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Programa Oeste em Desenvolvimento promove ATER na região

O Programa Oeste em Desenvolvimento, por meio da Rede de Assistência Técnica do Oeste do Paraná, está promovendo um levantamento com objetivo de cadastramento e caracterização da ATER da região. Além disso, o formulário visa a identificação de oportunidades e necessidades de atuação para expansão, fortalecimento e qualificação dos serviços. As informações serão utilizadas para o planejamento das ações da Rede.

Então, se você é profissional que atua nas atividades da Cadeia Produtiva de Proteína Animal (leite, peixe, suínos e frango) do território, não deixe de preencher o fomulário que encontra-se disponível no endereço: https://goo.gl/KAb76K.


Rede de Assistência Técnica do Oeste do Paraná

O objetivo da Rede é promover ações e processos capazes de contribuir para o planejamento e execução de estratégias de desenvolvimento do território, centrado na expansão, fortalecimento e qualificação dos serviços de assistência técnica e extensão rural e assim, contribuir mais direta e intensivamente na qualificação da produção.


Serviço

Contato: .
+ 55 (45) 3576 - 7069
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Histórias da Amazônia são o destaque em renovação do Google Earth

Mais de 27 milhões de pessoas, que vivem em um lugar que para muitos, pode representar mistérios, belas paisagens, povos diferentes e vegetações impenetráveis. Essa é a Amazônia. Embora pareça distante, ela possui uma importância imensa para a manutenção da vida no planeta. Não é à toa que a chamam de pulmão do mundo.

Mas juntamente com as florestas e vegetações, existem povos e ricas histórias que ficarão conhecidas em todo o mundo a partir de agora. Na última terça-feira (11), o Google lançou o projeto “Eu Sou Amazônia”, que usa o Google Earth para mapear 11 regiões, com 11 histórias interativas que vão abordar diferentes aspectos da região amazônica. Como a própria empresa afirma “convidamos você a se aventurar no coração da maior floresta tropical do mundo pelo novo Google Earth.”

O objetivo da plataforma, é mostrar uma realidade diferente e com um olhar brasileiro. Tanto que algumas histórias foram produzidas por Fernando Meirelles, um dos maiores cineastas do país.



A experiência

Cada história captura a complexidade da Amazônia, que produz 20% do oxigênio do planeta e abriga uma em cada dez espécies de animais. Conheça a cadeia de produção de iguarias da floresta, como a Castanha-do-Pará e o Açaí, que chegam aos supermercados de todo o mundo, ou veja como comunidades, que antes dependiam da extração ilegal, agora se reestruturaram com esforços sustentáveis. Acompanhe também o cotidiano dos Quilombolas, descendentes de escravos e que lutam para ter suas terras reconhecidas.

Essas histórias são o resultado de um projeto que começou há dez anos. Em 2007, o Cacique Almir, da tribo Paiter Suruí, descobriu o Google Earth e viu seu potencial para proteger o legado e as tradições de seu povo. Almir propôs uma parceria ao Google, que resultou na criação do Mapa Cultural dos Suruí, o primeiro projeto liderado por um povo indígena para combater o desmatamento e mapear o estoque de carbono de suas terras. Os Suruí também foram os primeiros a receber fundos de preservação de suas terras.

“A tecnologia é uma ferramenta importante que nos ajuda a manter a floresta e nossas histórias vivas. Por meio do Google, o mundo pode conhecer a realidade e a luta do povo indígena Paiter Suruí no meio da Amazônia”. Ubiratan Suruí, da Associação Metareilá do Povo Indígena Suruí.

O Google

A iniciativa marca a nova fase do Google Earth, que há dois meses está disponível como aplicativo para desktop, celulares Android e também para acesso no navegador Chrome. Essa é uma aposta para transformar o serviço em mais um espaço de produção de conteúdo dentro dos canais da empresa.

"Eu Sou Amazônia" teve ajuda de equipes como a produtora O2 e do Instituto SocioAmbiental (ISA), abordando a relação da floresta e seus povos com questões como alimento, água e origens culturais.

