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Presidente da ABID destaca a relevância do evento conjunto entre CONIRD, Inovagri e Simpósio de Salinidade

O Podcast Unesp em parceria com a área de Hidráulica e Irrigação do campus de Ilha Solteira da Unesp, publica semanalmente noticiários sobre a agricultura irrigada e agroclimatologia. O objetivo é orientar as formas de manejo racional da água e energia. Helvécio Mattana Saturnino, presidente da ABID - Associação Brasileira de Irrigação e Drenagem, sinaliza o grande destaque do evento conjunto e inédito entre XXVI Congresso Nacional de Irrigação e Drenagem, IV Inovagri International Meeting e III Simpósio Brasileiro de Salinidade que ocorre em Fortaleza nesta semana.

“O que nós temos aqui de muito importante que é a troca de conhecimentos, é a plea de profissionais na linha de frente da ciência e tecnologia, tanto do Brasil quanto no exterior, e estão tendo justamente a oportunidade de discutir como fazer cada vez mais com menos. E vai desde o aspecto de conservação de solo e água, manejo de solo, de como você melhorar as condições químico-físicas do solo para você aproveitar ao máximo cada gota de água que chega em seu pedaço. Feito isso, eu acho que nós devemos nesse especial esforço de intercâmbios internacionais, de troca de ideias igual nós estamos tendo também o cuidado de preparar as agendas para o fórum mundial da água que vai ocorrer no Brasil, que será pela primeira vez no hemisfério sul, e que vai ser em Brasília em março de 2018, essa oportunidade ímpar de colocar nessa agenda que água é vital na produção de alimentos. Nós temos dentro da área da hidroenergia, essa oportunidade de diversificar essa matriz energética, e é o que está acontecendo com a energia fotovoltaica, a energia eólica e com outras opções muito interessantes, quando você através da fotossíntese enriquece a produção de material para produzir biodísel, produzir o álcool, então tudo isso tem que ser um conjunto para que? Para que a harmonia dentro das bacias hidrográficas seja a melhor possível para a locação da água atender as suas prioridades e você ter aquilo que é importante, que é ter água para matar a sede, água para fazer a higienização, ter a água para todos esse fatores vitais e principalmente para você fazer o que? Um desenvolvimento em que a gente tem visto nossos professores, e o professor Tangerino de Ilha Solteira em São Paulo, é um exemplo clássico disso. Porque além da liderança natural que São Paulo tem para fazer muita coisa ao longo da história do Brasil, a gente tem uma expectativa muito grande de que cada vez mais a gente colha frutos disso. Então é muito bom a gente ver cada vez mais o professor Tangerino com a sua turma de estudantes, da pós-graduação, ver os outros professores da USP, então a gente vê São Paulo com toda a sua vitalidade para nos ajudar no Brasil e nos ajudar nos desafio que nós temos.”

A Unesp está presente com professores e alunos dos campus de Ilha Solteira, Botucatu e Jaboticabal.
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Emater e Itaipu fazem seminário de criação de tilápias

A Emater e a Itaipu Binacional, com o apoio de prefeituras dos municípios lindeiros ao Lago de Itaipu, promovem nos dias 18 e 19 de outubro, o seminário sobre cultivo de peixes em tanques-rede. A ação ocorrerá primeiro em Santa Helena e depois em Foz do Iguaçu e deve reunir cerca de 120 pescadores artesanais e agricultores familiares de toda a região.

O coordenador estadual do projeto Aqüicultura e Pesca da Emater, Luiz Danilo Muehlmann, conta que desde abril de 2015 o Ministério da Pesca e Aqüicultura, Ibama, Itaipu e IAP liberaram o cultivo de tilápias nos braços de rios e córregos que abastecem o Lago de Itaipu. Por isso, o objetivo dos dois seminários é mostrar de que forma os pescadores artesanais, principalmente, e também pequenos produtores rurais podem aproveitar essa licença para desenvolver uma nova atividade geradora de renda para suas famílias.

"A pesca extrativista desenvolvida por muitas famílias da região é um negócio bastante aventureiro, que depende muito das condições do tempo, do Lago e, basicamente, dos estoques naturais de peixes que hoje estão no limite. A criação de tilápias em tanques-rede permite a esse pescador realizar uma atividade mais planejada, com estrutura definida em função da sua expectativa de renda, tudo de forma controlada sem depender das condições naturais do lago".

