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Vacy Alvaro

Vacy Alvaro

Jornalista/Fundação Parque Tecnológico Itaipu URL do site:

UEPG publica edital de programa de residência técnica ambiental

A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) publicou um edital do Processo de Seleção do programa de Residência Técnica que vai capacitar profissionais para atuar no serviço público.

O programa inclui o curso de especialização em Engenharia e Gestão Ambiental - ensino a distância, coordenado pela UEPG - e residência técnica em instituições vinculadas à Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Instituto Ambiental do Paraná - IAP), Instituto de Terras, Cartografia e Geologia do Paraná - ITCG e Instituto das Águas do Paraná).

O programa, coordenado pela Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, tem como objetivo aprimorar o serviço prestado pelo Governo do Estado na área ambiental. A iniciativa é inédita no Brasil, assim como os demais programas de residência técnica já ofertados pelo Governo do Paraná e que são referência para outros estados.

O secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes, comenta sobre os resultados esperados.

“É um modelo muito interessante que já tivemos nas áreas de Engenharias e Arquitetura, na área Social, e agora na área do Meio Ambiente. É uma política importante do Governo do Estado do Paraná até porque o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é feito na área que estão fazendo a residência e o resultado é a formação de profissionais para o setor público, com experiência na área pública”.

Serão ofertadas 120 vagas, 100 delas para residentes técnicos que atuarão em diversos setores e departamentos do IAP, ITCG e Águas do Paraná. As vagas são para pessoas formadas há no máximo três anos nos seguintes cursos: Engenharia Ambiental ou Gestão Ambiental, Engenharia Florestal, Engenharia Agrônoma ou Engenharia Agrícola, Engenharia Química ou Química, Engenharia Cartográfica, Engenharia Civil ou Arquitetura, Geografia, Geologia, Biologia e Direito.
Os futuros residentes receberão uma bolsa-auxílio mensal de R$ 1,9 mil para atuar durante dois anos nas atividades desenvolvidas pelas instituições no Interior e em Curitiba. São 70 vagas no IAP, dez no Instituto Águas Paraná, dez no ITCG e as outras dez nas Universidades Estaduais do Paraná (bolsistas).

O presidente do IAP, Luiz Tarcísio Mossato Pinto, explicou que a atuação dos residentes contribuirá para agilizar o processo de emissão de licenças ambientais pelo órgão.

“É uma área, que muitas vezes é criticada pela sociedade, porque as vezes ela não vê o que um órgão ambiental faz para o desenvolvimento do Estado, seja na conservação do meio ambiente ou na produção do estado, na geração de emprego, nos cuidados com a saúde das pessoas. Isso tudo faz com que precisemos de gente para trabalhar dentro da instituição. E esses novos  residentes técnicos vai ser o que dará fôlego para o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) toque os grandes projetos do estado do Paraná com mais agilidade no licenciamento ambiental”

As inscrições e o edital do processo seletivo podem ser acessados pelo endereço: http://cps.uepg.br/inicio/index.php/externos/restec-engenharia-ambiental.
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Itaipu é exemplo de relação entre geração de energia e preservação ambiental, destaca secretário do MME

Durante seminário realizado em Foz do Iguaçu (PR), o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia (MME), Paulo Pedrosa, citou a usina hidrelétrica de Itaipu como exemplo positivo da relação entre geração de energia e preservação ambiental. A binacional promove um dos maiores e mais bem-sucedidos programas de reflorestamento da faixa de proteção do mundo. 


Pedrosa também destacou que a tendência é que o Brasil deixe de investir em grandes obras para adotar uma geração mais pulverizada de energia:

“No entorno de Itaipu há uma área de preservação suportada e apoiada por Itaipu que é das mais exemplares do País. É possível conciliar o interesse do setor elétrico, o interesse da sociedade em ter energia com o mesmo em interesse da sociedade na preservação do meio ambiente. O país vinha seguindo o modelo de grandes obras, como Girau, Santo Antônio, Belo Monte. Eu entendo que a tendência, até por uma questão tecnológica, é da geração mais pulverizada e mais próxima dos consumidores e com características de produção de energia mais adequadas ao consumo”.

Promovido pelo Fórum de Meio Ambiente do Setor Elétrico (Fmase), o seminário “O futuro da relação: meio ambiente e setor elétrico” reuniu mais de 200 especialistas, representantes de comunidades indígenas e profissionais ligados à gestão ambiental e ao setor elétrico. Presidente do Fmase, Enio Marcus Brandão Fonseca lembrou que o objetivo do encontro foi justamente promover um espaço de diálogo, para que questões regulatórias e ambientais sejam vistas de maneira mais ampla.