O Google utilizou ferramentas como câmeras em 3D e recursos técnicos no mapa que acompanham o que está sendo mostrado em vídeos e textos com imagens de satélite. "Esta é uma nova técnica e acho que estamos apenas começando a encontrar maneiras de contar histórias com vídeos, textos e mapas. Com todas essas imagens em alta qualidade e em 3D, nós montamos a réplica mais realista e atraente do planeta. Isto é muito inovador", disse a diretora de Earth do Google, Rebecca Moore, à Reuters.

A empresa não revela o orçamento dedicado ao projeto, que contou com filmagens na Amazônia, além de equipamentos, investimento em tecnologia e treinamento de pessoal. No entanto, Moore afirmou que a companhia não tem intenção de monetarizar a nova plataforma de nenhuma maneira.

(Com informações de G1 e Google Blog)
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Oficina aberta à participação da comunidade ensina como reaproveitar alimentos

O projeto de extensão Observatório Ambiental de Foz do Iguaçu promove, neste sábado, uma oficina aberta à comunidade que irá demonstrar como opções de alimentos que geralmente descartamos – tais como cascas, talos e outras partes – podem ser incluídos em nosso cardápio no formato de opções nutritivas e gostosas. Durante o encontro, cada participante terá a oportunidade de interagir no processo de produção de 3 receitas práticas e simples, sem a necessidade de cozimento.

A responsável pela oficina será a bióloga e fundadora da Rede Verde, Anne-Sophie Bertrand. A capacitação seguirá os conceitos do crudiveganismo, uma dieta contínua na qual os vegetais são consumidos com cocção de no máximo 42°C, conforme explicou Bertrand:

“Essa oficina tem o objetivo de mostrar que tudo nesse planeta funciona do mesmo jeito no ecossistema, no meio ambiente, no ecossistema do seu corpo, e são dois sistemas que funcionam do mesmo jeito. Então o objetivo é conscientizar as pessoas e mostrar que é muito simples alcançar esse estilo de vida que não requer nem muito dinheiro no banco, nem muitos anos de estudo, apesar de que eu estudei bastante para alcançar. É porque essa sociedade não é quem vai incentivar você a ter esse estilo de vida lixo zero, porque na verdade se você for olhar, a sociedade atual pelo contrário, incentiva o consumo desenfreado e muito vão por sinal.”

A iniciativa faz parte das Oficinas Desafio Lixo Zero, do Observatório Ambiental de Foz do Iguaçu. A proposta é trabalhar temáticas que possibilitem aos participantes repensar comportamentos de consumo e práticas do dia a dia que refletem diretamente em nossa relação com o meio ambiente.

Anne-Sophie, explica que além dos benefícios para a saúde, adotar hábitos de nutrição saudável e de consumo consciente, ajudam estreitar os laços entre o ser humano e a natureza:

“E ai também em casa, porque eu não sou de acumular lixo, mal compro coisas no mercado, então eu pude ver que realmente eu estava adotando esse estilo de vida e eu tinha muito menos lixo produzido. E ai eu gosto de separar meu lixo, obviamente passar a fazer minha composteira e muito mais, e eu me sinto muito bem não produzindo lixo. Você não faz ideia de como essa conexão com a natureza cura você em todos os níveis.”

A oficina será realizada no Centro de Juventude, a partir das 09h. Aos interessados, haverá transporte, saindo às 8h da barreira de Itaipu, com uma parada no Bosque Guarani, e chegada no Centro da Juventude.


Serviço

Quando: 08/07/2017
Horário: 09h às 12h30
Onde: Centro da Juventude (CEJU) - R. Noel Rosa, 378-442 – Jardim Naipi, Foz do Iguaçu
Inscrições gratuitas no endereço: https://goo.gl/9NeZVL

Observatório Ambiental de Foz do Iguaçu

O observatório Ambiental de Foz do Iguaçu é um projeto de extensão da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) que promove a articulação social visando construir uma ferramenta de controle social e monitoramento participativo da qualidade ambiental do município, além de propiciar o engajamento da sociedade na tomada de decisões que afetam a transformação de seu território.
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