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Vacy Alvaro

Vacy Alvaro

Jornalista/Fundação Parque Tecnológico Itaipu URL do site:

Na Copa do Mundo do Saneamento Básico, Brasil não passaria das Oitavas de Final

Se a Copa do Mundo fosse uma competição que levasse em consideração as condições de saneamento básico, o Brasil não passaria das Oitavas de Final. Esta é a conclusão do levantamento “Copa do Mundo do Saneamento”, realizado pela ABES – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção SP, comparando as condições sanitárias entre todos os países que participam do mundial na Rússia.

O estudo foi feito com base em dados do Programa de Monitoramento Conjunto para o abastecimento de água e saneamento, da UNICEF e Organização Mundial da Saúde (OMS). Na Copa do Saneamento 2018, o Japão levanta a taça. Em segundo lugar vem a Suíça, em terceiro, a Espanha, e em quarto, a Dinamarca.

Nesta competição “virtual”, a seleção brasileira passaria apenas da fase de grupos, sendo eliminada logo nas Oitavas de Final pela Coreia do Sul. E a situação poderia ser ainda pior, conforme explica o presidente da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) - Seção SP, Márcio Gonçalves de Oliveira:

“O Brasil deixa a desejar em relação aos outros países. O Brasil só passa para as Oitavas de Final por que pegou uma chave onde ele compete com a Suíça, que em questões de saneamento está com índices muito bons, 99,5%, e ele passa porque tem Costa Rica e Sérvia. Outros países não tiveram tanta sorte assim. Se o Brasil tivesse em outra chave, provavelmente não passaria nem da fase de grupos. Na verdade, não avançou em nada da outra Copa pra cá no saneamento. Está estagnado. No futuro, até 2022 que é a próxima Copa, são investimentos que demoram para ser implementados, e ainda vemos Brasil sem um plano efetivo para implantar ações para melhorar isso. Então, precisa trabalhar bastante, ainda tem tempo, mas precisa trabalhar muito para melhorar um pouco esse posicionamento do Brasil”.






No Brasil, 32 milhões de pessoas não têm acesso adequado ao abastecimento de água (rede geral de abastecimento), 85 milhões de brasileiros não têm acesso adequado ao esgotamento sanitário (rede coletora nas zonas urbanas e rede coletora ou fossa séptica nas zonas rurais), 134 milhões não têm os esgotos de suas casas tratados e 6,6 milhões não têm nem sequer um banheiro.

Apesar de não ter terminado em primeiro do grupo, que teve liderança isolada da Suíça (99,5%), apresentou um desempenho melhor que o da Copa do Saneamento de 2014, quando foi eliminado já na fase de grupos.

Para aspecto de curiosidade, nenhum dos países que chegaram até a semifinal em 2014 conseguiu repetir este feito. A Alemanha, campeã em 2014, deu azar e caiu nas oitavas de final frente à Suíça; França, vice campeã em 2014, chegou às quartas de final; A Holanda não participa da Copa este ano; e a Inglaterra foi eliminada pela Suíça nas quartas de final.
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PTI desenvolve sistema para modernizar agricultura na região Oeste

Por meio de um projeto desenvolvido pelo Parque Tecnológico Itaipu (PTI), agricultores do Oeste do Paraná poderão contar, em breve, com tecnologia de ponta para o monitoramento das condições do tempo e obtenção de indicadores confiáveis sobre produtividade e condições do solo.

A iniciativa baseada na tecnologia da Internet das Coisas (IoT) pretende modernizar e aumentar a produtividade da agricultura regional. A intenção é levar conectividade aos equipamentos e aperfeiçoar as técnicas da Agricultura de Precisão. Com isso, os pequenos agricultores poderão coletar, monitorar e aplicar dados em uma área de cultivo específica, a fim de garantir melhores resultados.

O projeto está sendo desenvolvido no PTI por intermédio do Centro Latino-Americano de Tecnologias Abertas (Celtab) e surgiu a partir de uma demanda da Itaipu Binacional, de automatização do Sistema de Monitoramento de Estações Climáticas (Smec) da usina, que também está sendo executada pelo Celtab.

Em entrevista ao programa “Manhã RCI”, o gerente do Celtab, Miguel Diogenes Matrakas, explicou que a inovação poderá trazer diversos benefícios para os agricultores da região:

“A questão é fornecer mais dados para auxiliar ele (o produtor) na tomada de decisão, e, em até certo ponto, também colocar uma previsão do que vai acontecer pra frente. Então sabendo, por exemplo, data de plantio e as condições climáticas, podemos prever com uma melhor assertividade as datas de colheitas ou as datas de pulverização de algum inseticida ou fungicida. Então isso acaba ajudando na programação de trabalho, na programação de colheita, e vai ajudar não só o próprio produtor mas também as cooperativas para programar as suas questões de logística, frete, recebimento de grãos e outras coisas. Isso acaba impactando em toda a cadeia”.