“O nosso evento reúne 250 profissionais das mais diferentes áreas que estão associados ao contexto do setor elétrico brasileiro observado os princípios da sustentabilidade que tem como pilares a questão social, econômica e ambiental. O setor elétrico, através das suas atividades principais (geração, transmissão e distribuição) que são consideradas atividades de impacto ambiental. Elas têm um conjunto de exigências para serem implantadas e operadas, e o grande norte do nosso evento é a relação da questão ambiental com as atividades do setor elétrico.”



Para o presidente do Fórum de Associações do Setor Elétrico (Fase), Mario Menel da Cunha, é necessário que as discussões do setor tenham como base o tripé da sustentabilidade – levando em consideração o social, o econômico e o ambiental.

“Nós estamos olhando prospectivamente o setor elétrico e como nós vamos fazer essa relação. Não esquecendo nunca que o ser humano faz parte do meio ambiente.”

O diretor-geral brasileiro de Itaipu, Luiz Fernando Leone Vianna, o diálogo e a compreensão foram e são fundamentais para o sucesso da binacional.

“Nós temos uma operação em Itaipu que visa otimizar e aproveitar ao máximo a disponibilidade hídrica para a geração de energia elétrica. E nós só conseguimos ter essa participação hoje, abastecendo cerca de 17% do setor elétrico brasileiro e 90% do setor elétrico paraguaio, porque nós temos essa harmonia. Nós temos uma convivência pacífica entre a nossa diretoria e o conselho dos dois países.”

Durante o evento foram promovidos três painéis: Matriz energética – oportunidades para o setor; Desafios do licenciamento ambiental; e Gestão social, desenvolvimento regional e tecnologia. O seminário também marcou o lançamento do livro “O setor elétrico e o meio ambiente”, de Adriana Coli e Pedro Dias.

 

(Fotos: Itaipu Binacional)

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Sustentabilidade: municípios do Oeste se mobilizam em ações do Programa Encontro e Caminhos

A Bacia Hidrográfica do Paraná 3 compreende uma área de cerca de 8 mil km2 de afluentes que lançam suas águas diretamente no Rio Paraná, onde está situado o Lago de Itaipu. Em seu entorno estão localizados 29 municípios que juntos têm a nobre missão de preservar os recursos naturais.

Este compromisso fica ainda mais evidente durante as atividades do Programa Encontros e Caminhos, desenvolvido pela Itaipu Binacional em parceria com o Conselho dos Lindeiros e as prefeituras da região. São três meses de intensas ações que unem sustentabilidade e respeito ao meio ambiente.

Desde setembro, a Web Rádio Água tem destacado algumas dessas iniciativas. Na “tríplice fronteira” entre Foz do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu e São Miguel do Iguaçu, por exemplo, o lançamento oficial do Programa contou com plantio de árvores e soltura de alevinos, como são chamados os peixes recém-nascidos.

Durante o evento, o assistente da Diretoria de Coordenação da Itaipu, Gilmar Secco, destacou a importância destas ações:

“Estamos abrindo um leque de iniciativas onde cada município pode usar a sua criatividade e seu protagonismo para propor a sua agenda. A somatória de tudo isso e o resultado dessa junção de boas ideias e vontades fazem com que o Encontros e Caminhos já nasça com sucesso e que muito bem representa todos os municípios.”



Em Foz do Iguaçu, um dos destaques da programação foi a capacitação de 500 professores da rede municipal sobre a importância do papel da educação infantil no processo de aprendizado e conscientização quanto à gestão dos resíduos sólidos. Os encontros presenciais foram divididos entre atividades práticas – como visitas técnicas ao aterro sanitário municipal e a um centro de triagem de materiais recicláveis – e teóricas, como a abordagem sobre a legislação que rege a necessidade da gestão dos resíduos em prédios públicos, como é o caso dos próprios Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs).

Depois dos encontros, os participantes podem ainda acessar outras atividades em um ambiente virtual de aprendizagem. A alimentação saudável e a destinação correta dos resíduos estão entre os temas abordados, conforme explica Rosani Borba, professora e educadora ambiental da Prefeitura de Foz do Iguaçu:



“São atividades que eles podem replicar com as crianças e com os pais também. Trabalhamos uma atividade que chama 'O açúcar escondido nos alimentos', em que eles trabalham com rótulos, que é uma prática bem importante nas escolas e nos CMEIs. Então eles estudam os rótulos e aí falam 'olha, numa lata de refrigerante tem tantas colheres de açúcar', aí botam a quantidade de açúcar num saquinho e conseguimos visualizar isso. Uma outra atividade é o 'Mandando bem', em que eles pensam os tipos de resíduos que são gerados nos vários espaços do CMEI (cozinha, sala de aula, banheiro, lactário, pátio, sala dos professores), listam o tipo de material que é gerado, e a gente trabalha com eles qual é o destino correto: se vai para reciclagem, se vai para o aterro sanitário, se vai para logística reversa… também é uma atividade que eles podem replicar com as crianças e com a comunidade nos CMEIs.”

