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Vacy Alvaro

Vacy Alvaro

Jornalista/Fundação Parque Tecnológico Itaipu URL do site:

Vitrine de Agroecologia resgata cultivo e consumo de plantas comestíveis não tradicionais

Quem passa pelos corredores do Show Rural Coopavel 2018 logo se interessa pela Vitrine Tecnológica de Agroecologia. O espaço de 2.600 m² simula uma propriedade rural, utilizando apenas técnicas de agroecologia, isto é, livre de agrotóxicos e sem agredir o meio ambiente. O espaço é resultado de uma parceria entre 12 instituições, como universidades e institutos de pesquisas governamentais e não governamentais. Entre elas, a Itaipu Binacional.

O técnico agrícola Ronaldo Pavlak, um dos representantes da binacional no espaço, cita algumas das atrações disponíveis ao público do evento e destaca que o grande foco da ação é a preservação da saúde, tanto de quem produz quanto de quem consome:

“Aqui nós temos desde a parte de adaptação e captação da água da chuva, a parte de aquecimento solar de água, o uso de desidratador solar de frutas. Tem a parte de pecuária em produção agroecológica, tanto o sistema de pastoreio racional “Voisin”, quanto aos tipo de forrageiras, aos tipos de criações de animais. Tem a parte de sistema agroflorestal onde a gente traz todo um sistema de cultivo integrado entre lavoura, agrofloresta e hortaliças... O principal enfoque é na saúde. Tanto no produtor, para que ele não se contamine com o agrotóxico e os fertilizantes químicos altamente solúveis, quanto do consumidor, para que ele vá comprar o alimento e esse alimento traga bem estar e cumpra seu papel”.

Outro temática em destaque na Vitrine são as Plantas Alimentares Não Convencionais (PANCs). A proposta é mostrar para a comunidade como aproveitar melhor essas plantas na alimentação cotidiana. Além do investimento ser mais baixo, essas plantas possuem altas propriedades nutricionais:

“Chamamos elas de Plantas Alimentares Não Convencionais (PANCs), porque normalmente, se você pegar o alface, o brócolis, o repolho, a abobrinha, a berinjela, são plantas que tradicionalmente são cultivadas. Então elas foram melhoradas e tem uma cadeia produtiva bem estabelecida de se produzir. Não vão ter muito problemas com pragas que vem espontaneamente nas propriedades, e você tem um valor nutricional muito alto em relação as plantas cultivadas tradicionalmente. O que estamos trazendo aqui são plantas com um maior teor nutricional e um maior potencial de uso culinário para você aproveitar mais os nutrientes dos alimentos. Não é apenas uma alimento bonito, mas um alimento funcional.”



Na Vitrine Agroecológica estão expostos mais de cem cultivos altamente nutritivos. Desde a alface nativa até espécies desconhecidas, como a capuchinha, que dispensa o tempero em seu consumo, ou a bertalha coração, que tem quase dez vezes mais ferro que o espinafre.

Outro destaque da participação de Itaipu são as cerca de 50 plantas medicinais expostas na mandala, junto com outras plantas, conforme explica engenheira agrônoma Liziane Cadine Pires, da Divisão de Ação Ambiental da Itaipu:

"A gente trouxe estas plantas para que as pessoas se identifiquem com elas, reconheçam e também tenham elas em casa, seja na horta, no quintal, na propriedade rural ou propriedade urbana, mas que tenham essas plantas para a sua utilização”.

A programação do Show Rural Coopavel segue até esta sexta-feira (9), em Cascavel (PR).

(Fotos: Adenésio Zanella/Itaipu Binacional)

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Show Rural 2018: “75% do nosso desempenho se deve à tecnologia”, destaca Ortigara

O secretário da Agricultura e Abastecimento do Paraná, Norberto Ortigara, destacou a importância da tecnologia para o desenvolvimento agrícola do Estado. A declaração foi dada durante o Show Rural Coopavel 2018, que está sendo realizado em Cascavel (PR). Segundo Ortigara, três quartos (ou 75%) do bom desempenho do estado no setor pode ser atribuído à utilização de tecnologias embarcadas:

“A cada três coisas que a gente produz em valor, uma vem da roça, da terra, da agroindústria, ou de coisas ligadas à agricultura. Então nós temos na produção de gêneros, alimentos ou não, da agricultura, o nosso ganha pão. Uma força importante e e que vem melhorando. A transformação do que era uma agricultura rudimentar e uma agricultura tecnológica, que usa a Internet das Coisas a tal ponto que quase três quartos do nosso desempenho ser explicado por tecnologias embarcadas, processos e produtos, menos força bruta e menos terra. Terra é importante, desde que seja bem resolvida no ponto de vista físico, químicos e biológico, e tratar com zelo. O conhecimento é que está mandando, e vai ser cada vez mais assim”.

O secretário também destacou, que apesar dos avanços, ainda é possível progredir ainda mais no setor.

“Nós temos muito ganho vertical por atividades, qualidade, desempenho, baixar custos, enfim, reduzir para sobrar mais para os agricultores, para sobrar mais para a sociedade. Esse esforço vale a pena, e se nós continuarmos nesse ritmo, nós vamos chegar a parcelas muito mais importantes no mercado mundial. Hoje o Brasil é um país fechado, uma país com pouca presença no mundo, e todos os grandes países que desenvolveram muito são um pouco mais abertos. Nós podemos fazer isso com a alimentação”.

A programação do Show Rural Coopavel segue até esta sexta-feira (9), em Cascavel (PR).
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Show Rural 2018: simulador solar e atuação ampliada são destaques da Itaipu

O público do Show Rural Coopavel 2018, que está sendo realizado em Cascavel (PR), pode consultar gratuitamente o potencial solar de sua propriedade, residência ou empreendimento. Disponível no estande da Itaipu Binacional, o simulador utiliza como base os dados disponibilizados pelo Atlas de Energia Solar do Estado do Paraná.

O projeto é resultado de uma parceria entre a Itaipu Binacional, o Parque Tecnológico Itaipu, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e a Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Segundo Alisson Rodrigues, engenheiro ambiental do PTI, para cada tipo de consumidor a análise deve levar em consideração diversos fatores, porém, a grande certeza é que o potencial solar existente no Paraná é muito bom e comparável inclusive a grandes potências mundiais no segmento:

“Existem vários tipos de consumidor e depende muito do tipo de consumidor (urbano, rural, industrial). Cada um tem uma taxa de consumo, um fator de potência e vários índices (subsídios inclusive) que influenciam na cobrança do consumo de energia elétrica. Porém, isso deve ser visto caso a caso. Na região Oeste temos um potencial muito bom. Se você pensar que no Paraná, por exemplo, comparado à Alemanha, que é um dos países que mais consome energia solar no planeta, temos 43% de potencial superior.”

O simulador está disponível para consulta gratuitamente no endereço www.atlassolarparana.com. O estande da Itaipu destaca ainda a ampliação da área de atuação da binacional, que passou de 29 municípios da Bacia do Paraná 3 para 54 – sendo 52 deles do Oeste do Paraná, além de Altônia, no Noroeste, e Mundo Novo, no Mato Grosso do Sul. Até 2020, serão aplicados R$ 300 milhões nessas cidades, montante que deve transformar o perfil econômico da região.



No telão principal do espaço são mostradas as ações da empresa em toda sua área de influência. São projetos de energia renovável, programas de educação ambiental, produção de peixe, coleta solidária e proteção à biodiversidade na faixa de proteção, no Refúgio Biológico Bela Vista e no Canal da Piracema. A programação do Show Rural segue até sexta-feira (9), em Cascavel (PR).
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