Portuguese English Spanish
Entrar

Entrar

Faça seu login
ou use sua conta
Lembrar-me

Create an account

Campos marcados com * são obrigatórios
Nome (*)
Nome de usuário (*)
Senha (*)
Confirmação de senha (*)
Email (*)
Confirmação de email (*)
BUSCA
Web Rádio Água

Web Rádio Água

URL do site:

“Qualidade da água consumida no Brasil tem melhorado nos últimos anos”, aponta presidente da Funasa

Durante a abertura do 3º Seminário de Qualidade da Água, nesta terça-feira (15), no Parque Tecnológico Itaipu (PTI), o presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Rodrigo Sérgio Dias, destacou que a qualidade da água consumida pelo brasileiro vem melhorando nos últimos anos com o desenvolvimento de sistemas novos de tratamento da água.

O evento, que é apoiado pela Itaipu e pelo PTI, reúne técnicos, professores e estudantes de todo o Brasil. Ao falar dessa melhoria, ele citou o Salta-Z, um sistema simplificado de tratamento de água para comunidades extremas desenvolvido pela Fundação:

“Este é um evento de suma importância para a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), que há muito tempo tem ajudado todos os sistemas autônomos de tratamento de água. Então nós atuamos como suporte para estes sistemas de forma que eles possam ter conosco uma ajuda técnica e científica para poder desenvolver de forma qualitativa, com eficiência e eficácia as melhores formas de fazer o tratamento e o controle de qualidade da água estabelecendo os padrões mínimos para o consumo humano seguro. A qualidade da água consumida pelo brasileiro tem melhorado muito e nós temos prezado por esta melhora dia a dia. Nós temos desenvolvido sistemas novos de tratamento da água, inclusive um deles irei falar no evento, que é um sistema simplificado de tratamento de água para que levemos essa melhoria de qualidade de água para as comunidades extremas, como as comunidades ribeirinhas, quilombolas e de difícil acesso, cujo investimento fica muito caro para sistemas grandes de tratamento de água”.

Outras autoridades também discursaram na solenidade do evento. A vice-governadora do Paraná, Cida Borghettii destacou o trabalho desenvolvido pelo Estado no setor:

“O governo do estado que detém uma das mais qualificadas companhias de água do Brasil, premiadíssima inclusive no exterior – a Sanepar. Vem contribuindo para o tratamento de esgoto, enfim, várias áreas que ajudam na qualidade de vida das pessoas e na qualidade da água – água é vida!”


Foto: Welyton Manoel

Cida Borghettii também lembrou da parceria do governo estadual com Itaipu na revitalização do Rio Iguaçu.

“Também gostaria também de falar do nosso programa do Governo do Estado em parceria com a Itaipu, que é a revitalização do Rio Iguaçu, que nasce em Curitiba e chega até aqui nas nossas Cataratas do Iguaçu, essa maravilha da natureza. E nós já estamos há dois anos nesse programa de revitalização e limpeza do Rio Iguaçu, adotando também essa boa prática da Itaipu, que é o Cultivando Água Boa, e eu acho que é de grande valia para a qualidade do projeto e devolver a população do Paraná, o nosso rio mais importante, limpo. Trazendo assim uma qualidade muito melhor à toda população.”

O diretor de Coordenação da Itaipu Binacional, Hélio Gilberto Amaral, falou sobre a continuidade dos trabalhos desenvolvidos pela hidrelétrica na área de segurança hídrica e desenvolvimento regional sustentável.

“A Itaipu se preocupa cada vez mais com o conceito novo de segurança hídrica. Nós podemos observar no mundo todo e, agora no Brasil em alguns momentos, que alguns rios começam a não ter quantidade de água suficiente para cumprir todo o papel que água tem na vida no cidadão. O (Programa) Cultivando Água Boa é muito bem sucedido, premiado pelas Nações Unidas. Nós iremos tentar disseminar essa cultura e o próprio programa em si em outros países e estados do Brasil, como por exemplo na Bacia do Iguaçu, mas também estamos dando um passo além que é a expansão do CAB nesse conceito maior de segurança hídrica e desenvolvimento regional sustentável. Coisas excepcionais foram feitas devem ser continuadas, mas temos algumas ações, como por exemplo o mapeamento das bacias subterrâneas. Essa é a primeira vez que Itaipu está fazendo isso. E a gente vai expandir cada vez mais”.

