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Trabalho de extensão realizado pelo Inovagri busca acessibilizar conhecimento sobre agricultura irrigada e uso racional da água

O Podcast Unesp em parceria com a área de Hidráulica e Irrigação do campus de Ilha Solteira da Unesp, publica semanalmente noticiários sobre a agricultura irrigada e agroclimatologia. O objetivo é orientar as formas de manejo racional da água e energia. Débora Camargo, doutora e engenheira agrônoma que coordena um trabalho de extensão no IV Inovagri International Meeting e no III Simpósio Brasileiro de Salinidade, destaca a importância da pesquisa e do evento que ocorre em Fortaleza nessa semana.

“A importância de apresentar o trabalho de extensão em meio a um público tão diverso é incrível e de extrema importância. Porque tanto professores, pesquisadores, acadêmicos, tem um objetivo: o trabalho é para facilitar a vida do produtor rural. Se não tivesse produtor rural, nosso trabalho não serviria de nada. Então o trabalho de extensão desenvolvido pelo instituto Inovagri, ele tenta desmistificar a ideia de que a irrigação é impossível de se fazer pelo produtor, de que é uma área muito difícil. E quando nós trazemos tantos pesquisadores renomados, nos ajuda a criar uma visibilidade no campo, já que no nosso congresso, também temos a presença de produtores rurais e estudantes, de que é possível fazer o manejo adequado da água. Então nosso trabalho é transferir todo o conhecimento e tecnologia desenvolvidos nas academias e nos centros de pesquisa, e levar essa informação de maneira acessível, linguagem facilitada para o produtor rural.

A engenheira comenta o relacionamento com produtores irrigantes.

“O trabalho de extensão rural é um trabalho mais árduo, que é pouco valorizado no Brasil. Mas ele deve ser feito, e por isso a gente insiste em capacitação e nesse tipo de trabalho em desenvolvimento. O que a gente nota no campo, é que existe realmente uma desconfiança do produtor e desse seguimento de irrigantes, sobre qualquer tipo de informação e novidade que a gente venha a oferecer. Mas é um trabalho de insistência e de troca de confiança, que se feito de forma adequada,mostrando bons resultados, nós conseguimos sim um nível de aceitação e a propaganda é o bom trabalho feito e comprovado por um produtor rural. Se a gente acerta com o produtor rural, conseguimos difundir o nosso trabalho com mais facilidade.”
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UNILA oferta 28 vagas no Mestrado em Biodiversidade Neotropical

A UNILA está com inscrições abertas para o Mestrado em Biodiversidade Neotropical. O programa de pós-graduação oferta 28 vagas. Os interessados devem inscrever-se via SIG, até 27 de outubro. O início das aulas está previsto para o primeiro semestre de 2018.

A documentação necessária e os requisitos para ingresso estão no Edital 10/2017. Antes de realizar a inscrição, os candidatos devem solicitar, a um docente-orientador cadastrado no programa, uma Carta de Aceite que deverá ser anexada no formulário de inscrição.

Os candidatos também irão prestar uma prova de seleção, em data e horário que serão informados, posteriormente, na página do Programa. As provas serão aplicadas na Unidade Jardim Universitário da UNILA e, em caráter excepcional, poderão ser realizadas em outro local devidamente autorizado pela Comissão de Seleção. Os enunciados das questões serão redigidos em português, mas as provas podem ser respondidas em inglês, português ou espanhol.

Linhas de pesquisa

O Mestrado em Biodiversidade Neotropical está direcionado à capacitar discentes e pesquisadores na descrição da biodiversidade e o entendimento de suas relações ecológicas e evolutivas, bem como de suas interações com os seres humanos. Os alunos desenvolverão o aprofundamento de aspectos conceituais e metodológicos atualizados da área, para atuar no ensino ou em investigação, além de obterem experiência prática em campo, elaboração de projetos de pesquisa, delineamento amostral e experimental, análise e tratamento de dados.

O programa conta com duas linhas de pesquisa. A linha Ecologia enfatiza o o aprofundamento da base teórica sob uma ótica evolutiva, com ampliação da experiência de coleta de dados em campo e de sua análise, em uma perspectiva experimental ou interpretativa à luz da teoria ecológica, procurando distinguir fatores e padrões ecológicos dos históricos. Serão abordados diferentes métodos analíticos utilizados em estudos ecológicos, bem como a interação com a segunda linha de pesquisa, devido à necessidade de se compreender os processos atuais em um contexto filogenético-evolutivo.

Já a linha de pesquisa Sistemática e Evolução, propõe estudos de inventário, revisões taxonômicas, relações filogenéticas e biogeográficas, em especial da representada na Bacia do Paraná. Para formar pesquisadores nessa linha serão trabalhadas as bases teóricas e práticas da sistemática filogenética, taxonomia biológica, evolução, diversidade molecular e biogeografia histórica.

(Assessoria UNILA)
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10º Torneio de Arremesso de Celular em Foz do Iguaçu, é marcado pela quebra de recordes

Cerca de 428 pessoas participaram da 10ª edição do Torneio de Arremesso de Celular em Foz do Iguaçu, no último domingo (01). O evento deste ano foi marcado pelas quebras de recordes nas categorias e arrecadações. O primeiro deles, foi no arremesso masculino: impressionantes 124 metros, contra 102,3 m da maior marca anterior, registrada em 2014. O segundo, no feminino: 61,05 m, ante 58,05 m de 2015. O terceiro, na arrecadação de alimentos: 12,1 toneladas, quase duas a mais que as 10,2 toneladas doadas em 2016.

Todo o alimento será entregue a 20 entidades assistenciais de Foz do Iguaçu, Santa Terezinha e Ciudad del Este. Ao longo das nove edições, os torneios arrecadaram mais de 42 toneladas de alimentos

“Em sua 10ª edição, o campeonato já se consagrou. E evoluímos. Desta vez, todas as inscrições foram feitas on-line. Tivemos 70 empresas parceiras e grupos nos apoiando”, disse o idealizador e coordenador do evento, Gabriel Campos Neto.

Vencedores

Por pouco, o recorde do evento não permaneceu o mesmo. O segurança Cícero Aparecido Wur, arremessou o celular a poucos minutos do fim. “Acho que o vento me ajudou. E utilizei um celular pequeno. Esse é o segredo”, contou.

Crédito: Adenésio Zanella/Itaipu Binacional.

No feminino também teve recorde. Viviane Barros jogou o celular a uma distância de 61,05 m, desbancando a bicampeã, a bombeira Janaína Fagundes, que, este ano, alcançou 58 m. “Há três anos eu subo no pódio, mas desta vez não deu para ficar em primeiro”, disse Janaína.

Lixo eletrônico

O volume de lixo eletrônico recolhido também surpreendeu: 1,8 mil quilos de sucatas nocivas ao meio ambiente foram devidamente acondicionados e agora terão o destino correto. O material foi encaminhado à equipe do Lion Cataratas e da empresa Krefta Tecnologia em Serviços. Eram celulares, televisões, monitores e rádios. Tudo será reciclado. Nos últimos sete anos, foram recolhidos, separados, desmontados, descontaminados e enviados para reciclagem mais de 30 toneladas de lixo eletrônico.

informações: DI Itaipu
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