Os pesquisadores do Celtab enxergaram potencial de ampliação da solução que está sendo desenvolvida para a Itaipu, desde a transmissão de dados de estações meteorológicas ao armazenamento e acesso de dados de outros aspectos da produção no campo.

Os dois projetos são desenvolvidos com base nos conceitos já explorados no Laboratório de Internet das Coisas do PTI, inaugurado em 2017, onde são feitas pesquisas e desenvolvimentos relacionados a dispositivos conectados à rede de internet. O projeto, denominado “Smart Farm” (traduzido do inglês como “fazenda inteligente”), que pretende modernizar a agricultura na região, será apresentado às cooperativas. A iniciativa conta com a parceria da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste).

A intenção é criar um sistema que conecte as estações das propriedades rurais da área de atuação da Itaipu, mesmo nos locais em que não há sinal de celular. A próxima etapa do projeto envolve a fabricação de estações de baixo custo, baseadas na tecnologia já utilizada na Itaipu, para uso em pequenas propriedades da região Oeste. Três estações, duas pertencendo ao projeto voltado à Itaipu e uma ao da Unioeste, já estão em funcionamento, instaladas na área do Parque Tecnológico Itaipu (PTI).
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PTI e Itaipu entregam Plano de Resíduos Sólidos de Santa Terezinha de Itaipu

Com o apoio da Itaipu Binacional e do Parque Tecnológico Itaipu (PTI), a Prefeitura de Santa Terezinha de Itaipu deu mais um passo importante nas questões de sustentabilidade. Nesta quinta-feira (7), foi entregue ao município o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, durante cerimônia realizada na sede da Associação de Catadores de Resíduos Recicláveis (Acaresti).

Na ocasião, Santa Terezinha de Itaipu também recebeu o certificado de participação no Programa Cidades Sustentáveis, além de celebrar a assinatura do contrato para coleta e processamento de materiais recicláveis, em uma parceria entre a Prefeitura e a Acaresti. Claudio Osako, diretor técnico do PTI, ressaltou a importância do Parque no apoio ao Plano, fomentando o desenvolvimento do município e de outros da região Oeste. “É um resultado de dois anos de trabalho. A gente assinou um convênio há dois anos atrás com o município de Santa Terezinha de Itaipu, e isso faz parte de um convênio maior entre a Itaipu e o BNDES, no qual o PTI faz a gestão do recurso e um dos itens é relacionado a saneamento. Santa Terezinha optou por fazer o foco em resíduos sólidos já que tem referência e precisava revisar seu plano, plano que orienta as ações do município. Assinamos há dois anos atrás, foi feito o repasse do recurso para o município, o município fez a licitação para contratar a empresa que fizesse essa revisão do plano, a empresa fez o trabalho ao longo de um ano, um ano e meio mais ou menos, e hoje a gente consolida o resultado”.

De acordo com Gilmar Secco, assistente da direção de Coordenação da Itaipu, esses resultados fazem de Santa Terezinha de Itaipu um exemplo para a região. “Santa Terezinha sempre foi (e não canso de falar isso) uma grande referência nossa a nível regional, de levar a frente aqueles projetos que são prioridades para a Itaipu Binacional. Com certeza é um grande exemplo para nós. E são dois momentos importantes, em que em parceria com o PTI fazemos a entrega oficialmente do plano de saneamento para o município, e fechando com chave de ouro com a assinatura do contrato da prefeitura com os catadores”, destacou.

Para prefeita de Santa Terezinha de Itaipu, Neide Mariot Corrente, esse é mais um marco histórico para o município. “Para nós é um momento de muito orgulho pelo que hoje a gente representa no município, no país inteiro, para todos os lugares que a gente vai, a gente sente que é referência no mundo inteiro. É um orgulho imenso, é uma sensação única no dia de hoje o que a gente está sentindo”, explicou.



Acaresti

A Associação de Catadores de Resíduos Recicláveis de Santa Terezinha de Itaipu mantém uma média de 100 toneladas de materiais recolhidos por mês. Esse trabalho é realizado pelos 40 associados que se dividem em dois turnos na coleta seletiva. Para comportar e melhorar ainda mais o trabalho dos agentes ambientais está prevista a ampliação em mais 800 metros quadrados da Acaresti, que possui hoje um espaço de 1.100 metros quadrados de área coberta.

Os investimentos na Associação ultrapassam R$ 3 milhões, por meio de diferentes convênios com diversas entidades, entre elas a Itaipu Binacional, o Banco do Brasil, a Funasa e o Instituto das Águas.

Fotos: Antonio Pitondo
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