Foto: Welyton Manoel

Claudio Osako, diretor técnico do Parque Tecnológico Itaipu, explicou que várias ações relacionadas à temática já vem sendo executadas no ambiente do Parque:

“Nós já sediamos esse evento com a Funasa há alguns anos atrás, e para nós é uma oportunidade de colocar o Parque Tecnológico para os atores que atuam no parque a possibilidade de participação em eventos e a temática água já vem sendo tratada no âmbito da Itaipu e da Fundação também há muitos anos, como por exemplo a relação com a Agência Nacional de Águas (ANA) que nós tivemos, e também na relação BNDES-Itaipu na questão do saneamento ambiental.”

Programação

Newton Luiz Kaminski, superintendente de Obras e Desenvolvimento da Diretoria de Coordenação da Itaipu, foi o responsável pela palestra magna do seminário, nela, abordou os programas socioambientais desenvolvidos pela hidrelétrica. A programação prossegue até quinta-feira (17) no Auditório Cesar Lattes, localizado no Parque Tecnológico Itaipu (PTI).
Leia mais ...

Fórum Mundial da Água abre chamada para candidatos a palestrantes

Até 23 de agosto, uma chamada pública está aberta para que pessoas e instituições manifestem interesse em participar como palestrantes ou organizadores de sessões temáticas no 8º Fórum Mundial da Água. O maior evento do mundo sobre o tema será realizado em Brasília, entre 18 e 23 de março de 2018, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães e no Estádio Nacional Mané Garrincha.

O fórum é organizado a cada três anos pelo Conselho Mundial da Água, juntamente com o país e a cidade anfitriões. Já foram realizadas sete edições, e será a primeira no hemisfério sul. “Não se trata apenas de um evento técnico-científico, mas de um processo de transformação contínuo para catalisar mudanças positivas para o setor de água, com abrangência mundial”, explica o pesquisador da Embrapa Cerrados (Planaltina, DF), Jorge Werneck.

O especialista da Embrapa é um dos representantes do Brasil no Comitê Diretivo Internacional (CDI), instância decisória máxima das ações do fórum, e também coordena uma de suas comissões, a que trata do Processo Temático, responsável pela preparação da programação temática.“O processo de construção das sessões temáticas busca representantes de diferentes setores e visões, com a participação da sociedade, políticos, tomadores de decisão, cientistas e outros. Apesar de o fórum não se restringir a um evento técnico-científico, esse embasamento é fundamental para o alcance dos resultados esperados. Sendo assim, recomendo a manifestação de interesse dos colegas, tanto da Embrapa quanto de outras instituições de pesquisa relacionadas ao tema”, enfatiza Werneck. As manifestações de interesse podem ser feitas acessando o link: https://sites.google.com/view/tcsessions.

De acordo com o pesquisador da Embrapa, o compartilhamento de experiências entre pessoas, instituições e países é fundamental para encontrar as abordagens mais apropriadas e, assim, promover o adequado uso da água visando ao desenvolvimento sustentável no mundo. Desde o início de 2016, essas sugestões estão sendo reunidas por meio de ferramentas como a plataforma “Sua Voz” e dos eventos preparatórios, como a Semana Mundial da Água de Estocolmo e da Coreia e o Congresso Mundial da Água, realizado no México. “A comissão do processo temático tem atuado de maneira que o fórum seja um ambiente realmente inclusivo. Já contamos com cerca de 150 instituições, de todos os tipos e das mais variadas regiões, envolvidas na construção das sessões temáticas do evento, dentre as quais a Embrapa”, diz.

Segundo Werneck, a comissão que trata do Processo Temático é a espinha dorsal do 8º Fórum Mundial da Água. “Com base nos problemas mundiais e acordos internacionais para solucioná-los ou mitigá-los, bem como nas discussões dos últimos fóruns e nas temáticas escolhidas para o evento no Brasil (Compartilhando Água e Sustentabilidade), esse grupo define temas e tópicos e, a partir daí, desenvolve a programação técnica. Essa estrutura temática acaba por direcionar as discussões regionais e entre regiões e as discussões acerca de declarações e ações políticas esperadas com a realização do fórum”, explica.



Além do Processo Temático, o fórum possui as seguintes comissões: Processo Político, que envolve governantes nos níveis local, regional e nacional, parlamentares, e que tem resultado em memorandos de entendimento, acordos e tratados de cooperação para a gestão integrada das águas; do Processo Regional, que discute problemas diversos e diretrizes para cooperação e gestão integrada das águas em cada continente ou região geográfica; do Grupo Focal em Sustentabilidade, que discute a aderência de políticas públicas e de ações e princípios do desenvolvimento sustentável (econômico, social e ambiental) de maneira transversal, participando dos demais processos; e o Fórum Cidadão, que promove a participação da sociedade civil organizada nas discussões, trocas de experiências e demais atividades do fórum.


