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Vacy Alvaro

Vacy Alvaro

Jornalista/Fundação Parque Tecnológico Itaipu URL do site:

Apoiado pela Itaipu, Reciclo Paraná recebe aporte de R$ 140 milhões do Estado

Mais 233 municípios paranaenses receberam do Governo do Estado, recursos e equipamentos para a coleta seletiva do lixo. A ação se dá por meio do Reciclo Paraná, programa pioneiro no Brasil, apoiado pela Itaipu Binacional, Sanepar e Programa de Voluntariado do Paraná (Provopar).

A iniciativa abrange um sistema integrado de coleta seletiva do lixo, separação e venda de recicláveis para gerar renda a associações e cooperativas de recicladores. De acordo com a governadora Cida Borghetti, o progresso das cidades está diretamente ligado às políticas públicas na área ambiental. “Se preservarmos e cuidarmos do meio ambiente, dando destino correto ao lixo e fazer a reciclagem, as nossas cidades terão uma qualidade de vida para a população que vive, gerando oportunidade, gerando emprego, gerando renda, gerando capacitação ás pessoas que trabalham na separação e na reciclagem do lixo”.

Segundo Iram Rezende, presidente do Águas Paraná, o programa tem grande amplitude para o País, pois busca uma solução definitiva para a coleta seletiva e trabalha a questão como política pública. “É pioneiro no Brasil. É o único Estado que tem essa envergadura de programa, e nós pretendemos que seja modelo. Nós fizemos esse evento para divulgar e para que o Brasil possa imitar. Para que outros lugares do Brasil possa ter a construção que fazemos aqui no Paraná, que tenho certeza que é o resumo de uma grande experiência de muitos anos de observação e que vai dar certo”.

Os convênios somam R$ 140 milhões, que serão usados para a compra de 65 novos caminhões de coleta seletiva, 95 equipamentos como compactadores e esteiras para os barracões onde são feitas a triagem do lixo, além de 189 conjuntos formados por cestos e carrinhos de coleta nas ruas.

Além de estruturar os municípios, o Reciclo Paraná também envolve ações de educação ambiental e de capacitação dos catadores. Com o apoio da Sanepar, Provopar e da Itaipu Binacional, eles recebem cursos e palestras sobre organização administrativa, física e comercial. Também são realizadas campanhas de conscientização junto à população para a separação diária do lixo.

O secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Antônio Carlos Bonetti, lembrou dessa importante vertente social. “É um projeto que tem um cunho ambiental muito importante em função da destinação correta dos resíduo, mas principalmente porque também tem o conteúdo social, que gera renda para as pessoas”.

Santa Helena, na região de influência de Itaipu e um dos municípios lindeiros ao lago, está entre os contemplados com o novo aporte. A Associação dos Agentes Ambientais de Santa Helena receberá um computador para auxiliar nas atividades diárias e colocar os dados do material reciclado e enfardado no reciclômetro, e também os agentes terão capacitações e o acompanhamento de um técnico.

Com informações da Agência Estadual de Notícias e Prefeitura de Santa Helena
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Open Suco? Projeto ajuda UTFPR – Medianeira a diminuir em 90% utilização de copos descartáveis

Mais de dois mil copos plásticos descartados por dia, um custo anual de mais de R$ 13 mil ao restaurante universitário e um imenso impacto negativo causado ao meio ambiente. Estes foram os motivos que levaram um grupo de estudantes da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR - Campus Medianeira) a promover um projeto importante que visa substituir copos descartáveis por canecas reutilizáveis.

Tudo começou com um trabalho de coleta de dados, quando ao longo de uma semana o grupo quantificou os copos descartáveis utilizados nas refeições e estimaram o quanto é gasto com copos descartáveis pelos responsáveis do restaurante. Eles também realizarem uma pesquisa, que apontou que mais de 80% dos estudantes demonstraram interesse na substituição por canecas.