Uma das ações promovidas em Missal foi a construção de uma cisterna “ferro e cimento” com capacidade para armazenar 30 mil litros de água. A obra deve servir como exemplo para toda a cidade, conforme ressalta o secretário de Agricultura e Meio Ambiente de Missal, Altair Luiz Fetzner:



“Essa cisterna ferro-cimento foi estratégico porque pegamos uma propriedade que tem carência de água e vamos utilizar essa propriedade como referência para os agricultores e a população em geral, porque até o pessoal da cidade tem interesse em fazer esse trabalho com cisterna. A gente está notando que a população está demonstrando muito interesse. São ações inovadoras que servirão de exemplo para outros produtores.”

Em Santa Terezinha de Itaipu, o diretor do Departamento de Meio Ambiente, Paulo Henrique Squinzani, citou algumas das atividades executadas na cidade:

“Tivemos momentos culturais, como músicas e canções relacionadas à preservação dos recursos naturais. No Dia da Árvore, realizamos o plantio de 350 mudas de árvores nativas na área de recuperação da mata ciliar do Lago de Itaipu, na Comunidade Três Fazendas.”



Uma das atividades mais aguardadas nos municípios foram as expedições pelas dez belezas naturais e culturais de cada localidade. Em Santa Helena, a ação contou com o apoio de pescadores e grupos de pesca esportiva, conforme explicou a chefe do Departamento de Meio Ambiente, Diana Pivatto:

“Foi uma experiência totalmente diferenciada onde o pessoal teve o privilégio de conhecer Santa Helena pela água. Santa Helena já tem o slogan que diz 'Santa Helena: Terra das Águas”, então se é Terra das Águas o pessoal tem que conhecer essa parte do lago, dos rios e córregos. Essa parte natural do município”.



Diana também cita alguns dos locais visitados durante a expedição:

“Começando pelo painel histórico do município, na praça central Orlando Webber, seguiram até o monumento do Cristo Esplendor e o Porto Internacional de Santa Helena. Depois, se encaminharam para as marinas pelos barcos, e fomos via Lago de Itaipu conhecer o Refúgio e o balneário. Posteriormente fomos de barco até a divisa de Santa Helena com Diamante do Oeste na Ponte Queimada (onde tem o marco da Coluna Prestes). De lá, seguimos de ônibus até São Brás (localidade que também faz divisa com Diamante do Oeste), onde a ponte que também é limite com o município de Diamante, mas muitas pessoas não conhecem. É uma paisagem linda, que as pessoas perdem a oportunidade de conhecer. E encerramos a nossa atividade no Portal dos Pioneiros, que faz parte da história do município de Santa Helena”.

A arte urbana aplicada à conscientização ambiental também integrou a programação. Em Maripá, uma oficina sobre o tema foi ministrada pelo artista Isaac Souza de Jesus. Após uma breve introdução sobre a utilização do spray e uma contextualização histórica sobre a cultura hip-hop, eles colocaram a mão na massa - ou melhor, na lata - e repaginaram espaços públicos:



“Eu acredito que todas as artes, mas principalmente a arte urbana tem uma característica especial no sentido da democratização da informação e da provocação que ela tem por natureza no fato de estar em locais onde as pessoas normalmente não esperam. É muito interessante no sentido de discutir vários temas. Ela pode ser usada como resistência, protesto e provocação ao cuidado, no caso da sustentabilidade e do meio ambiente. Quanto mais as pessoas recebem informação, acredito que mais isso mexe com elas. E a gente traz isso com a arte”.

Em Toledo, os organizadores locais tiveram a preocupação em promover atividades em diversos horários, uma maneira de atingir o maior público possível, conforme explicou Tânia Maria Lagemann, coordenadora do Comitê Gestor Municipal:



“Manhã, tarde e noite, sempre os três períodos. Pela manhã e tarde fizemos nas escolas, aonde nós trabalhamos a oficina de origamis, a oficina de chás e plantas e o sal temperado, aonde nós temos a oficina de guarda consciente que é a questão da proteção animal. Além disso, temos os trabalhos com as hortas. À noite nós trabalhamos na própria comunidade. Fizemos o 'mateando', em que cada família ou quem quiser trazer o seu chimarrão ou seu tereré, nós fizemos uma roda de conversa à noite.”









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