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Podcast Unesp

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PodCast Unesp: especialista faz alerta sobre estiagem no período do Inverno

Rodrigo Lilla Manzione, especialista em recursos hídricos e águas subterrâneas da Unesp em Tupã, faz um alerta sobre a estiagem no Estado de São Paulo.

“Terminado o verão, começamos o período do Outono e as águas de Março realmente fecharam o verão, foram fechadas as águas e já temos um período longo sem chuvas significativas, e mesmo quem não acompanha os noticiários meteorológicos, os índices quanto aos recursos hídricos, umidade, etc, já está começando a sentir. A gente já vê várias pessoas com problemas respiratórios, pessoal já tendo bastante gripe, resfriado, as viroses… Tivemos agora no Estado de São Paulo, o "Dia D" da vacinação contra a gripe, a gente já vê uma série de movimentações que são oriundas desse período, sem chuvas significativas principalmente aqui no Estado de São Paulo. Já são quase cinquenta dias em regiões sem chuva, em outras houve algum volume precipitado, mas não foram chuvas significativas. Inclusive já chama atenção alguns números, como os reservatórios mais importantes de abastecimento da cidade de São Paulo, o Cantareira, ele já tem índices mais baixos, ele está abaixo dos 50% da reserva que é um número mais baixo do que quando entramos naquela crise em 2013 e 2014. Então esperamos que as missões duras que tivemos em 2013 e 2014 que se desdobraram por mais um longo período aqui no Estado, tenham servido para que as autoridades estejam tomando as providências e também vai ser um bom teste pós crise pra gente ver se realmente as medidas que foram tomadas foram o suficiente, foram efetivas, porque o inverno costuma ser mais seco no Estado de São Paulo, é um período marcado por índices pluviométricos mais baixos de maneira generalizada, então a expectativa é que com o consumo estável é que a gente tenha um decréscimo muito rápido dos níveis desses números do Cantareira abaixo de 50% não contam volume morto, que é o que chegou a ser utilizado no período mais crítico da crise passada, mas mesmo assim fica ai o sinal de atenção ligado e vamos esperar pra ver o que o clima reservou para esse ano de 2018”.

Manzione aponta para as características climáticas que colaboram para a falta de chuvas.

“Algumas características importantes como o final do El Niño, depois esse período que nós passamos agora que chama de La Niña, que também modifica alguns padrões que foi decretado o encerramento desse período. Então já tem alguns estudos apontando para um novo período de El Niño que pode trazer novos períodos de chuvas diferentes e até umidade aqui para o nosso Estado, mas fica ai o sinal de atenção e esperamos que as autoridades tomem as medidas necessárias para fazer uma boa gestão dos nossos recursos hídricos. A população também é uma parte importante dessa engrenagem, já sabe o que fazer, já sabe como economizar água, então antes de esperar que o pessoal aumente nossas tarifas, vamos pegar leve também. Banhos rápidos, economiza água, economiza energia e também mantém as nossas reservas um pouco mais estáveis”.

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PodCast UNESP: Inovação e tecnologia são destaques do Agrishow 2018

O professor da UNESP de Ilha Solteira, Fernando Braz Tangerino, faz um balanço do Agrishow 2018.

“Aconteceu mais um Agrishow, uma iniciativa de sucesso que chega na 25ª edição. Esse ano a Associação dos Engenheiros de Ilha Solteira, resolveu inovar e proporcionou as condições para que os engenheiros de diferentes formações fossem até Ribeirão Preto e puderam então, alguns surpresos, perceber que não se trata de uma feira apenas do agronegócio, e sim um show de tecnologias reunindo todos os setores produtivos. Na volta, um engenheiro mecânico nos confessa que foi de curioso, e não tinha a menor dimensão da grandiosidade desse setor, estava perplexo. Poucos tem a real compreensão de que esse setor é o que movimenta todos os demais setores da economia para cumprir a missão essencial de produzir alimentos. Análise em suma, o produto mostra realmente isso, quando uma pessoa vai as compras, entre os 11 setores da economia que geram mais empregos, 10 estão ligados as atividades realizadas no campo”.