Uma ação interessante promovida durante o Projeto Protagonismo Estudantil é o ‘Open Suco’, quando cada aluno ou servidor que adota a própria caneca tem direito a consumir suco a vontade. E o resultado foi considerável! Em apenas três dias de ação, a redução média foi de 90%, com a utilização diminuindo de 2 mil para apenas 200 copos diários.



Camila Zeni do Amaral, estudante de Engenharia Ambiental e aluna bolsista do projeto, explica como a ação foi recebida pela comunidade acadêmica:

“A proposta foi divulgada através de redes sociais, e contou com o apoio de alguns órgãos estudantis do Campus. Isso permitiu alcançar grande parte da comunidade acadêmica. Apesar de ser algo novo no meio, essa ação conta com a intensa participação dos acadêmicos e servidores. Por outro lado, alguns tiveram resistência em participar da ação, e, por isso, o foco do projeto é reforçar a conscientização ambiental. O principal objetivo do projeto está baseado na redução da geração dos resíduos sólidos plásticos do Restaurante Universitário do Campus, e esse objetivo demanda de uma intensa sensibilização dos envolvidos sobre a importância da não geração (desses resíduos) e consumo consciente, além da mudança comportamental”.

Aos poucos, esse tipo de ação está sendo implantada em outros campus da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).

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Na Copa do Mundo do Saneamento Básico, Brasil não passaria das Oitavas de Final

Se a Copa do Mundo fosse uma competição que levasse em consideração as condições de saneamento básico, o Brasil não passaria das Oitavas de Final. Esta é a conclusão do levantamento “Copa do Mundo do Saneamento”, realizado pela ABES – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção SP, comparando as condições sanitárias entre todos os países que participam do mundial na Rússia.

O estudo foi feito com base em dados do Programa de Monitoramento Conjunto para o abastecimento de água e saneamento, da UNICEF e Organização Mundial da Saúde (OMS). Na Copa do Saneamento 2018, o Japão levanta a taça. Em segundo lugar vem a Suíça, em terceiro, a Espanha, e em quarto, a Dinamarca.

Nesta competição “virtual”, a seleção brasileira passaria apenas da fase de grupos, sendo eliminada logo nas Oitavas de Final pela Coreia do Sul. E a situação poderia ser ainda pior, conforme explica o presidente da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) - Seção SP, Márcio Gonçalves de Oliveira:

“O Brasil deixa a desejar em relação aos outros países. O Brasil só passa para as Oitavas de Final por que pegou uma chave onde ele compete com a Suíça, que em questões de saneamento está com índices muito bons, 99,5%, e ele passa porque tem Costa Rica e Sérvia. Outros países não tiveram tanta sorte assim. Se o Brasil tivesse em outra chave, provavelmente não passaria nem da fase de grupos. Na verdade, não avançou em nada da outra Copa pra cá no saneamento. Está estagnado. No futuro, até 2022 que é a próxima Copa, são investimentos que demoram para ser implementados, e ainda vemos Brasil sem um plano efetivo para implantar ações para melhorar isso. Então, precisa trabalhar bastante, ainda tem tempo, mas precisa trabalhar muito para melhorar um pouco esse posicionamento do Brasil”.






No Brasil, 32 milhões de pessoas não têm acesso adequado ao abastecimento de água (rede geral de abastecimento), 85 milhões de brasileiros não têm acesso adequado ao esgotamento sanitário (rede coletora nas zonas urbanas e rede coletora ou fossa séptica nas zonas rurais), 134 milhões não têm os esgotos de suas casas tratados e 6,6 milhões não têm nem sequer um banheiro.

Apesar de não ter terminado em primeiro do grupo, que teve liderança isolada da Suíça (99,5%), apresentou um desempenho melhor que o da Copa do Saneamento de 2014, quando foi eliminado já na fase de grupos.

Para aspecto de curiosidade, nenhum dos países que chegaram até a semifinal em 2014 conseguiu repetir este feito. A Alemanha, campeã em 2014, deu azar e caiu nas oitavas de final frente à Suíça; França, vice campeã em 2014, chegou às quartas de final; A Holanda não participa da Copa este ano; e a Inglaterra foi eliminada pela Suíça nas quartas de final.
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