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Vacy Alvaro

Vacy Alvaro

Jornalista/Fundação Parque Tecnológico Itaipu URL do site:

Brasileiros e austríacos participam de seminário sobre biogás e biometano em Foz do Iguaçu

Especialistas, técnicos e autoridades estão reunidos em Foz do Iguaçu (PR) para as atividades do 2º Seminário Brasil-Áustria de Cooperação para Uso de Biogás e Biometano. O evento - que segue até esta quinta-feira (23) no Refúgio Biológico Bela Vista - é promovido pelo Centro Internacional de Energias Renováveis-Biogás (CIBiogás) e a empresa austríaca Spirit Design, com apoio da Agência Austríaca de Desenvolvimento (ADA), do Parque Tecnológico Itaipu (PTI) e da Itaipu Binacional.

Entre os objetivos do seminário está incentivar a cooperação entre instituições de ensino, pesquisa e empresas dos dois países. O encontro também abre espaço para importantes discussões sobre oportunidades para o desenvolvimento do setor de biogás no Sul do Brasil, além da criação de uma política pública para o tema no Paraná.

De acordo com o diretor presidente do CIBiogás, Rodrigo Regis de Almeida Galvão, a cooperação entre Brasil e Áustria já bons resultados e é de extrema importância para a consolidação do tema no País:

“O principal resultado dessa cooperação é, sem dúvida, o desenvolvimento do capital humano, que é um dos fatores importantes para o desenvolvimento territorial. Lá em Viena (Áustria), existe todo um trabalho de consolidação do biogás. Já pesquisamos isso há muito tempo. Foi através de Boku (Universidade de BOKU) e da Embrapa que consolidamos o nosso laboratório dentro do PTI (Parque Tecnológico Itaipu), que estamos pensando em ampliá-lo”.

O diretor também explica os resultados buscados por meio da parceria:

“O biogás já está consolidado na Europa há um bom tempo e são vários fatores que contribuem para o desenvolvimento de uma nova tecnologia na sociedade e numa região. No caso de Áustria, Alemanha e Itália, que já estão bem consolidados do tema do Biogás. Tanto em aspectos de vista regulatórios, que são interessantes em estudarmos para ver ser conseguimos aplicar ou não, como no ponto de vista tecnológico, que é o mais importante. Então, quais são as tecnologias que eles têm e o que precisamos adaptar para conseguimos avançar e por em marcha a consolidação do biogás no Brasil, não só como energia, mas como um vetor do desenvolvimento territorial que ajude no crescimento econômico, mas gerando desenvolvimento.”



Já o superintendente de Energias Renováveis de Itaipu, Paulo Afonso Schmidt, destacou que o incentivo ao desenvolvimento de atividades relacionadas ao biogás continua sendo uma das prioridades da binacional:

“O biogás, pela importância que tem para a região e impacto positivo que a sua exploração como forma energética produz em relação à questão ambiental (especialmente em relação à preservação da saúde no nosso reservatório) é a nossa principal prioridade. Itaipu foi a grande incentivadora de todo o projeto de biogás na região, olhando principalmente a questão do interesse do produtor rural a partir de uma demanda, por um lado, de uma melhor condição de oferta de energia, e, por outro lado, a redução de um passivo ambiental que é característica do próprio volume de produção de proteína animal na região”.



Vocação paranaense

Norberto Ortigara, secretario da Agricultura e Abastecimento do Estado do Paraná veio ao seminário contar as perspectivas e desafios da produção de proteína animal no estado. Ele comentou da grande variedade de biomassas disponíveis para a produção de biogás e biometano:

“É certo que as tecnologias estão barateando no mundo e que há muita pesquisa, muita cooperação, e nós entendemos que é um caminho sem volta. Não só porque faz bem para a natureza, para o ambiente, para a temperatura da terra, mas porque é racional. O Paraná é o principal polo dos produtores proteínas animais do Brasil. O Paraná é um grande produtor de agricultura, gera muitos dejetos. No (setor) sucroalcooleiro, claro, a produção de bagaço, de palha de cana, de vinhaça, e que são fontes de produção de energia. materiais de qualidade para a produção de energias renováveis. Então entendemos que por esse ângulo é um caminho sem volta.”



PTI e o Green Nexus

A promoção do desenvolvimento territorial sustentável faz parte da missão do Parque Tecnológico Itaipu (PTI). Dentro deste contexto, o biogás se encaixa como um importante ativo energético que promove este desenvolvimento responsável mitigando passivos ambientais. O diretor técnico do PTI, Claudio Osako, explica essa relação e a atuação no importante nexo Água, Energia e Alimento:

“A lógica de PTI e Itaipu participarem disso é justamente conseguir fazer o balanço, o equilíbrio na questão da sustentabilidade. A gente sabe que o biogás é um importante vetor de desenvolvimento econômico, e da questão ambiental principalmente, e também tem um viés social se imaginarmos que melhorando a competitividade do agronegócio (que é o olhar para o pequeno produtor) dá competitividade para esse pequeno produtor e dá sentido para ele permanecer com a sua atividade no campo com viabilidade econômica para tanto. Porque é uma das tecnologias que a gente viu que tem grande potencial, e já provou isso ao longo desses anos, e tem um grande potencial de crescimento e também da implantação de um cluster industrial relacionado a esse tipo de tecnologia. Então a importância do PTI estar participando nessa parceria e apoiando o CiBiogás, é porque a gente quer atuar no Green Nexus, o nexo Água, Energia e Alimento. Então neste tripé estão as áreas de atuação que o PTI vai aprimorar para os próximos anos. ”



Nesta quinta-feira (23) serão apresentados os resultados do projeto cooperação Brasil-Áustria para mobilidade a biometano, que contou com o financiamento da ADA e permitiu a criação do protótipo CH4PA. O veículo movido a biometano foi desenvolvido especialmente para auxiliar nas atividades rotineiras de produtores rurais.

