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Vacy Alvaro

Vacy Alvaro

Jornalista/Fundação Parque Tecnológico Itaipu URL do site:

Itaipu e Governo do Paraná vão adotar ações do Cultivando Água Boa no Rio Iguaçu

O Governo do Paraná e a Itaipu Binacional vão atuar juntos em ações de Educação Ambiental dentro do Programa de Revitalização do Rio Iguaçu. Para isso, o Estado vai utilizar a metodologia do Programa Cultivando Água Boa, que é desenvolvido pela binacional e reconhecido mundialmente com o Prêmio ONU-Water.

O anúncio foi feito no Palácio Iguaçu, e em entrevista à Agência Estadual de Notícias, o governador Beto Richa destacou que a experiência será importante para ampliar o alcance da educação ambiental nos municípios.

“Eu não abro mão de estabelecer parcerias, de agir com transparência e trazer todo mundo em busca de um mesmo objetivo. Está aí um exemplo em que conseguimos com os gestores locais a participação dos nossos prefeitos e vereadores, da sociedade civil, todas as ações desenvolvidas por esse grupo gestor em relação ao ambiente e agora com a Itaipu também participando desse esforço com o nosso Rio Iguaçu, a principal Bacia Hidrográfica do Estado do Paraná”.

Desenvolvido desde 2003 na Bacia do Rio Paraná, onde está instalada a hidrelétrica de Itaipu, o Programa Cultivando Água Boa inclui ações como a recuperação de microbacias, proteção das matas ciliares e projetos de educação ambiental que envolvem escolas, ONGS, prefeituras e grupos da sociedade civil. O diretor-geral brasileiro da Itaipu, Luiz Fernando Leone Vianna, ressaltou que a parceria deve ser muito positiva:

“São ações educativas. É o trato que a população tem com o esgoto, com águas fluviais, e todo esse cuidado pode ser replicado no Rio Iguaçu e essa parceria é muito positiva”.

Para o secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Antonio Carlos Bonetti, a educação ambiental é imprescindível para que a preservação do rio se mantenha ao longo dos anos.

“Toda ação para recuperação é válida, mas precisamos fazer com que as pessoas tenham a cultura de não fazer nada que contamine os rios. Não existe o Rio Iguaçu sem o rio médio e não existe um rio médio sem um pequeno, uma vertente. Nós precisamos ter a consciência de que toda conservação é necessária (do solo, das estradas, das vertentes) para que o rio grande não seja contaminado”.

A Bacia do Rio Iguaçu é a maior do Paraná, com 1.320 quilômetros de extensão e abrange 113 municípios. Além de ser utilizado para a agricultura e o abastecimento de água, o rio é também responsável por 70% da energia gerada pela Copel.

(Com informações da Agência de Notícias do Paraná)

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Qualidade da água será tema de seminário no Parque Tecnológico Itaipu

Com a presença da vice-governadora do Paraná, Cida Borghetti, e do presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Rodrigo Sérgio Dias, além de outras autoridades, o 3º Seminário de Qualidade da Água será aberto na próxima terça-feira (15), às 9h, no Parque Tecnológico Itaipu (PTI).

O evento é organizado pela Funasa em parceria com a Itaipu Binacional e a Fundação Parque Tecnológico Itaipu. O objetivo é capacitar técnicos e professores sobre diversos tópicos como métodos de controle, novas tecnologias capazes de garantir a saúde pública, técnicas de reúso de água na agricultura, boas práticas em sistemas de abastecimento de água para consumo humano, entre outros.

A programação segue até quinta-feira (17) com a realização de palestras e mesas de discussão, conforme explica a bióloga da Divisão de Reservatório da Itaipu, Simone Frederigi Benassi. Ela também comenta sobre o trabalho desenvolvido pela binacional no setor:

“Durante o evento, serão apresentadas novas tecnologias de tratamento de água (para pequenos municípios principalmente), programas de monitoramento que a Funasa tem e como ela faz essa vigilância desse controle de qualidade de água. A Funasa veio procurar a gente para apoiar esse evento. Embora a Itaipu não faça o controle de qualidade de água para este fim, nós temos um programa de monitoramento de qualidade da água do reservatório e da Bacia do Paraná 3 voltado para outros objetivos, principalmente para garantir a manutenção e conservação da qualidade da água para outros usos múltiplos da água, como por exemplo, irrigação, piscicultura, dessedentação de animais. São outros padrões que 'ficamos de olho', mas que também tem a ver com o tema.”

Simone Frederigi Benassi, bióloga da Divisão de Reservatório da Itaipu. Foto: Welyton Manoel/WRA

O evento deve reunir técnicos municipais, estudantes, professores e representantes da Funasa, órgão ligado ao Ministério da Saúde e que responde pelas ações de saneamento em municípios com menos de 50 mil habitantes.

A preocupação com a existência de água potável e segura para todos também faz parte dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável elencados pela Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), uma em cada três pessoas no mundo – cerca de 2,5 bilhões de indivíduos – ainda não têm acesso a serviços de saneamento básico e água potável.

