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Vacy Alvaro

Vacy Alvaro

Jornalista/Fundação Parque Tecnológico Itaipu URL do site:

Em Foz do Iguaçu, Dia da Árvore é celebrado com plantio no Córrego Brasília

Estudantes, professores, escoteiros e a comunidade em geral participaram, na manhã desta quinta-feira (21), de uma atividade promovida em alusão ao Dia da Árvore em Foz do Iguaçu. Após se reunirem na Igreja Nossa Senhora da Luz, na Vila C, o grupo realizou um plantio simbólico de 50 ipês no Córrego Brasília, área que passa por revitalização e que ao longo de 2016 recebeu cerca de 350 mudas de árvores nativas.

Durante a ação, Rubens de Souza, gestor de bacias hidrográficas da Itaipu, destacou a importância de um trabalho conjunto que vise a conscientização ambiental:

“Acho que acima de tudo, a importância está no fato de você conseguir reunir esses jovens e essas crianças, e despertar neles essa ideia da preservação ambiental. Então nós estamos trabalhando nessa área há quatro anos realizando algumas ações no sentido de recuperar essa área que até então era uma área preservada e com o processo que houve de ocupação irregular, muitas famílias se instalaram e acabaram degradando todo esse importante conjunto de recursos naturais que nós temos aqui. Muitas árvores foram tiradas, enfim. Então nós estamos trabalhando nesse sentido para tentar recuperar essa área sempre buscando envolver a comunidade, as entidades, naquela ideia de compartilhar decisões e dividir responsabilidades.”



Este senso de comunidade também reforçado pela secretaria de Meio Ambiente de Foz do Iguaçu, Ana Biesek:

“Hoje é um dia muito importante porque é o Dia da Árvore. Para nós que somos ambientalistas, que defendemos e amamos a natureza, é fundamental porque é necessário esse cuidado e essa preservação com o meio ambiente. Essa atitude é impar, porque está envolvendo crianças, adolescentes e a base de tudo é uma conscientização ambiental. E isso começa com elas e nas escolas. Então é muito importante elas irem plantar uma árvore, porque no momento em que elas estão ali, se empoderando, amando e criando o sentido de valor. Então as ações são realmente fundamentais. E não é somente uma preocupação nossa aqui local, mas nacional, mundial.”



O Córrego Brasília está localizado na divisa entre os bairros Vila C Nova e Vila C Velha. Além disso, suas águas desembocam no Rio Bela Vista, que integra o complexo do Canal da Piracema. Enzo Maschio Figueiredo, da Divisão de Educação Ambiental de Itaipu, lembra da importância da preservação deste local:

“A qualidade da água aqui afeta diretamente a qualidade da água do Canal da Piracema e, por consequência, o monitoramento ambiental e todas as pesquisas feitas em relação à ictiofauna (conjunto de espécies de peixes que existem em uma determina região) e também á prática de esportes do Projeto Meninos do Lago, que é um projeto social e esportivo apoiado pela Responsabilidade Social de Itaipu. Ele é um espaço muito propício da própria comunidade no qual conseguimos desenvolver esses conteúdos com todas as escolas que estão aqui no bairro.”



A preservação do Córrego Brasília é uma antiga causa da professora Regiane Castione, do Colégio Estadual Flávio Warken. Já há alguns anos que ela monitora a qualidade da água no local e desenvolve diversas ações de preservação. Ela alerta que muitos problemas são causados pela própria população:

“Eu acho que o principal é a recuperação das nascentes. É a conscientização da população em não jogar lixo. Faz anos que a gente acompanha o projeto e a gente vem, faz limpeza... e a população não tem jeito! Joga lixo! Inclusive depois que nós fizemos a revitalização da nascente, que a comunidade ficou sabendo, volta e meia a gente visita ali e tem lixo perto da nascente. A gente não entende. Sabem que é para preservar, sabem que é para cuidar, mas as 'cabecinhas' ainda insistem que é mais fácil jogar o lixo na casa do vizinho do que deixar na frente da minha casa.”

Mas a professora não promete desistir tão fácil de sua árdua missão:

“Nós estamos aqui nessa ação lutando. É um trabalho árduo e constante. E a gente não pode deixar isso de lado, tanto que já faz cinco anos praticamente que a gente vem desenvolvendo ações aqui no córrego. Então enquanto eu estiver aqui, eu vou continuar com o projeto.”



Em 2014, a população local participou do Pacto das Águas para atestar seu compromisso com o projeto de recuperação. Desde então, várias medidas foram adotadas para proteger o córrego e suas nascentes.

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Missal promove ações no Programa Encontros e Caminhos

Construção de cisterna, incetivo à agroecologia e aquecedor solar elaborado a partir de materiais reciclados. Estas são algumas das atividades promovidas em Missal (PR) durante o Programa Encontros e Caminhos 2017, desenvolvido nos 29 municípios da Bacia do Paraná 3 por meio de um convênio entre Itaipu e o Conselho de Desenvolvimento dos Municípios Lindeiros.

No município que conta com pouco mais de dez mil habitantes, doze atividades estão previstas no programa. Três delas já foram executadas, como a construção de uma cisterna “ferro e cimento”. O reservatório de 30 mil litros deve servir como exemplo para toda a cidade, conforme explica o secretário de Agricultura e Meio Ambiente de Missal, Altair Luiz Fetzner:

“Essa cisterna ferro-cimento foi estratégico porque pegamos uma propriedade que tem carência de água e vamos utilizar essa propriedade como referência para os agricultores e a população em geral, porque até o pessoal da cidade tem interesse em fazer esse trabalho com cisterna. Ela vai captar água de um telhado de galpão, armazenar essa água que posteriormente será utilizada em uma horta mandala.”