Exemplo

Gelson Hein, coordenador regional da Emater de Toledo, completa que, com os dois encontros, os organizadores querem chamar a atenção para uma oportunidade viável de negócio que está aí e que o pescador pode aproveitar para tornar a vida de sua família economicamente mais estável. “Vamos fazer isso mostrando dados de outras experiências empreendidas por pequenos produtores rurais atendidos pela Emater e que estão dando certo”.

O caso citado por Hein envolve pescadores artesanais da região do vale do Rio Paranapanema, Norte Pioneiro do Estado, onde o cultivo de tilápias em tanques-rede nas águas de represas daquele Rio já foi liberado há mais tempo. Em municípios como Carlópolis, por exemplo, a Emater capacitou dezenas de famílias para a condução profissional das criações, orientou na busca de crédito e prestou assessoria para que se organizassem em torno de condomínios. O modelo, além de facilitar a condução dos viveiros, permite que os pescadores façam a compra conjunta dos insumos e dos alevinos para povoamento dos tanques gastando menos, além de destinar toda a produção para o mercado de forma segura e vantajosa.

“No polo de produção de tilápias do Norte do Estado saem para o mercado, todo ano, cerca de 12,5 mil toneladas de tilápias, pelo menos 8 mil toneladas são de cultivos em tanques-rede. Realidade bem diferente do polo de criação do Oeste, o mais importante, onde são produzidos anualmente 66,7 mil toneladas de peixes, 97% deles tilápias cultivadas em viveiros escavados em terra”, detalha Muehlmann. O Estado produz por ano cerca de 106 mil toneladas de pescados. Deste total, 93,3 mil são de cultivo e 12,7 mil toneladas de captura.

A Emater estima que, conduzida com dedicação e profissionalismo, a criação de tilápias em tanques-rede pode dar ao produtor uma rentabilidade de 25% sobre o capital investido. “Em trinta tanques-rede com capacidade de 6 metros cúbicos cada, o produtor pode garantir uma renda média mensal de 1,5 salários-mínimos mais o 13° salário. A produção chega a 27 mil quilos de tilápias no ano. Para fazer o investimento, nossos técnicos podem orientar o pescador ou pequeno produtor, devidamente legalizados, para o acesso a crédito do Pronaf que tem juros baixos e prazo para pagamento compatível com a realidade desse novo piscicultor”,finaliza Muehlmann.

(Fonte: AE Notícias)
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Trabalho de extensão realizado pelo Inovagri busca acessibilizar conhecimento sobre agricultura irrigada e uso racional da água

O Podcast Unesp em parceria com a área de Hidráulica e Irrigação do campus de Ilha Solteira da Unesp, publica semanalmente noticiários sobre a agricultura irrigada e agroclimatologia. O objetivo é orientar as formas de manejo racional da água e energia. Débora Camargo, doutora e engenheira agrônoma que coordena um trabalho de extensão no IV Inovagri International Meeting e no III Simpósio Brasileiro de Salinidade, destaca a importância da pesquisa e do evento que ocorre em Fortaleza nessa semana.

“A importância de apresentar o trabalho de extensão em meio a um público tão diverso é incrível e de extrema importância. Porque tanto professores, pesquisadores, acadêmicos, tem um objetivo: o trabalho é para facilitar a vida do produtor rural. Se não tivesse produtor rural, nosso trabalho não serviria de nada. Então o trabalho de extensão desenvolvido pelo instituto Inovagri, ele tenta desmistificar a ideia de que a irrigação é impossível de se fazer pelo produtor, de que é uma área muito difícil. E quando nós trazemos tantos pesquisadores renomados, nos ajuda a criar uma visibilidade no campo, já que no nosso congresso, também temos a presença de produtores rurais e estudantes, de que é possível fazer o manejo adequado da água. Então nosso trabalho é transferir todo o conhecimento e tecnologia desenvolvidos nas academias e nos centros de pesquisa, e levar essa informação de maneira acessível, linguagem facilitada para o produtor rural.

A engenheira comenta o relacionamento com produtores irrigantes.

“O trabalho de extensão rural é um trabalho mais árduo, que é pouco valorizado no Brasil. Mas ele deve ser feito, e por isso a gente insiste em capacitação e nesse tipo de trabalho em desenvolvimento. O que a gente nota no campo, é que existe realmente uma desconfiança do produtor e desse seguimento de irrigantes, sobre qualquer tipo de informação e novidade que a gente venha a oferecer. Mas é um trabalho de insistência e de troca de confiança, que se feito de forma adequada,mostrando bons resultados, nós conseguimos sim um nível de aceitação e a propaganda é o bom trabalho feito e comprovado por um produtor rural. Se a gente acerta com o produtor rural, conseguimos difundir o nosso trabalho com mais facilidade.”
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