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Vacy Alvaro

Vacy Alvaro

Jornalista/Fundação Parque Tecnológico Itaipu URL do site:

Via SMS, paranaenses poderão receber alertas de chuvas de granizo, tempestades e vendavais

A partir da próxima segunda-feira (16), por mensagens de texto SMS, a população dos 399 municípios paranaenses poderá ser alertada de eventos meteorológicos severos. O sistema foi desenvolvido pela Secretaria Nacional de Defesa Civil e o Paraná é um dos primeiros estados a receber a novidade, juntamente com Santa Catarina e São Paulo. A previsão é que até março de 2018, a inovação funcione em todo território nacional.

O serviço não tem custos para a população e é promovido pelo Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), Agência Nacional de Telecomunicações e operadoras de telefonia móvel. Segundo o coordenador executivo da Defesa Civil Estadual, tenente-coronel Edemilson de Barros, a intenção é amadurecer o sistema até o fim do ano.

“Ele ainda está numa fase experimental. Acho que estaremos mais maduros talvez no final do ano ou no começo do ano que vem, porque vamos estar fazendo vários testes. Mas o processo já inicia em forma de testes já a partir do dia 16 para os 399 municípios do Paraná”.

Para receber os alertas de ocorrências de chuvas de granizo, tempestades e vendavais, os usuários devem responder com o número do seu CEP, a mensagem que será enviada pelas operadoras telefônicas entre os dias 16 e 20 de outubro. Caso não receba a mensagem, é possível se cadastrar enviando um SMS para o número 40-199 com o CEP da residência. Os usuários podem cadastrar quantos endereços quiserem.

O sistema começou a ser elaborado a partir da promulgação da Lei 12.340 de 2014, que trata da prevenção ao risco de desastres. A lei obriga as empresas de telefonia móvel a transmitir gratuitamente informações de alerta à população sobre riscos de desastre. Os municípios paranaenses que apresentam o maior número de ocorrências são Prudentópolis, Santo Antônio do Sudoeste, Querência do Norte, Salto do Lontra e Rondon, por isso já contavam com serviço de alerta desde junho deste ano.

O chefe do setor Operacional da Defesa Civil Estadual, capitão Romero Nunes da Silva Filho, fala sobre a importância da expansão para todos os municípios do Paraná.

“O objetivo é pudermos dar informes meteorológicos de eventos severos, como granizo, chuvas intensas e vendavais, para a população. O objetivo é podermos alertar para que as pessoas possam se defender. Um exemplo prático é o granizo. Se você recebeu um alerta de que na sua cidade há a possibilidade de granizo nas próximas horas, você pode tirar guardar seu carro e guardá-lo, por exemplo”.

Serão repassados à população os alertas meteorológicos que a Defesa Civil Estadual recebe de diversas instituições, como o Simepar e o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden), que monitora todo o País.

(Com informações da Agência de Notícias do Paraná)
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Artigo sobre projeto de saneamento desenvolvido no Oeste do Paraná é premiado em congresso internacional

O prazo para as cidades brasileiras concluírem seus planos municipais de saneamento encerra em dezembro deste ano. No Oeste do Paraná, desde 2013 as prefeituras tem recebido um importante apoio do Parque Tecnológico Itaipu (PTI), da Itaipu Binacional e do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na elaboração ou revisão desses instrumentos.

O Projeto Saneamento Ambiental faz parte do Programa Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável da Região Oeste do Paraná, e tem uma metodologia considerada exemplar no País. Inclusive, ela foi tema de um artigo científico premiado durante o 3º Congresso Internacional da Rede de Saneamento e Abastecimento de Água (Resag), realizado em Belo Horizonte (MG).

Na ocasião, o artigo - que também será publicado no periódico “Tchê Química” - foi apresentado pela engenheira civil Janine Groenwold, da Itaipu Binacional, e pela engenheira sanitarista Renata Saviato Dias, do Parque Tecnológico Itaipu (PTI), que explica um pouco sobre o trabalho desenvolvido.

“A parceria advém de um conjunto entre Itaipu e BNDES, que então possibilitou um aporte de recurso financeiro e técnico às 54 prefeituras da região Oeste do Paraná. Então, através de captação de parcerias com as prefeituras destes municípios, a Fundação PTI apoia na elaboração ou revisão dos planos de saneamento e nos planos de resíduos sólidos. A partir da contratação de uma empresa, vamos até os municípios e executamos uma série de etapas de um termo de referência que elaboramos a partir de documentos da Funasa e do Ministério das Cidades, e com isso conseguimos fazer um apoio técnico a essas prefeituras, que é a parte mais importante além do financeiro.”

Janine Groenwold, engenheira civil da Itaipu Binacional. 