Foto: Prefeitura de Missal

O secretário também ressaltou a participação da população nas ações promovidas no Programa Encontros e Caminhos.

“A gente está notando que a população está demonstrando muito interesse. São ações inovadoras que servirão de exemplo para outros produtores. Estamos tendo muita participação dos produtores orgânicos do município. Eles estão ajudando a construir tanto a cisterna como a horta. Estamos trabalhando em forma de mutirão, o que está sendo muito bom, e vemos o empenho de todos nessas ações.

Uma das ações mais aguardadas pela população de Missal será realizada no dia 10 de outubro: uma oficina de construção de aquecedores solares a partir de materiais reciclados como caixas Tetra Pak e garrafas pet. As atividades vão acontecer na propriedade de Lourdes e Adenilson Rodrigues, moradores da Linha São Sebastião.


Foto: Prefeitura de Missal


As oficinas contam com o auxílio do Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia (Capa) e ainda contam com a participação de organizadores do Encontros e Caminhos de Ramilândia e Diamante do Oeste. Até o final de novembro, os 29 municípios da BP3 realizarão vários eventos de cunho educativo, cultural e socioambiental.

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Seguro rural: evento aponta os principais desafios do Oeste do Paraná

Segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), 25% dos danos causados por desastres ambientais no mundo tem impactos diretos sobre o setor agrícola. No Brasil, a perda média anual é de R$ 11 bilhões de acordo com dados da Embrapa e do Banco Mundial.

Neste contexto, a gestão de riscos e o seguro rural surgem como alternativas para minimizar estes prejuízos. No Oeste do Paraná, grande polo agrícola, neste mês de setembro agricultores, representantes de instituições públicas e privadas do setor, seguradoras, correspondentes e representantes bancários se reuniram para discutir o tema em Cascavel (PR).

O encontro foi realizado no Sindicato Rural de Cascavel por meio de uma parceria entre o próprio sindicato, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná e o Programa Oeste em Desenvolvimento (POD). Na ocasião, diversas questões foram debatidas e identificadas como principais carências e desafios do Seguro Rural na região.

A ação faz parte das atividades desenvolvidas pela Câmera Técnica de Grãos do POD que iniciaram no final do ano passado com a identificação de diversos gargalos do setor, como o caso do Seguro Rural, após contribuições de representantes da cadeia produtiva.

De acordo com Francisco Simioni, chefe do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, as variações climáticas ainda representam grandes ameaças na região:

“A grande dificuldade e os desafios que os produtores enfrentam todo o ano, a cada vez que lançam sementes no solo, é as condições do clima. É aí que o seguro rural entra para prevenir e indenizar perdas que são incontroláveis pelo homem, como geada, granizo, seca, excesso de sol, excesso de chuva e até, em alguns casos, doenças que comprovadamente pela pesquisa não são controladas pelos defensivos e agrotóxicos que o produtor tem à disposição hoje. O desafio é grande porque todo mundo sabe que a safra e a produção estão a céu aberto, e enquanto ela não for colhida e armazenada, o produtor sempre tem o risco de ter que correr contra as variações do clima.”

Durante o encontro coube ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, apresentar a situação atual e as perspectivas do seguro rural no Brasil. Já a Federação Nacional das Seguradoras e as próprias seguradoras explicaram como funcionam os seus principais modelos de negócio. O Dr. Clyde W. Fraisse, da Universidade da Flórida, comentou sobre questões relacionadas ao monitoramento do clima para a redução do risco na agricultura, citando exemplos práticos de Estados Unidos e Paraguai.

Após as apresentações, os participantes debateram sobre os temas apresentados e elencaram três demandas como prioritárias: a aproximação entre seguradoras e produtores rurais; a ampliação da proteção do seguro rural para as atividades da piscicultura; além do aumento de recursos nos programas de subvenção federal e estadual a fim de proporcionar maior apoio aos agricultores.

“Entre os encaminhamentos ficou delineado que nós vamos fazer um processo de aproximação maior entre as seguradoras e os produtores rurais. Outro ponto é de que há necessidade de haver uma maior divulgação desses produtos que as seguradoras oferecem para que o produtor possa, em tempo hábil, acionar o seguro, fazer a sua cotação prévia e buscar com o seu corretor de confiança qual é o tipo de seguro e quais os procedimentos para fazer uma opção. A opção de fazer ou não seguro, de escolher a seguradora A, B ou C, é uma decisão exclusivamente do produtor rural. Mas para que ele acesse esse importante instrumento de mitigação de riscos, e de tecnologia, porque quando ele tem um risco menor, o endividamento dele é menor. Estes foram os pontos principais que foram destacados neste grande encontro e que busca levar mais conhecimento sobre esse importante instrumento. O sistema estadual de agricultura tem colaborado para que este plano vá em frente e dê crescimento a todo o processo da cadeia produtiva e do agronegócio na região”.

Para este ano, a perspectiva para o Valor Bruto da Produção é de aumento porque a safra de grãos, que está em fase de colheita, foi além das expectativas e deve alcançar um volume de até 40 milhões de toneladas no Paraná.

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