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Vacy Alvaro

Vacy Alvaro

Jornalista/Fundação Parque Tecnológico Itaipu URL do site:

IAP divulga primeiro relatório sobre destinação de resíduos sólidos industriais no Paraná

Um relatório divulgado pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) apontou que 90,4% dos resíduos gerados pelas industrias instaladas no Paraná foram reutilizados, reciclados ou recuperados entre 2014 e 2015. Segundo o levantamento, outros 8,5% foram enviados para disposição final adequada, 0,9% seguiram para tratamento, 0,1% foi enviado para disposição final não adequada e 0,1% foi enviado para coprocessamento.

Para realizar o diagnóstico, o IAP se baseou nos Inventários de Resíduos Sólidos Industriais repassados periodicamente pelos empreendimentos licenciados para obter a renovação das licenças ambientais. Ao todo, foram 252 enviados ao instituto até 30 de setembro de 2015.

A diretora de Monitoramento Ambiental e Controle da Poluição do IAP, Ivonete Chaves, explica como foram realizados os trabalhos:

“Nós fazemos um levantamento de quais são os resíduos existem em volume maior e trabalhamos na gestão desses resíduos para uma destinação adequada dos mesmos. É para termos uma ideia justamente disso: do que fazer e ter uma política de destinação de resíduos sólidos industriais”.

Ivonete também alerta para os problemas que podem ser causados por uma destinação incorreta destes resíduos:

“O que acontecia antigamente e hoje esse conceito está mudando um pouco. As pessoas expunham os resíduos sólidos no solo. Hoje temos muitas áreas que podem estar contaminadas pela disposição inadequada de resíduos. Isso pode acarretar problemas de contaminação do solo e das águas subterrâneas, que muitas vezes podem ser utilizadas para o abastecimento. Então, pequenas vilas e comunidades, muitas vezes se utilizam de uma água que pode estar contaminada”.

O levantamento mostra que a região do Paraná que mais gerou resíduos sólidos industriais foi a Noroeste. A Região Metropolitana de Curitiba, incluindo a capital, foi a que mais contribuiu para o levantamento com o envio de informações por ter maior presença de empreendimentos de atividades industriais.

(Com informações da Agência de Notícias do Paraná)
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Plataforma digital permite simular futura matriz elétrica brasileira

Estimativas oficiais apontam que até 2025 o Brasil precisará aumentar cerca de um terço de sua produção de energia para atender as demanda de eletricidade. Mas como será formada a nossa matriz? Dependendo dos tipos de fonte, os custos poderão ser maiores ou menores, assim como os prejuízos ao meio ambiente.

A plataforma online #Quantoé? Gerar Energia, criada pelo Instituto Escolhas, permite qualquer pessoas simular a montagem deste cenário, utilizando sete possibilidades de energia que atualmente compõem o Sistema Integrado Nacional (SIN): hidrelétrica, solar, eólica, térmica a biomassa, térmica a gás natural, térmica a carvão e nuclear.

O simulador ainda informa o valor necessário dos investimentos e qual seria o valor na sua conta de energia por megawatt-hora com base na distribuidora de energia da região onde mora, conforme explica Sérgio Leitão, diretor de Relacionamento com a Sociedade do Instituto Escolhas e coordenador da plataforma:

“Tem o custo do investimento e tem o custo da operação, que é o quanto cada fonte dessas custa para funcionar na prática. Então, essa soma do custo do investimento mais o custo da operação está por trás do conjunto de dados e cálculos que quando pessoa começa a manipular a plataforma Quanto é Gerar Energia, vai ter uma informação segura, qualificada e estruturada para que possa conseguir fazer o cálculo da sua opção de quanto vai significar em termos de investimento para o País. Ainda fizemos uma opção da pessoa ter condição de calcular, se o Brasil já tivesse um imposto sobre as emissões dos gases de efeito estufa, o que significaria calcular a externalidade de uma fonte mais poluente, como o caso, por exemplo, de uma térmica a carvão ou uma térmica a gás, que por já emitirem gás de efeito estufa deveriam ter um pagamento desse imposto em função dessa externalidade”.