Por meio da ação, três planos de saneamento foram finalizados (nos municípios de Entre Rios do Oeste, Pato Bragado e Quatro Pontes), mas outras ações já estão em andamento na região:

“Agora estamos trabalhando a revisão do plano de resíduos sólidos, de Santa Terezinha de Itaipu e revisão do plano de saneamento em Santa Helena (que também se destacado pela sua associação de catadores). Estamos trabalhando resíduos no âmbito de um consórcio intermunicipal, CIDERSOP (Consórcio Intermunicipal para o Desenvolvimento Rural Sustentável da Região Oeste do Estado do Paraná), na região de Vera Cruz, e também trabalhando na revisão do plano de saneamento de São Pedro do Iguaçu. Além de Foz do Iguaçu, que vem estabelecendo uma ampla parceria com o PTI, e nessa parceria também virá a revisão do plano de saneamento”.

A Rede de Saneamento e Abastecimento de Água (Resag) foi criada por representar uma das áreas estratégicas do País, a qual está vinculada ao Sibratec/Serviços Tecnológicos juntamente com as demais redes temáticas. A missão da rede é atuar na melhoria da capacitação laboratorial na área de Qualidade, Saneamento e Abastecimento de Água, com uma estrutura de 38 laboratórios e 20 instituições em dez estados brasileiros.
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Agropecuária impulsiona o desenvolvimento do Oeste do Paraná

Um território que aumentou a oferta de empregos em quase 60% nos últimos dez anos e que possui um setor agropecuário de fazer inveja aos países mais desenvolvidos. Estas são apenas algumas das virtudes do Oeste do Paraná, um pequeno recorte do Brasil que vem dando certo mesmo com as adversidades vivenciadas pelo País.

Além da forte vocação para o cultivo de grãos, a região - que reúne mais de 1,3 milhão de habitantes – presta uma considerável contribuição para que o Paraná lidere o ranking nacional na produção de frangos. Já na suinocultura, setor que o estado ocupa a terceira posição no País, se entre 2005 e 2015 o efetivo total aumentou 57% no Paraná, no Oeste o salto foi bem maior: 296%.

Como se já não bastassem as plantações e os pastos, o produtor rural do Oeste ainda tem investido em outra alternativa interessante para diversificar a sua renda: a piscicultura. O destaque fica por conta da pequena Maripá, que apresenta altos índices de produtividade.

Para diversificar a renda do produtor rural, cada vez mais a piscicultura é uma alternativa no Oeste. Foto: Divulgação/Copacol

Estes expressivos resultados podem ser atribuídos a uma grande soma de esforços, que envolve diversos atores locais e é ainda mais impulsionado pela força do cooperativismo. Juntas, as 14 cooperativas agropecuárias localizadas na região faturaram cerca de R$ 24 bilhões em 2016, segundo estimativas da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar). O presidente da entidade, José Roberto Ricken, comenta sobre esta força regional e a importância da ligação entre os produtores e as cooperativas:

“O cooperativismo mais bem estruturado em termos de agroindústria e mais verticalizado está na região Oeste do Paraná. O produtor, analisando a situação dele, não tem mais interesse em só produzir matéria-prima e vender para uma grande empresa, que ficará com todo o resultado. No cooperativismo, ele participa desse resultado.”

Com esta imensa produção agropecuária, outra vocação natural da região é a produção de biogás. E por meio da Itaipu Binacional, do Parque Tecnológico Itaipu (PTI) e do Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBiogás), aos poucos os biodigestores vão se popularizando, transformando dejetos em energia elétrica, térmica e veicular. Com isso, os produtores tem eliminado passivos ambientais e diminuído a sua dependência energética, conforme explica o diretor-presidente do Centro, Rodrigo Regis de Almeida Galvão:

“O Oeste do Paraná tem uma característica ímpar e tem um grande desafio. Você vê que ela quer triplicar a produção de proteína animal nos próximos dez anos. E para triplicar essa produção, é preciso resolver os problemas ambientais, e outro problema muito sério que é a segurança energética. E o biogás pode sim ser um vetor que pode dar as condições para a competitividade desse segmento de mercado."

A produção de biogás é outra vocação do Oeste do Paraná. Foto: Itaipu Binacional

Entre os destaques está o audacioso projeto de Entre Rios do Oeste, cidade com pouco mais de 4 mil habitantes, que irá produzir energia elétrica a partir dos dejetos de suínos e de aves. Num primeiro momento, a ideia é zerar toda a conta de energia da administração pública do município. Em Santa Helena, inclusive já é possível ver de perto um trator movido a biometano, como é chamado o biogás purificado. A matéria-prima são os dejetos gerados pelas 220 mil galinhas poedeiras da Granja Haacke.

Aos poucos, o número de veículos com esse combustível “verde” deve se ampliar. E é bom preparar bem os motores para que possamos acompanhar esta velocidade toda como este pequeno pedaço de Brasil vem se expandindo.
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