Processo de seleção - a estrutura temática do evento conta com nove temas (Clima, Pessoas, Desenvolvimento, Urbano, Ecossistemas, Financiamento, Compartilhando, Capacitação e Governança), cada qual com três a cinco tópicos. Cada tópico terá em média três sessões temáticas, gerando uma grade de aproximadamente 100 sessões técnicas durante o fórum. “O processo de seleção das instituições participantes dos grupos coordenadores de temas (TCGs) e tópicos (ToCGs) foi aberto e democrático, com ações de mobilização de pessoas de todos os continentes, setores e organizações. Nesse processo, a Embrapa foi selecionada e tem sido representada no TCG-Desenvolvimento e nos ToCGs dos temas Clima (Tópico: Água e mitigação das mudanças do clima) e Ecossistemas (Tópico: água e uso do solo)”, explica.

O pesquisador da Embrapa foi indicado para o Comitê Diretivo Internacional (CDI) pelo Comitê Organizador Nacional do Fórum (acesse aqui a estrutura organizacional do Fórum). O CDI é formado por 24 integrantes, sendo 12 representantes indicados pelo Conselho Mundial da Água e 12 indicados pelo Comitê Organizador Nacional. O núcleo central desse comitê é formado por três instituições brasileiras: Agências Nacional de Águas (ANA), representando o Governo Federal, a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (ADASA), representando o Governo do Distrito Federal; e a Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB), representando o setor privado.

“Queremos gerar contribuições para ajudar os países a atingirem as metas estabelecidas nos acordos internacionais, além de encorajar a formação de parcerias e alianças entre regiões”, ressalta Werneck. Segundo ele, as ações do 8º Fórum Mundial da Água devem ir além de 2018. “Nosso objetivo é que o fórum não seja só um evento que acontece a cada três anos, mas que seja um processo que ajude a inserir a água na discussão política em diversos países e que traga contribuições para melhoria de ações diretas para resolver os problemas de água nas diferentes regiões do mundo”, afirma.

Para mais informações sobre o 8º Fórum Mundial da Água, acesse http://www.worldwaterforum8.org/

Fonte: Embrapa Cerrados 
Leia mais ...

Programa Oeste em Desenvolvimento promove ATER na região

O Programa Oeste em Desenvolvimento (POD) quer cadastrar todos os profissionais que atuam na área de assistência técnica nos 54 municípios da região, seja na área de bovinocultura, piscicultura, suinocultura ou avicultura. O objetivo é ter um banco de dados completo, com informações que vão desde a formação, área de atuação, localidade, periodicidade dos trabalhos, até interesse em qualificação.

O formulário é simples e rápido de responder. É destinado aos profissionais que atuam nas atividades da cadeia produtiva de proteína animal (leite, peixe, suínos e frango) da região Oeste. Para preencher, basta acessar o endereço eletrônico https://goo.gl/KAb76K ou na página do programa na internet (www.oesteemdesenvolvimento.com.br).

Segundo Jonhey Nazário Lucizani, representante do Parque Tecnológico Itaipu (PTI) no programa, desde a implantação do POD, em 2014, uma das principais demandas apresentadas pelos produtores é a falta de assistência técnica. Essa também é considerada um dos principais “gargalos” das cadeiras produtivas. “Hoje não sabemos quantos são, quem são esses profissionais e onde eles atuam. É como se estivéssemos fazendo um censo desses trabalhadores.”

Com o cadastro preenchido, por meio da Rede de Assistência Técnica do Oeste do Paraná, a proposta é identificar oportunidades e necessidades de atuação para expansão, fortalecimento e qualificação dos serviços de assistência técnica e extensão rural e, assim, contribuir mais direta e intensivamente na qualificação da produção. “Muitas vezes há oportunidades de trabalho, mas não sabemos onde estão esses profissionais. Outras vezes, há cursos disponíveis pela Empresa de Assistência Técnica de Extensão Rural do Paraná (Emater), por exemplo, mas não conseguimos realizar, por falta de interessados”, explicou.

Para mais informações sobre o formulário, entrar em contato pelo e-mail: ; ou pelo telefone (45) 3576-7069.
Leia mais ...
Assinar este feed RSS
 
Centro Internacional de Hidroinformática | Parque Tecnológico Itaipu   Mantenedores   Desenvolvido por:
Av. Presidente Neves, 6731 | CEP 85.867-900
Foz do Iguaçu | Paraná | Brasil
+55 45 3576-7038
   
Termos de Compromisso  |  Política Privacidade  |  Creative Commons 2014 • Todos os Direitos Reservados