no Brasil, afirma ministro de Minas e Energia

O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, cumpriu sua primeira agenda oficial na usina de Itaipu na última terça-feira (16). Durante a visita, foi realizada a assinatura de um acordo de cooperação técnica para implementação do Programa de Mobilidade Sustentável nos ministérios do governo federal, além da inauguração das instalações do Centro de Inovação em Mobilidade Elétrica Sustentável (CI-MES) e a apresentação do Projeto Green Silicon (Silício Verde).


De acordo com o ministro, as iniciativas apresentadas terão uma grande contribuição para sustentabilidade da matriz energética nacional.


“É fundamental. A gente está vivendo um período de transição, especialmente nessa questão da mobilidade. O Brasil ainda tem muito que contribuir, pois não adianta fazer mobilidade elétrica, mas continuar queimando combustível fóssil. A gente já tem boa parte da nossa matriz [energética] como fontes renováveis – e deve continuar assim. Nós vamos fazer o crescimento de nossa matriz e lastreada mais renováveis. E aqui, não só pelo volume de Itaipu, mas também de tudo que ela gera – poder fomentar outras tecnologias, que é o que a gente está celebrando aqui hoje”.


Fernando Coelho Filho comentou ainda os desafios da implantação da mobilidade sustentável no Brasil.


“O carro oficial do Ministério de Minas e Energia, há quase de um ano, é um veículo elétrico fornecido por Itaipu. Lógico que é apenas um carro, mas é um símbolo. Eu não tenho a menor dúvida que com toda essa evolução, com barateamento e redução dos encargos, a gente vai experimentar um crescimento mais rápido do que vimos no passado. Até também porque a própria indústria automobilística começa experimentar números melhores com o País saindo da crise”.

Autoridades participam da inauguração das instalações do Centro de Inovação em Mobilidade Elétrica Sustentável (CI-MES). Imagem: Assessoria/JIE


O acordo firmado entre o Ministério de Minas e energia e a Itaipu Binacional contribui para atender o compromisso assumido pelo Brasil na 21ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP-21), que prevê a redução de 43% das emissões até 2030. Já o Projeto Green Silicon (Silício Verde), resultado da parceria entre a Itaipu, a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) e o Parque Tecnológico Itaipu (PTI), tem como objetivo viabilizar a instalação de uma cadeia de produção de painéis fotovoltaicos na região de fronteira entre Brasil e Paraguai, aproveitando a disponibilidade de energia e matéria-prima.



*Com informações da Assessoria de Comunicação da Itaipu Binacional
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Após revitalização, nascente poderá garantir abastecimento em Pato Bragado

O município de Pato Bragado, no oeste paranaense, está desenvolvendo uma série de ações voltadas à preservação ambiental e de cunho artístico-cultural. Recentemente, o poder público em conjunto com instituições e a comunidade, realizou a recuperação de uma nascente na linha XV de Novembro. As iniciativas fazem parte do programa Encontros e Caminhos, desenvolvido pela Itaipu Binacional em parceria com o Conselho dos Lindeiros e as prefeituras da região.

Foi preciso muito trabalho para concluir a revitalização. Até um integrante curioso acompanhou as atividades. Foto: Edino Krug

A coordenadora do comitê gestor de Pato Bragado, professora Clarice Klein, explicou as etapas de atuação na nascente:

“É um local onde tem uma vazão de água muito grande. Então foi feito um trabalho fantástico lá. Nós dividimos em três etapas: nós fizemos, agora, a parte da taipa e uma drenagem no local. Para o mês de fevereiro, está prevista a nivelação do espaço – onde foi feita uma vala de 60 metros – nós faremos uma parceria com o agricultor e com as secretarias de Viação e Obra e Agricultura, para canalizar uma vazão de água; colocar tubos e fechar essa vala. Fazendo a nivelação em fevereiro, no mês de junho, nós faremos o reflorestamento em parceria com alunos das escolas e junto com outros órgãos que serão parceiros no mês do meio ambiente”.

Com entusiasmo, os envolvidos realizaram a revitalização na propriedade do agricultor Wilson Scheuermann. Foto: Edino Krug

A gestora também comentou a importância da nascente para o município e região:

“No futuro, ela pode ser usada para abastecimento para a cidade. Por ter uma vazão de água muito grande, segundo os técnicos que estiveram no local, viram a quantidade da vazão de água que tem. Para o futuro, tendo problemas com as outras nascente que abastecem a cidade, poderá ser usada para esse fim”.

Foto: Edino Krug

Auxiliaram ainda na revitalização da nascente a Secretaria de Obras, que realizou a escavação e o transporte de pedras que foram utilizadas para a drenagem da mina e o direcionamento correto da água, além do coordenador de Programas e Projetos Ambientais da Secretaria de Agricultura, Evanir Torquist, o técnico da Emater local, Adilson Winter, o diretor do departamento de Meio Ambiente da prefeitura São José das Palmeiras, Quirino Kesler e o agente de Execução do IAP, Luiz Carlos Aparecido Vicentini (Carlão).

 
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