O diretor também destaca que a ferramenta é uma maneira de popularização do tema e até de conscientizar as pessoas sobre a importância de uma matriz limpa:

“É uma plataforma bastante interessante porque permite as pessoas tomarem mais ciência e informação de um assunto extremamente relevante, que faz parte de nosso dia a dia, e que quando faz falta nos deixa absolutamente sem ter o que fazer, porque perdemos a noção daquilo que antigamente fazia parte do dia a dia da vida das pessoas. Com isso, não sabemos o quanto está custando, quanto isso significa em termos de impactos ambientais e sociais, e quanto isso gera de externalidades. Essa plataforma procura trazer para perto de cada uma das pessoas do Brasil inteiro, um conjunto de dados e informações, para que as pessoas possam ter o controle social desta informação sobre um setor que é vital para que o país possa fazer as escolhas que são as mais salutares em termos de assegurar um equilíbrio entre meio ambiente, economia e um futuro melhor para todos nós.”

A plataforma ainda traz informações sobre o processo de geração de energia no Brasil, bem como a explicação sobre o que é cada uma das fontes apresentadas e como é possível entender como funciona a conta de luz. A ferramenta está disponível no site quantoeenergia.escolhas.org.
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Dia do Rio: estão suspensas as captações de água no São Francisco todas as quartas-feiras

Nas quartas-feiras, as captações de água na bacia do Rio São Francisco estão proibidas, exceto para abastecimento humano ou animal. A medida está presente na Resolução ANA nº 1043 e foi batizada como Dia do Rio. O objetivo é reforçar as ações que vêm sendo adotadas para preservar os estoques nos reservatórios da bacia do rio São Francisco, onde há sete anos chove abaixo da média.

A medida é mais um esforço para evitar recorrer ao volume morto de Sobradinho até novembro, quando está previsto o fim do período seco, conforme explica Alan Vaz Lopes, superintendente-adjunto de Fiscalização da Agência Nacional de Águas (ANA):

“Estamos acompanhando a situação do Rio São Francisco de forma mais intensa desde 2013 e desde 2011 já temos observado um volume de chuvas bem abaixo da média. Já estamos vários anos nesse longo período de secas, que é o pior do histórico já observado. Desde 2013, já tomamos várias medidas, principalmente a redução das vazões de fluentes dos principais reservatórios: Três Marias e Sobradinho. Além disso, temos um acompanhamento semanal dessa crise de escassez por meio de videoconferências que fazemos com todos os atores da bacia. Nessas reuniões, discutimos as medidas que precisam ser tomadas. Tendo esse cenário crítico, esse grupo concluiu que era o momento de ser aplicar também redução de consumo de água. Gestão da demanda e não mais somente da oferta. Precisávamos ter restrições no consumo de água na bacia para que sobrasse mais água para o rio e os reservatórios, de forma a preservar os estoques de águas nos reservatórios.”

Para preservar os estoques, desde abril de 2013 a ANA vem autorizando a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) a reduzir a vazão mínima média defluente dos reservatórios de Sobradinho, o maior da Bacia com volume útil de 28 bilhões m³ e capacidade para armazenar 34 bilhões de m³, e Xingó.

Sem essas medidas, Sobradinho teria esgotado seu volume útil em novembro de 2014. A nova regra afeta mais de dois mil usuários, principalmente irrigantes e indústrias, na calha do rio São Francisco, em 14 afluentes de gestão federal, nos lagos dos seis reservatórios da Bacia e no complexo Paulo Afonso, na Bahia.

“É uma medida de restrição que causa alguns transtornos para alguns usuários, mas não traria impacto muito significativo. A estimativa é que consigamos chegar em torno de 40 metros cúbicos de redução de demandas de águas captadas na bacia. Essa medida aliada com as outras de gestão de reservatórios contribui para o gerenciamento da crise. Ela sozinha não resolve, mas junta com as outras ajuda de forma significativa. Estaremos monitorando a situação. À medida que observarmos que cenários mais críticos em termos de hidrologia aconteçam, piores que temos previsto, medidas adicionais de restrição poderão ser implementadas a partir de dezembro deste ano.”

Usuários que descumprirem a resolução da ANA, estarão sujeitos à aplicação da Lei que inclui advertência, multas, e até o lacre da bomba de captação. A bacia do rio São Francisco possui mais de 2.800 km distribuídos pela Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Goiás e o Distrito Federal. A área da bacia hidrográfica é de 641 mil Km2, correspondente a 8% do território do País. Entre os usuários da Bacia, mais de 85% correspondem a irrigantes, sendo 10% abastecimento público e menos de 5% outros usos, como mineração e indústria.
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