Portuguese English Spanish
Entrar

Entrar

Faça seu login
ou use sua conta
Lembrar-me

Create an account

Campos marcados com * são obrigatórios
Nome (*)
Nome de usuário (*)
Senha (*)
Confirmação de senha (*)
Email (*)
Confirmação de email (*)
BUSCA
Podcast Unesp

Podcast Unesp

Professor da Unesp comenta impacto do déficit hídrico para citricultura no Noroeste Paulista

O Podcast Unesp em parceria com a área de Hidráulica e Irrigação do campus de Ilha Solteira da Unesp, publica semanalmente noticiários sobre a agricultura irrigada e agroclimatologia. O objetivo é orientar as formas de manejo racional da água e energia. Fernando Braz Tangerino, professor da Unesp de Ilha Solteira, comenta o impacto do déficit hídrico na citricultura do Noroeste Paulista.

“Aqui no noroeste paulista, já estamos há 53 dias sem chuvas. Enquanto que no ano passado, também não registramos chuvas na primeira quinzena de julho, e a evapotranspiração que é o processo de evaporação da água do solo e transpiração das plantas, acumuladas somente nesse julho, está em 38 milímetros, e assim, estamos com período de déficit hídrico estabelecido. Em culturas perenes, como o citros, a resposta a irrigação em determinado estágio de desenvolvimento, é muito dependente da disponibilidade hídrica anterior a esse estágio. Ou seja, o crescimento vegetativo de um ano, é influenciado pela estação anterior. O mês de junho marcou o início do inverno no hemisfério sul, e normalmente nessa época, esperamos períodos de baixa temperatura e déficit hídrico, e no citros, ocorre a transição da indução floral, que é a transformação das gemas vegetativas em gemas reprodutivas. Iniciadas em abril e maio, quando as plantas entram em repouso vegetativo. Período essencial para o florescimento. E a sua duração, determina a quantidade de flores produzidas. A transição do período de repouso, pode durar de 60 a 120 dias, para que o florescimento cresça em meados da primavera, quando o adequado fornecimento de água é necessário porque o prolongado déficit hídrico, irá retardar não somente o florescimento, mas também conduzir a uma super produção de flores, e assim resultarem em altas produções no ano. A irrigação entre citros, tem aumentado na região noroeste paulista diante dos frequentes períodos de veranicos. Situação em que os produtores definem como irrigação de salvação. Seguindo na linha da citricultura, em março deste ano entrou em vigor a legislação sobre o sistema de mitigação de risco. Que deixa de ser necessária a radicação das árvores doentes por campos cítricos, e fica proibida apenas a comercialização dos frutos com os sintomas da doença. Colaborou com esta edição do podIrrigar, Emanuele Amendola.”
Leia mais ...

Professor da Unesp esclarece como análise do clima pode ajudar a definir estratégias de irrigação

O Podcast Unesp em parceria com a área de Hidráulica e Irrigação do campus de Ilha Solteira da Unesp, publica semanalmente noticiários sobre a agricultura irrigada e agroclimatologia. O objetivo é orientar as formas de manejo racional da água e energia. Fernando Braz Tangerino, professor da Unesp de Ilha Solteira, esclarece como as condições climáticas podem influenciar o manejo das plantações.

“Tivemos um mês de maio chuvoso com a rede agrometeorológica do noroeste paulista, registrando 125 milímetros. 69% superior ao esperado, de acordo com os registros históricos da área de hidráulica e irrigação da Unesp Ilha Solteira. E estamos agora com 46 dias sem chuva. E assim, baixo armazenamento de água no solo, que historicamente registra um período de oito meses de déficit hídrico nessa região. Em 2016, em média, foram 76 dias sem chuvas. Junho foi de chuva, com 58 milímetros, levando o déficit hídrico para os meses seguintes. Até 2001, a cultura da cana na região em torno de Ilha Solteira, era restrita ao município de Sud Mennucci, e a partir desse ano, passou por um rápido processo de expansão, com a incorporação de novos greenfields, apresentando hoje uma importância muito grande para todo o noroeste paulista. Essa situação de 46 dias sem chuva, favorece a prática da colheita da cana-de-açúcar que tem início tradicionalmente no mês de abril e vai até dezembro. Por outro lado, com a intensificação do baixo armazenamento de água no solo, aumenta o risco de problemas de plantação e a incidência de pragas de solo. Durante essa janela de colheita, a tomada de decisão sobre qual o melhor momento de se colher, cada talhão passa por diversos fatores. Entre eles, o ponto adequado de maturação da cultura, a logística de transporte, sucessitibilidade ao florescimento, entre outros critérios.”

Tangerino destaca a pesquisa da Unesp sobre a relevância da irrigação para a produtividade das culturas.

“Um estudo recente, realizado pela Unesp Ilha Solteira, que será apresentado em outubro no Inovagri, por Alexandre Ascoli, avalia a evapotranspiração, as chuvas e o balanço hídrico. E assim, ao analisar as necessidades de água das plantas, e os déficits hídricos no solo em função dos meses de colheita, aponta que o uso de sistemas de irrigação é fundamental não somente para a garantia da sustentabilidade, mas também para definir estratégias de épocas de colheita em função dos custos operacionais e operacionalidade dos sistemas de produção. Nesse sentido, há de se parabenizar o trabalho concluído pela Agência Nacional de Águas – ANA, sobre o levantamento da cana irrigada na região centro-sul do país. Neste mapeamento inédito, na safra de 2015-2016, cerca de um 1.700.000 hectares de cana foram irrigados. Desse total, cerca de 45% estão concentrados no estado de São Paulo, 22% em Goiás e 19% em Minas Gerais. Acreditamos que o uso da irrigação em cana, é um dos fatores para a sustentabilidade no negócio de produzir energia através da biomassa. E a área de hidráulica e irrigação da Unesp Ilha Solteira entende que o monitoramento climático no noroeste paulista, bem como os trabalhos científicos que dele resultam, é uma importante contribuição para o aumento da eficiência do uso da água na agropecuária. Colaboraram com essa edição Alberto Aviles, Alexandre Ascoli e Diego Feitosa.”
Leia mais ...

Unesp desenvolve detector de vazamentos de água para a Sabesp

Um grupo de pesquisadores da Unesp de Ilha Solteira e de Tupã deve concluir até o fim do ano o primeiro protótipo de um aparelho que localiza vazamentos de água em tubulações enterradas, com muito mais precisão e custos menores do que os existentes hoje. O projeto é financiado em partes iguais pela Fapesp e pela companhia de saneamento básico do estado de São Paulo – a Sabesp. No âmbito de um acordo de cooperação, entre a fundação e a empresa, e se desenvolve no programa de apoio à pesquisa, para inovação tecnológica.
Leia mais ...
Assinar este feed RSS
 
Centro Internacional de Hidroinformática | Parque Tecnológico Itaipu   Mantenedores   Desenvolvido por:
Av. Presidente Neves, 6731 | CEP 85.867-900
Foz do Iguaçu | Paraná | Brasil
+55 45 3576-7038
   
Termos de Compromisso  |  Política Privacidade  |  Creative Commons 2014 • Todos os Direitos Reservados