As inscrições para o 3º Seminário de Qualidade da Água podem ser realizadas pelo endereço https://webforms.pti.org.br/seminariodequalidade. Confira a programação completa:

Terça-feira (15)

9h – Abertura Oficial

10h - 11h – Palestra Magna: Programas Socioambientais da Itaipu Binacional / Coordenadora da Mesa: Roseane Batista da Cunha

11h – 11h50 - O Controle de Qualidade da Água no âmbito da Funasa - Sueli Takada Panvesi de Abreu – Funasa/DF

14h – 14h50 - Ações de Vigilância em Saúde Ambiental no Âmbito do Ministério da Saúde - Daniel Cobucci de Oliveira, Coordenador Geral de Vigilância em Saúde Ambiental da CGVAM, do Ministério da Saúde

14h50 – 16h - Tecnologia de Solução Alternativa Coletiva Simplificada para Tratamento de Água - SALTA Z / Leonardo Lima Ribeiro – Funasa/PA

16h15 - 17h - Programa Cultivando Água Limpa / Jaime Ayres - Secretário de Meio Ambiente de Ivaiporã

Quarta-feira (16)

Coordenadora da mesa: Adriana Brandt

8h – 8h50 - Gestão de Águas Subterrâneas / Herman Vargas – Responsável técnica da empresa CEPPA projetos, e professor da faculdade Dom Bosco.

8h50 – 9h30 - Programa Vigiágua no Paraná / Celso Rúbio - Secretaria Estadual de Saúde do Paraná

9h30 - 10h - Descentralização Analítica no Controle de Qualidade da Água: Experiência no Paraná / André Dedeck - Laboratório Central do Estado do Paraná


10h15 - 11h - Plano de Segurança da Água em Comunidades Rurais / Lucas Achaval Silva – Departamento de Saúde Ambiental – Presidência da Funasa

11h - 11h50 - Influência do Uso e Ocupação do Solo na Qualidade da Água de Manancial Superficial / Paulo Sérgio Scalize - Universidade Federal de Goiás

Coordenadora da mesa: Gilcelia Cordeiro

14h - 14h50 - Plano de Segurança da Água: Uma Experiência em uma Empresa de Saneamento / Romeu Cantusio Neto - Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento de Campinas

14h50 - 15h40 - Coleta, Transporte e Análise de Água / Luana Mesquita da Silva – Funasa/RR

15h40 - 16h30 - Segurança Química na Água / Marco Tadeu – Universidade Federal do Paraná (UFPR)

16h45 - 17h35 - Boas Práticas em Sistemas de Abastecimento de Água para Consumo Humano / Vera Lúcia Viana Leite - Regional de Saúde de Cianorte

Quinta-feira (17)

Coordenadora da Mesa: Renata Saviato Dias

8h - 8h50 - Microbiologia da Água para Consumo Humano / Márcia Araújo Van Der Boor – Funasa/MA

8h50 - 9h10 - Tratamento e Potabilidade -/ Lucila Adriani Coral – Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)

9h10 - 10h - Sistema Alternativo de Tratamento de Efluente Sanitário (Wetlands Construídas) / Roseli Frederigi Benassi - Universidade Federal do ABC/SP (UFABC)


10h15 - 11h - Recuperação de Recursos de Esgotos Sanitários por Sistemas Descentralizados: Reuso de Água e de Nutrientes na Agricultura / Eduardo Lucas Subtil - Universidade Federal do ABC/SP (UFABC)

11h - 11h50 - Fluoretação das Águas para o Consumo Humano / Osman de Oliveira Lira – Funasa/PE


Coordenadora da mesa: Janine Alicia Groenwold

14h - 14h50 - Substâncias Químicas e Águas para Consumo Humano / Márcia Aparecida Ribeiro de Carvalho - Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

15h – Visita Técnica
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IAP divulga primeiro relatório sobre destinação de resíduos sólidos industriais no Paraná

Um relatório divulgado pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) apontou que 90,4% dos resíduos gerados pelas industrias instaladas no Paraná foram reutilizados, reciclados ou recuperados entre 2014 e 2015. Segundo o levantamento, outros 8,5% foram enviados para disposição final adequada, 0,9% seguiram para tratamento, 0,1% foi enviado para disposição final não adequada e 0,1% foi enviado para coprocessamento.

Para realizar o diagnóstico, o IAP se baseou nos Inventários de Resíduos Sólidos Industriais repassados periodicamente pelos empreendimentos licenciados para obter a renovação das licenças ambientais. Ao todo, foram 252 enviados ao instituto até 30 de setembro de 2015.

A diretora de Monitoramento Ambiental e Controle da Poluição do IAP, Ivonete Chaves, explica como foram realizados os trabalhos:

“Nós fazemos um levantamento de quais são os resíduos existem em volume maior e trabalhamos na gestão desses resíduos para uma destinação adequada dos mesmos. É para termos uma ideia justamente disso: do que fazer e ter uma política de destinação de resíduos sólidos industriais”.

Ivonete também alerta para os problemas que podem ser causados por uma destinação incorreta destes resíduos:

“O que acontecia antigamente e hoje esse conceito está mudando um pouco. As pessoas expunham os resíduos sólidos no solo. Hoje temos muitas áreas que podem estar contaminadas pela disposição inadequada de resíduos. Isso pode acarretar problemas de contaminação do solo e das águas subterrâneas, que muitas vezes podem ser utilizadas para o abastecimento. Então, pequenas vilas e comunidades, muitas vezes se utilizam de uma água que pode estar contaminada”.

O levantamento mostra que a região do Paraná que mais gerou resíduos sólidos industriais foi a Noroeste. A Região Metropolitana de Curitiba, incluindo a capital, foi a que mais contribuiu para o levantamento com o envio de informações por ter maior presença de empreendimentos de atividades industriais.

(Com informações da Agência de Notícias do Paraná)
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