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Podcast Unesp

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Você sabe qual a importância das águas subterrâneas para o abastecimento no Brasil?

Didier Gastmans, geólogo e pesquisador do Centro de Estudos Ambientais da Unesp em Rio Claro, explica o que são as águas subterrâneas e sua relevância para o país.

“As águas subterrâneas são aquelas águas que estão armazenadas no subsolo em aquíferos, aquíferos são reservatórios constituídos por rochas que tenha essa capacidade de armazenar e conduzir a água. Uma coisa importante quando a gente fala sobre de águas subterrâneas, que a gente não pode esquecer nunca, da conexão dessas águas subterrâneas com as águas superficiais, por que a vazão dos rios, ela é alimentada praticamente 60%, 70% por essa descarga de água subterrânea, então quando a gente fala de água subterrânea a gente também está pensando um pouco em termos de água superficiais também. No Estado de São Paulo, do ponto de vista de importância para a população, o Guarani apesar da relevância de nome, o mais importante é o Aquífero Bauru, que está localizado no Oeste do Estado. É um aquífero mais raso, mas ele abastece praticamente 80% da população Oeste do Estado de São Paulo. Pelo fato dele ser mais raso, ele tem como grande vantagem o custo de extração de águas ser mais barato, mas por outro lado ele está muito mais suscetível a questão de contaminação, seja por influentes domésticos, esgoto nas áreas urbanas, seja pelo excesso do uso de fertilizantes e quantidade de nitrogênio e fósforo nas áreas rurais. A gente não pode esquecer nunca do Aquífero Guarani, ele é transcontinental, andou bastante na mídia, agora anda um pouco esquecido, e em algumas regiões, como o Itararé nessa porção central do Estado de São Paulo, engloba a cidade de Rio Claro também, tem uma importância localizada para abastecimento de demandas menores, para uma indústria, para um comércio, uma fazenda, a capacidade de produção dos postos é capaz de atender essa demanda que a rede de abastecimento muitas vezes não consegue cumprir”.

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PodCast Unesp: Pesquisador da Embrapa comenta fala sobre atividades de irrigação em frutas na Califórnia

Afrânio Arley Teles Montenegro, pesquisador da Embrapa Agroindústrial Tropical Afrânio Arley Teles Montenegro, comenta sobre atividades de irrigação com culturas de abacate, tangerina e morango na Califórnia que servem de modelos para agricultores brasileiros.

Finalizamos mais um dia na Missão Experiência na Califórnia na gestão da agropecuária. O dia de hoje foi dedicado ao pistache, importante para a Califórnia, de grande expressão econômica, onde nós tivemos a oportunidade de verificar experimentos sobre o consumo de água e também o efeito da salinidade em pleno deserto para que atividade seja econômica. Foi importante também por que vimos dois produtores com gestões totalmente diferentes nos seus pomares. Depois seguimos para Ventura onde visitamos pomares de abacate, tangerina e morango. O foco foi a salinidade, o consumo de água e adaptação para um sistema de produção que atenda as condições locais”.

O pesquisador Afrânio, destaca apontamentos importância das visitas. “Foi um dia interessante que a gente pôde ver algumas fruteiras, nós que estamos com um projeto de caju no Ceará, irrigação e manejo de caju, trabalhando com um caju super adensado, e a gente tem buscado formas de manejo desses pomares e é interessante a gente está vendo, como a gente viu aqui pomares de abacate, de citrus, tangerina e limão e tudo o que é sobre irrigação, que é o que vamos usar para irrigar, tem sido interessante. Então creio que tudo isso somado, a gente consegue aproveitar no nosso trabalho que está iniciando agora”.

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PodCast Unesp: I Encontro Nacional de Desastres promoverá debate com diversos pesquisadores

O PodAcqua Unesp publica depoimento de especialistas sob diferentes aspectos ambientais, sociais e políticos relacionados a água. Fernando Mainard Fan, professor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas na UFRGS e membro da coordenação do I Encontro Nacional de Desastres, apresenta o evento que será realizado entre 25 e 27 de julho em Porto Alegre.

“Esse I Encontro Nacional de Desastres nasceu dentro da Associação Brasileira de Recursos Hídricos quando a gente teve o último encontro que aconteceu em Florianópolis em 2017 e foi criada a Comissão dos Desastres dentro da Associação. Esse evento então é o primeiro evento que é liberado por essa Comissão de Desastres e seria também a abertura dos trabalhos da comissão. Ele é um evento científico, mas a gente também vai buscar aliar a prática dentro dele, por que a gente vai trazer pessoas, por exemplo, da defesa civil para fazer os seus relatos e a ideia principal do evento é a gente unir o desenvolvimento científico atual com um pouco de prática também e discutir com as pessoas que trabalham na área de desastres, no sentido amplo da palavra então desde desastres como inundações até escorrendo de encostas e deslizamentos, desastres meteorológicos também”.

O professor comenta a programação do encontro.

“A gente organizou um evento de três dias e a ideia é que a gente tenha apresentações orais, todo dia a gente tem apresentação oral dos trabalhos inscritos e selecionados. Além disso, a gente programou duas mesas redondas, uma na quarta-feira e outra na quinta-feira e a abertura do evento na quarta de manhã assim como na quinta a gente vai ter duas palestras de convidados e um dos convidados confirmados é o professor Duti, amplamente famoso aqui no Brasil por que ele publicou muitos livros na área de recursos hídricos, hidrologia, inclusive desastres relacionados com recursos hídricos, e ele é um dos palestrantes confirmados, os outros a gente ainda está organizando o evento, acertando então a gente ainda não pode confirmar, mas além da sessões e das mesas ao final do evento a gente vai fazer uma sessão de apresentação dos melhores trabalhos, e a ideia é também premiar as pessoas que vierem participar e se destacarem apresentando seu pôster, a apresentação de trabalho oral ou seu texto que foi bem elaborado, tem um destaque maior ai no evento. E a gente está também possivelmente uma publicação de um livro que os autores também vão ser convidados a melhorar os seus trabalhos, ampliar eles para nós formatarmos capítulos de livros para esse trabalho”.

 

 

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