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Itaipu entrega viaturas à Polícia Ambiental Força Verde

O importante trabalho desenvolvido pelo Batalhão da Polícia Ambiental Força Verde (BPAmbFV) no Oeste do Paraná acaba de ganhar um importante reforço em sua frota. Oito viaturas novas, do modelo pick-up Amarok, foram doadas ao órgão que atua na defesa e preservação da fauna, flora e demais recursos naturais da região.

A entrega faz parte de um convênio celebrado pela binacional e a Secretaria da Segurança Pública e Administração Penitenciária do Paraná (Sesp). O acordo foi assinado em 2015, com vigência até 2020. De acordo com o diretor financeiro executivo da Itaipu, Marcos Vitório Stamm, essa parceria é fundamental:

“Demonstra exatamente o compromisso que a Itaipu tem com a sustentabilidade e com as ações em prol do meio ambiente. Esse trabalho realizado com a equipe da Força Verde reflete o espírito e compromisso da Itaipu com a sua missão, que é a preservação do meio ambiente. Quando nós falamos em Itaipu não falamos apenas em geração em energia. Nós falamos em compromisso e missões, e isso se faz através de ações concretas como essa”.

O diretor administrativo da Itaipu, Marcos Baumgärtner, reforçou a importância da Força Verde e também da Polícia Federal para a proteção do reservatório de Itaipu e de suas margens, no lado brasileiro.

“A Força Verde é uma das forças de grande importância porque não cuida só da segurança. Ela cuida da questão ambiental que é mais importante. Então, para nós essa parceria é fantástica porque temos uma área muito grande de proteção e o próprio lago deve ser protegido porque precisamos de qualidade dessa nossa água”.



Já o comandante da Força Verde, tenente-coronel César Lestechen Medeiros, lembrou da importância da preservação ambiental do lago e seu entorno, além de explicar como as novas viaturas serão utilizadas:

“Elas (as viaturas) vão ser empregadas aqui na área do Lago de Itaipu e o seu entorno, fazendo toda a parte de fiscalização ambiental e cuidando desse bem maior que é o nosso meio ambiente. Essas viaturas vão substituir a frota que já está um pouco antiga e dando um controle e qualidade melhor de policiamento ambiental aqui para a região. Somos responsáveis por cuidar de 7% do que sobrou de mata ainda no Paraná. Então o policiamento ambiental está em cima disso para manter e preservar essa natureza para as futuras gerações. Uma coisa que sempre digo é que cortando uma árvore vai secar uma nascente e sem água não há uma população que sobreviva.”

O Batalhão da Polícia Ambiental Força Verde (BPAmbFV) atua em 93 municípios, com quatro companhias. O efetivo é de 575 policiais militares ambientais.

(Fotos: Alexandre Marchetti/Itaipu Binacional)
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Educação Ambiental: em Foz do Iguaçu mais de 500 professores serão capacitados até novembro

A educação infantil pode ter um papel importante no processo de aprendizado e conscientização quanto à gestão dos resíduos sólidos. Em Foz do Iguaçu (PR), o tema vem sendo trabalhado com diretores, coordenadores pedagógicos e professores da rede municipal de ensino. Até novembro, mais de 500 pessoas devem participar da ação que faz parte do Programa Encontros e Caminhos, promovido pela Itaipu Binacional e Conselho dos Municípios Lindeiros.

Os encontros presenciais têm 8 horas de duração, divididas entre atividades práticas – como as visitas técnicas ao aterro sanitário municipal e a um centro de triagem de materiais recicláveis – e teóricas, como a abordagem sobre a legislação que rege a necessidade da gestão dos resíduos em prédios públicos, como é o caso dos próprios Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs).



Depois dos encontros, os participantes podem ainda acessar outras atividades em um ambiente virtual de aprendizagem. A alimentação saudável e a destinação correta dos resíduos estão entre os temas abordados durante os encontros, conforme explica Rosani Borba, professora e educadora ambiental da Prefeitura de Foz do Iguaçu:

“São atividades que eles podem replicar com as crianças e os pais também. Trabalhamos uma atividade que chama 'O açúcar escondido nos alimentos', em que eles trabalham com rótulos, que é uma prática bem importante nas escolas e nos CMEIs. Então eles estudam os rótulos e aí falam 'olha, numa lata de refrigerante tem tantas colheres de açúcar', aí botam a quantidade de açúcar num saquinho e conseguimos visualizar isso. Uma outra atividade é o 'Mandando bem', em que eles pensam os tipos de resíduos que são gerados nos vários espaços do CMEI (cozinha, sala de aula, banheiro, lactário, pátio, sala dos professores), listam o tipo de material que é gerado, e a gente trabalha com eles qual é o destino correto: se vai para reciclagem, se vai para o aterro sanitário, se vai para logística reversa… também é uma atividade que eles podem replicar com as crianças e com a comunidade nos CMEIs.”

Durante a programação do Encontros e Caminhos, até o final de novembro os 29 municípios da Bacia do Paraná 3 realizarão vários eventos de cunho educativo, cultural e socioambiental.

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