O professor complementa falando sobre a importância da irrigação. “Essa característica de geração de oportunidades, fica mais evidente e mensurável quando há disponibilidade de água no solo o ano todo, o que é conseguido com sistemas de irrigação e estavam lá no Agrishow, todas as empresas que atuam na fabricação e muitos importadores de equipamentos e acessórios. O destaque ficou novamente com a tecnologia, com sistemas onde a eletrônica permite a automação, controle a distância, tomada de decisões que podem levar a mais lucros e melhor e mais eficiente uso da água na agricultura. As possibilidades desses equipamentos são inúmeras inclusive a tomada de decisão autônoma através de softwares inteligentes".

"Contudo, todas as informações técnicas deve ser de boa qualidade, os parâmetros de decisão devidamente ajustados a realidade daquele local de produção e equipamento; capacidade escolhida, e assim, capacidade técnica dos gestores da produção de alimentos não pode e nem deve ser menosprezada em função da elevada tecnologia hoje disponível, tornando portanto a perfeita compreensão entre técnica e tecnologia um dos grandes desafios atuais. E falando em irrigação e agricultura irrigada, o engenheiro agrônomo Rodrigo Franco Vieira e o jornalista Tobias Ferraz, bateram um papo pra lá de agradável e instrutivo no programa Terra Viva no dia cinco de maio. A dica é: vai lá no site, assista.”

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Professor da Unesp explica como avaliar o desempenho de sistemas de irrigação

O Podcast Unesp em parceira com a área de hidráulica e irrigação do Campus de Ilha Solteira da Unesp, publica semanalmente noticiários sobre agricultura irrigada e agroclimatologia. O objetivo é orientar as formas de manejo racional da água e energia. Fernando Braz Tangerino, professor da Unesp de Ilha Solteira, explica como avaliar o desempenho de sistemas de irrigação.

“Já explicamos que um bom sistema de irrigação, pode ser assim considerado, se for comprovado que a variação de vazão ou precipitação em um setor irrigado simultaneamente, é menor que 10%. O sistema deve também ser capaz de suprir as demandas de evapotranspiração da cultura, deve ter uma boa montagem e ser constituído de bons materiais. A uniformidade de aplicação é resultado de adequadas escolhas de espaçamentos entre emissores, vazão, cálculos adequados de perda de carga e pressão de operação e no caso da aspersão do efeito dos ventos além da qualidade dos materiais escolhidos. Essa situação de uniformidade adequada aos critérios de variação máxima de 10% de vazão ou precipitação, pode ser confirmada no início da operação do sistema, mas com o uso nem sempre é feita a manutenção adequada do sistema de irrigação e com o tempo o desempenho fica prejudicado”, explica o professor.


E como avaliar o desempenho dos equipamentos?

“Um adequado manejo de irrigação exige uma boa uniformidade de aplicação de água, para tanto avaliações de campo devem ser realizadas. Não é prática comum realizar essas avaliações de desempenho, e no Brasil os órgãos de governo não perceberam a importância dessa avaliação para que se tenha eficiência energética e um melhor uso da água para que a tenha para todos. Em muito países, como por exemplo Estados Unidos, existe uns laboratórios móveis de irrigação que são mantidos pelos estados para gratuita mente fazerem a avaliação de desempenho dos sistemas de irrigação e sugerir ajustes para torná-los mais eficientes, fornecem recomendações ao irrigantes com propósito de conservação da água a partir da identificação de problemas que impedem o sistema de operar em seu nível ótimo. Para tanto, fazem testes de rendimento de motobombas, procuram vazamentos em pluviômetros ou provetas, calculam indicadores de desempenho do sistema, como lâmina líquida, lâmina bruta, uniformidade de distribuição, eficiência de aplicação, entre outros indicadores, atividade esta que é modesta no Brasil e realizada por consultores”. Ele complementa dizendo que “após a avaliação e melhorando o desempenho dos sistemas de irrigação temos vários benefícios, entre eles: a melhoria da eficiência da aplicação de água, o aumento da produtividade, o aumento do lucro, a melhoria da qualidade da água, a diminuição total da água aplicada e da energia utilizada, além de menor lixiviação de nutrientes e defensivos, menores corrimentos de água e da erosão e ainda redução das doenças nas plantas”. Ouça no player acima. 

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