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The Greenest Post

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A sustentabilidade como você nunca viu. O TheGreenestPost é formado por garotas que se cansaram de notícias apocalípticas e querem dar espaço para projetos e pessoas que buscam fazer a diferença. Se você busca inspiração e não sabe por onde começar, junte-se a nós! URL do site: http://thegreenestpost.bol.uol.com.br/

Aprenda como fazer uma horta em casa em 10 lições

Quer ter uma horta dentro de casa para poder cultivar seus próprios alimentos, mas não tem a menor ideia de por onde começar? Seus problemas acabaram. O canal Encuentro, do Ministério da Educação da Argentina, lançou uma série de vídeos que ensina até os mais leigos dos internautas a fazer e manter uma horta caseira.

São 10 vídeo-aulas – cada uma com duração inferior a 30 minutos – que abordam diferentes temas – entre eles, plantio, melhores culturas, controle de pragas e colheita – e buscam responder a todas as dúvidas dos hortelões de primeira viagem. Você faz ideia, por exemplo, de que tipo de semente é melhor plantar primeiro? Ou quais restos de alimentos têm mais potencial para fazer um adubo de qualidade para sua horta? O curso responde!

Animou para fazer as aulas? A série é toda em espanhol, mas, se você não entende o idioma, não precisa ficar desapontado. O canal do Youtube Borellistudio legendou, em português, todos os vídeos. Assista ao primeiro, abaixo. Os demais filmes da série Curso de Horta podem ser vistos aqui.

Débora Spitzcovsky // The Greenest Post (matéria disponível em: https://goo.gl/Pke7qY)

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São Paulo ganhará prédio de 13 andares feito exclusivamente com madeira de reflorestamento

Muitos pensam que a cidade de São Paulo é uma selva de concreto e aço. O que poucos sabem é que a capital está prestes a receber um projeto de prédio feito totalmente com madeira de origem 100% certificada. Esta iniciativa parte da AMATA, uma empresa que vende madeira oriunda de florestas plantadas, atuando com responsabilidade socioambiental e integridade. O projeto foi assinado pela Triptyque Architecture e será construído em um terreno de 1.025 m² na badalada Vila Madalena.

A área total será de 4.700 m². Baseado em um conceito de “multiuso compartilhado” e distribuído entre 13 pavimentos, o projeto final será utilizado como espaço para coworking, moradias, e também como restaurante. O objetivo principal da AMATA é criar um espaço que interage com o ambiente da cidade e ao mesmo tempo em sintonia com uma nova consciência ambiental. Esta foi uma das soluções achadas para ajudar a resolver um grande problema da construção civil: a altíssima taxa de emissões de carbono – 50% das emissões mundiais têm origem nesta atividade.



A estrutura da torre será composta por Cross Laminated Timber (CLT), conhecida no Brasil como madeira laminada cruzada. Este material é feito basicamente de múltiplas camadas de madeira trançadas perpendicularmente. É um composto com muita tecnologia embutida, o que justifica sua utilização na construção de prédios elevados. Quando estão completamente montadas, as chapas de madeira são encaixadas e usadas como estrutura de sustentação.

Um dado interessante: a cada 40 horas, as florestas da AMATA crescem o equivalente a um prédio de 10 pavimentos.

Este edifício é a naturalização da arquitetura colocada em prática, oferecendo uma experiência sensorial completa. É a metáfora de uma floresta urbana habitável: com sua silhueta escalonada, combinará perfeitamente com a topografia desigual da Vila Madalena, criando um ponto de interesse arquitetônico para visitas. O prédio de madeira representa a semente para um novo paradigma de construção inesgotável.

Guilherme Lupino / The Greenest Post (Matéria disponível em: https://goo.gl/dZ6hXD)
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Chega de fome e desperdício! Supermercado reúne alimentos bons que seriam jogados no lixo por outros estabelecimentos

Enquanto ⅓ dos alimentos produzidos no mundo inteiro é desperdiçado e acaba no lixo, muita gente está passando fome por aí. Triste! Mas o supermercado Free Store está fazendo sua parte para combater esse problema na Nova Zelândia.

A loja, localizada em Wellington, oferece de graça os produtos que estavam à venda em supermercados, cafés e padarias da região, mas que não foram comprados pelos consumidores – e, portanto, iriam para o lixo. As doações são coletadas pela artista Kim Paton, que iniciou o projeto em 2010. A ideia era que a iniciativa durasse apenas 2 semanas, como forma de conscientização a respeito da quantidade de comida boa que descartamos diariamente, mas o sucesso foi tão grande que o projeto acabou se transformando em uma entidade permanente. Atualmente, 65 estabelecimentos comerciais da região doam seu desperdício para a Free Store.

“Não há nenhum pré-requisito de quem pode’comprar’ na nossa loja gratuita”, explica o cofundador da iniciativa, Benjamin Johnson, que tem apenas 28 anos. “Qualquer pessoa, por qualquer razão, que não nos interessa, pode pegar o que quiser”, explica em entrevista à Yes Magazine. Segundo ele, os principais clientes são moradores em situação de rua, pessoas desempregadas, refugiados, estudantes e ex-detentos que saíram recentemente da prisão.

Atualmente, 120 mil toneladas de alimentos são descartados anualmente na Nova Zelândia, o que representa um desperdício de US$ 625 milhões. Enquanto isso, dados da Unicef mostram que 28% das crianças do país estão em situação de pobreza e passam fome. Qual o sentido? A fim de ajudar a combater o problema, a Free Store disponibiliza, por final de semana, de 800 a 1.500 itens gratuitamente para quem precisa. A loja fica aberta apenas uma hora, das 18h às 19h, mas é suficiente para garantir que a comida (boa!) que iria para o lixo seja consumida por quem precisa. Por ano, a iniciativa garante que US$ 1 milhão deixe de ser desperdiçado.

Outras cidades da Nova Zelândia já estão tentando copiar o modelo. “Tudo que você precisa é de um espaço físico, fornecedores gratuitos de alimento e voluntários para organização das doações”, afirma Benjamin. Quem sabe a gente não ganha uma réplica aqui no Brasil?

Jéssica Miwa - The Greenest Post (matéria disponível em: https://goo.gl/bTBkFS)
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